Livro sobre o Sandro Moreyra

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PRÉ-LANÇAMENTO - 22 DE AGOSTO - GENERAL SEVERIANO

Livro do Senta

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sexta-feira, 29 de junho de 2007

Paul McCartney "Here today" (Pra dar uma relaxada)

Não comam gata por lebre


Confirmado: não é a Ana Paula de Oliveira a peladona que está rolando na Rede. Essa aí é outra.

Se enganou, meu bem?

Funéreo do nomínimo


É com pesar que nos solidarizamos com o fim do site nomínimo.com
Lamentável!

http://nominimo.ig.com.br/notitia/servlet/newstorm.notitia.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&pageCode=1

Meu Garoto!


Passando (literalmente) a mão na cabeça do "protegido" (ou "protetor"?). Remember Jefferson!
Foto: Leonardo Wen (Folha Imagem)

"Trovão" ou Rambo tupiniquim?


Tá na capa do Globo de hoje. Agora é refletir. É assim que se criam vaidades, "mitos" e personagens. E é perigoso. Até pro cara.

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Na boca do povo!


Meu amigo PV mandou. Ele é tricolor, mas é gente boa.

Por Que as Pessoas de Negócios Falam como Idiotas

Minha amiga e ex-aluna Leila Carrilho mandou interessante entrevista publicada na revista Época.

Chega de blá-blá-blá nas empresas - Para consultor, o mundo dos negócios está tomado por gente que fala como idiota
Por Maria Laura Neves

O psicólogo americano Jon Warshawsky, de 41 anos, responsável pela área de pesquisas da Deloitte, uma das principais empresas de auditoria e consultoria do mundo, é um crítico contumaz da linguagem cifrada usada na arena empresarial. Segundo ele, um grande número de homens – e mulheres – de negócios usa palavras vazias e frases sem sentido para impressionar seus interlocutores. Co-autor do livro Por Que as Pessoas de Negócios Falam como Idiotas (Editora BestSeller), recém-lançado no Brasil, Warshawsky (lê-se Uarchósqui) diz que ele mesmo agia assim até alguns anos atrás, mas se deu conta, com o tempo, do ridículo da situação. “Ouvimos uma enorme quantidade de jargões e clichês”, afirma. “Falar vagamente é uma maneira de se proteger de problemas.”

JON WARSHAWSKY
QUEM ELE É - Nasceu em Los Angeles, nos Estados Unidos, em 1966. É solteiro e não tem filhos. Mora em San Diego, na Califórnia
• ONDE ESTUDOU - Formado em Psicologia pela Universidade Miami, em Ohio (é isso mesmo!). Fez MBA em Estrutura Organizacional pela mesma instituição
• O QUE ELE FAZ - Responsável de pesquisas da Deloitte, uma das maiores empresas de auditoria e consultoria do mundo, na qual trabalha desde 1998. Antes, trabalhou sete anos na extinta Arthur Andersen, outra gigante do ramo

ÉPOCA – Por que o senhor diz que as pessoas falam como idiotas no mundo do trabalho?
Jon Warshawsky – A comunicação dentro das empresas piorou muito nos últimos anos. Há duas ou três décadas, só existia um canal de comunicação. O presidente dava uma ordem aos empregados, e eles a seguiam. A palavra do chefe era como a palavra de Deus. Agora, há tantos canais informais de comunicação que as pessoas ficaram confusas, e as mensagens obscuras. Há pouca sinceridade e autenticidade entre as pessoas. Tudo o que ouvimos é uma enorme quantidade de jargões e clichês. Paradoxalmente, a transparência nunca foi tão importante para a sobrevivência das empresas.

ÉPOCA – O que leva as pessoas a falar assim?
Warshawsky – Vários fatores. Quando somos jovens, falta coragem para expor nossas próprias idéias. Então a gente copia a maneira de falar dos mais velhos. Quando somos mais velhos, podemos assustar os colegas e superiores com idéias novas. Surgiu recentemente um novo código de conduta nas empresas: a onda do politicamente correto. As pessoas têm medo de dizer coisas irreverentes e de ser processadas por isso. Falar vagamente é uma maneira de se proteger de problemas. Outro ponto importante: muitos executivos usam jargões e clichês para atenuar as notícias ruins que têm de dar a funcionários e acionistas. Ou usam esses termos simplesmente porque não sabem do que estão falando.

