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sábado, 15 de fevereiro de 2014

O Botafogo valoriza seus ídolos: Uh, El Lobo!

Deu hoje na coluna "Panorama esportivo" do Globo


Vi esse cara jogar. Jogava muito. Estava nos 6 a 0 do gol de letra do Jairzinho contra os comuns. Lembrava um pouco o Loco. Salve, Lobo Fischer!

Um comentário:

Marcos Paret disse...

Fischer era um senhor atacante.

Meteu 2 no menguitinho no 6x0 do gol de letra (o bolo do aniversário do sparring estava esperando no vestiário - dizem que a cara do Liminha comendo bolo com os repórteres em cima foi única, impagável).

Ele recebia a bola, a trabalhava (era 9 mas, com habilidade, voltava para buscar o jogo) e, nos treinos, a entregava no espaço vazio pela direita, olhava para Jairzinho e gritava "vai Pelé... é sua Pelé... marca mais um Pelé".


Sabem o que a mídia nojenta, aquela que vendia Jairzinho todo ano para o menguitote fazia?


Usava os jornais semanalmente para dizer que havia rancor entre os dois atletas, que Jairzinho não gostava da presença do argentino pelo nome que craques argentinos possuíam e que Fischer também não gostava do nosso cracaço, etc. etc..

Uma pena a bola do Fischer, no Morumbi, na decisão do brasileirão de 72, ter passado rente ao poste mas não ter entrado. Aquele time mandou ver em 73 (foi detonado da semi da Libertadores a golpes de doping, apito e pedradas) e se fizesse aquele 1x0, dificilmente o Palmeiras, timaço mas que se destacava pelo ferrolho defensivo, conseguiria passar por uma defesa com Marinho Chags, Osmar Guarneli e com Carlos Roberto na proteção.

Parece que estes tempos estão prestes a voltar, não? Botafogão voando, campeão da Argentina de joelhos, derrota reconhecida até pelos torcedores adversários.


Sorry periferia do futebol!