ÉPOCA – Quais as piores expressões que o senhor encontrou?
Warshawsky – Odeio responder a essa pergunta. Há várias expressões terríveis. “Reengenharia” é uma delas. É o termo mais usado pelos consultores de gestão atualmente – e não quer dizer nada. Reengenharia não é nada mais que mudar alguns projetos na empresa. Outra expressão horrível é “liderança de idéias inovadoras”. Como alguém pode ser arrogante a ponto de achar que é mais esperto que o outro? “Valor agregado” também não quer dizer nada. Só diz que o resultado será mais valioso sem dizer o que será mais valioso, por que será mais valioso ou como será mais valioso.

ÉPOCA – A cultura das empresas estimula isso?
Warshawsky – A cultura empresarial é parte fundamental do problema. Muitas vezes, é a própria empresa que não quer dizer nada. Tem medo de sofrer processos na Justiça ou simplesmente não quer ter sua imagem associada a idéias diferentes.

ÉPOCA – Como expor as próprias idéias sem perder a confiança das empresas?
Warshawsky – É uma situação desconfortável. É difícil conseguir se expressar com autenticidade quando a empresa impõe a maneira como devemos falar e escrever. A melhor saída é encontrar um executivo ou gerente que tenha senso de humor e segurança. É importante não ter medo de ser demitido. Só assim, ele poderá discordar das normas de comportamento existentes. E seus colegas poderão aprender a ser criativos sem ser inconvenientes. É importante dizer que as empresas não estão 100% erradas ao impor limites aos funcionários. Muita gente é divertida, mas muita gente não é. Alguns são nerds; outros, ultrapassados.

ÉPOCA – Os jargões são usados em todas as profissões. Qual é o problema de usá-los nos negócios?
Warshawsky – Nas empresas, as pessoas não estão preocupadas em ser entendidas. Elas querem é impressionar os outros. Acham que falar difícil e usar palavras técnicas é uma demonstração de conhecimento. Acreditam que assim impressionam – e às vezes até impressionam. No setor público, as pessoas também usam essa linguagem vaga. Os governantes usam eufemismos e metáforas porque não gostam de falar de forma direta.

ÉPOCA – Quem fala bem no mundo dos negócios?
Warshawsky – Jack Welch (ex-presidente da GE) é um bom exemplo. Ele não sai de uma sala de reunião sem dizer claramente o que pensa.

ÉPOCA – Há algum exemplo de como ele é direto ao se comunicar?
Warshawsky – Quando teve de cortar 10% dos custos da GE, ele expôs a todos os funcionários os critérios. Outro exemplo é Jeff Bezos, presidente da Amazon. No começo, a Amazon perdia dinheiro. Ele falava disso abertamente, sem rodeio. Com isso, ganhou a confiança dos investidores. Steve Jobs (fundador e presidente da Apple) também é claro quando fala de seus produtos. A boa comunicação afeta de forma positiva as vendas.

ÉPOCA – O senhor nunca usou clichês e jargões ao longo de sua carreira?
Warshawsky – Ah, já usei. Principalmente quando era jovem e tinha acabado de sair da faculdade. Eu também queria impressionar. Escrever o livro foi uma espécie de redenção. Para os outros dois autores, também. Hoje não suporto mais ouvir essas besteiras. Meus ouvidos doem...

ÉPOCA – Como as pessoas podem saber se estão falando como idiotas?
Warshawsky – É uma questão de treino. Sempre me pergunto se um leigo entenderia o que estou querendo dizer. Se ele entender, é um bom sinal.

ÉPOCA – Há situações em que falar assim pode ser útil?
Warshawsky – Os termos técnicos são muito bons quando usados da maneira correta. Só não podem ser usados para esconder algo.

Leia, abaixo, alguns dos termos mais esdrúxulos do mundo dos negócios. A lista foi feita com base no glossário do livro Por Que As Pessoas de Negócios Falam Como Idiotas (ed. BestSeller), do qual Jon Warshawsky é um dos autores.

- “Alinhamento organizacional” é uma maneira que estudiosos da administração de empresas encontraram de tentar transformá-la em ciência. Não quer dizer nada.

- “Arquitetar” é uma forma mais pomposa de dizer os verbos pensar e instalar.

- “Base de conhecimento” não quer dizer nada mais do que “conhecimento”.

- “Bloquear ou imobilizar”: o mundo dos negócios está repleto de metáforas do mundo dos esportes. Os idiotas das empresas, segundo Warshawsky, tem inveja dos esportistas.

- “Centro de excelência”. O termo deixa a dúvida: será que nas outras áreas da empresa não precisam ser excelentes?

- O termo “energizar” tinha outro significado no passado. É equivalente ao verbo “delegar”. Num passado mais remoto, era a mesma coisa que “mandar”.

- Apesar do termo “estratégico” ter um significado real e ser importante nas empresas, virou um clichê.

- “Foco no cliente” não é nada mais do que a obrigação da empresa. Não deveria ser um termo tão adulado no mundo dos negócios.

- Dizer aos funcionários que eles têm de “Pensar fora da curva”, segundo Warshawsky, é apenas uma tentativa de fazer os babacas do mundo dos negócios pensar.

- Todos os funcionários de uma empresa têm que estar “voltados para o resultado”. O oposto disso seria “voltados para o prazer”.

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDR77710-8056,00.html

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Vou pra praia! Volto já


Itália cria praia exclusiva para mulheres
Valquiria Rey (De Roma) Fonte: BBC Brasil

A cidade de Riccione, no norte da Itália, abriu uma praia totalmente dedicada ao sexo feminino. Conhecida como a praia “cor-de-rosa”, o local proíbe a presença masculina e teve a infra-estrutura elaborada para promover o bem-estar e o conforto das mulheres.
Um cartaz colocado na entrada avisa aos visitantes que o acesso aos homens está interditado e, de longe, é possível ver as diferenças entre a praia “cor-de-rosa” e as demais praias italianas. “Pensamos em todos os detalhes para satisfazer o gosto das mulheres”, disse Fausto Ravaglia, administrador do local, à BBC Brasil. “Tudo foi confeccionado luxuosamente: os guarda-sóis e bóias salva-vidas são em tons de rosa. Já as cordas, as cadeiras e as plantas que decoram o local são brancas. Tudo para que a praia seja identificada de maneira diferente”. No bar e no restaurante da primeira praia feminina italiana, nutricionistas elaboraram cardápios e coquetéis para as mulheres que não querem abandonar a dieta.

Manicures e maquiadores
Diversas formas de entretenimento, como cursos de cozinha e aulas de ginástica fazem parte da programação e, nas tardes de domingo, cabeleireiros, esteticistas, manicures e maquiadores estão à disposição das freqüentadoras. “Aqui, as mulheres terão tranqüilidade e reserva. Nenhum 'latin lover' estará oportunando ninguém e elas poderão tomar banho de sol sem os incômodos olhares dos homens” afirmou Francesco Di Biase, organizador de eventos e idealizador da praia cor-de-rosa.

Com duração prevista para esse verão, Biase acredita que a iniciativa deve ser repetida no ano que vem. Segundo ele, uma pesquisa realizada por uma agência matrimonial italiana, revelou que 60% dos veranistas são solteiros. Destes, 20% são mulheres e, entre elas, 19% disseram preferir passar as férias com as amigas, sem companhia masculina. Moradora de Riccione, a professora Cinzia Rocca apóia a iniciativa. “Aqui, podemos fazer topless sem preocupação”, afirmou. “Não precisamos pensar se os homens estão prestando atenção se temos celulite ou não.”

Como as demais praias de Riccione, na costa Adriática, a praia "cor-de-rosa" é pública, mas administrada por uma empresa privada em regime de concessão. Conforme informações da Prefeitura local, os acessos não podem ser proibidos. Caso os homens queiram entrar, de acordo com a lei, os administradores do local não poderão fazer nada para impedir.

E tome gozo!


O Bório, que, apesar de ser tricolor e ler a Veja, é "rente" boa, manda a contribuição.

sábado, 23 de junho de 2007

Ana Paula de Oliveira é uma "gracinha", como diria a Hebe, mas...


A brincadeirinha da moça que custou um título ao Botafogo continua rendendo dividendos. Troca logo de profissão, Aninha.
Ana Paula é atração no interior paulistadeirinha"
Neste sábado, Ana Paula Oliveira, com um uniforme todo cor-de-rosa, apitou a final da Copa dos Comerciários, em Ribeirão Preto. Ela fez muito sucesso e distribuiu autógrafos. Recentemente, a assistente assinou um contrato para ser garota propaganda de uma marca de perfume. A musa mostrou-se tranqüila quanto ao fato de que o ensaio nu que fará para a revista Playboy (ela é a capa da edição de julho) não prejudicará a carreira nos gramados. - Por parte da torcida já existem gracinhas, independentemente da revista. Os elogios e as ofensas vão continuar, faz parte do futebol, mas não vão aumentar por causa disso. Por parte dos atletas e dirigentes pode acontecer nos vestiários, mas não dentro de campo - afirmou Ana Paula, que recebeu um cachê de R$ 7 mil para os dois jogos.

Fonte: Globo.com

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Boas maneiras na Internet


Muito interessante a enorme matéria de capa da Folha Ilustrada de hoje sobre os "Trolls". Recomendo pra quem se interessa pelo assunto. A seguir apenas um dos textos.

Reação ao ataque dos trolls
Blogueiros debatem criação de código de boas maneiras

JULIANO BARRETO
DA REPORTAGEM LOCAL

Há algo de podre na blogosfera, a massa de páginas pessoais que deve chegar aos 100 milhões de sites até o final deste ano, segundo o Gartner.
A interação entre autores e leitores, uma das marcas dos diários, transformou-se em veículo para que descontentes e galhofeiros perturbem meio mundo.
Impulsionados pelo anonimato oferecido pela internet, os agitadores abusam do espaço para críticas, ofendendo autores e desviando o foco de discussões.
Esse tipo de arruaceiro ganhou o apelido de troll -uma criatura mitológica de má fama- e passou de caçador a caça.
Para o criador do Br-Linux.org, Augusto Campos, que faz a mediação de discussões em torno do software livre desde 1996, a figura do troll pode ser exemplificada por um velho conhecido.
"Você deve lembrar do Pedro de Lara, jurado de programas de auditório. O papel dele era sempre discordar, falar o oposto dos outros e nunca ser convencido, ceder ou mesmo tentar convencer o público com argumentos. Ele só falava alto e repetia", diz Campos, que lançou a campanha "Não alimente os trolls".
Nos EUA, o incômodo causado pelos comentaristas desbocados chegou ao extremo.
Em abril deste ano, uma autora de livros sobre programação foi ameaçada de morte, ficou traumatizada e deixou de blogar.
O caso gerou comoção entre gurus da web, como o criador da Wikipédia, Jimmy Wales, resultando na gestação de um Código de Conduta dos Blogueiros, que está em fase adiantada de produção e é aberto para colaborações de qualquer usuário.
"As pessoas têm visões diferentes sobre o que é aceitável em um blog. Por isso, procuramos assegurar que o Código possa ser adaptável para que o máximo de pessoas possa usá-lo. Assim, a comunidade do blogging.wikia.com fez rascunhos que podem ser seguidos por quem concorda com eles", diz Angela Beesley, uma das líderes da iniciativa.
O criador do veterano blog nacional BlueBus.com.br, Julio Hungia, acredita que o Código ajudará a conter o comportamento dos trolls. "Alguns acham perigoso definir quem vai dizer o que é um "comportamento aceitável", mas, ainda assim, fico com a necessidade de estabelecer princípios que organizem e dêem contorno às manifestações de leitores e de blogueiros."
Independentemente da adoção do Código, os blogueiros já se armaram para conter os comentários inadequados.
São técnicas para a confirmação que inibem os anônimos e publicam apenas aquilo que o autor do blog deseja. Nas próximas páginas, você verá o tamanho da bagunça que os trolls andam fazendo e vai conferir como ativar a proteção em seu blog.

Falar em Troll e em Pedro de Lara, sempre achei que Reynaldo Azevedo, Diogo Mainardi e Olavo de Carvalho são os Pedros de Lara da "Imprensa" brasileira. Ninguém leva a sério o que eles escrevem.

Ana Paula de Oliveira vai mudar de profissão. Que bom!


Depois de anular dois gols legítimos do Glorioso, a bela Ana Paula de Oliveira resolveu posar peladona para a Playboy.
Na opinião de vocês, a Ana Paula faz bem em mudar de profissão?

Mais uma do "Carequinha"


Fui brincar lá embaixo com o Luis Segadas, o "Carequinha", e não é que ele juntou o diabo com o inferno!
Xô Satanaz!

Campeão ou não és eterna paixão


A torcida do Glorioso adaptou a musiquinha dos torcedores do Porto e fez sucesso na TV Globo. Agora, as outras torcidas vão copiar. Falar em Botafogo, como não estão podendo roubar o melhor time do Brasil no campo, resolveram armar fora de campo, mudando as datas e os campos dos jogos do Botafogo.
Que feio!

Vocês conhecem o Carequinha?


Meu camarada Luis Antônio Segadas, o "Carequinha", que há muito que é bom de photoshop e de chope, manda contribuição.
Só espero que ele não junte o Collor com o ACM!

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Relaxa e goza!


Meu amigo PV acaba de enviar.

Febeapá vive!


Cego é obrigado a pagar passagem para cão-guia em SP
São Paulo - O radialista Clóvis Alberto Pereira tem 31 anos e, há seis meses, ganhou um companheiro inseparável: o labrador Simon, seu cão-guia. Paciente e concentrado, o animal foi escolhido especialmente para Pereira, que tem cegueira de nascença e é palestrante em eventos sobre acessibilidade e tecnologia. Desde que viraram uma dupla, Simon e seu dono já viajaram, de avião e ônibus, pelo Sudeste, Nordeste e Norte do Brasil, além de Argentina e Uruguai.

Mesmo acostumados a chamar a atenção, eles foram surpreendidos, no dia 5, ao comprar uma passagem de ônibus para o dia seguinte até Taquaritinga, cidade a 435 km da capital paulista, no Terminal Rodoviário do Tietê, na zona norte da cidade. Pereira informou que o cão-guia o acompanharia, e recebeu, da Empresa Cruz de Transportes Ltda., a informação de que isso só aconteceria mediante o pagamento de uma segunda passagem para o cão. (...)

Fonte: UOL
http://noticias.uol.com.br/ultnot/agencia/2007/06/18/ult4469u5508.jhtm

Bairrismo paulista!


Apesar de Juca Kfouri e Tostão terem admitido ontem na mesma Folha que o Botafogo está jogando o fino, o rapaz paulista que assina a matéria tenta desmerecer o Botafogo. Tem um trecho que diz assim: "(...) além da precisão na bola parada, os cariocas contaram com a incompetência dos mais próximos perseguidores (...)".
Bairrismo é isso aí!

domingo, 17 de junho de 2007

Dercy muito doida!


Essa Dercy Gonçalves é uma figuraça. Aos 102 anos numa posição dessas e com a imagem do Cristo ao fundo!
E que fotaça da Isabel Garcia!

sábado, 16 de junho de 2007

De novo no hospital

No hospital

Ilegal, imoral ou engorda!


Sei não, mas esse gesto da Xuxa na propaganda "Não bata. Eduque" ficou um pouco "saliente", não? Lá na minha terra, no Grajaú, isso tem nome.

sexta-feira, 15 de junho de 2007

Te cuida Latorraca!



Fernando Calazans citou o PCzinho aqui do blog em sua coluna hoje em O Globo. Pelo jeito, concordou comigo. E continuo fazendo a pergunta: o que aquele cara joga?

quinta-feira, 14 de junho de 2007

A frase do dia. Não poderia ser outra!

"Relaxa e goza, porque depois você esquece todos os transtornos"
(Marta Suplicy)

A evolução da dança - Gaiato!


Vale a pena ver a exibição do comediante Judson Laipply mostrando a evolução da dança.

Tomou ou não tomou?

Chama o ladrão 2, o Retorno


Tomaram ou não tomaram o relógio?

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Chama o ladrão!


E a foto do Bush sendo roubado, na primeira página de O Globo, hoje? É que nem a propaganda do cartão: "Não tem preço". E ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão, né?

terça-feira, 12 de junho de 2007

Shakespeare and Company, a livraria mais charmosa do mundo em novo livro


Crítica/memória
Relato de escritor vê Shakespeare and Company como refúgio
ADRIANO SCHWARTZ
ESPECIAL PARA A FOLHA

A Shakespeare and Company, em Paris, é uma das livrarias mais famosas do mundo. O sucesso se deve a uma série de peculiaridades e, acima de tudo, à criadora da loja, Sylvia Beach (1887-1962), e a seu sucessor, George Whitman (1913). Este, com suas manias e sua sabedoria, gera boa parte da força de "Um Livro por Dia", as memórias dos meses em que o jornalista e escritor Jeremy Mercer morou no lugar.
Inaugurada em 1919, para ser um local em que se encontrassem livros em inglês em Paris, a loja logo se tornou ponto de encontro de autores como F. Scott Fitzgerald, Gertrude Stein e Ezra Pond. Foi lá também que se arrumou dinheiro para a primeira publicação de "Ulisses", de James Joyce, recusado anteriormente por inúmeros editores. Essa primeira "vida" da livraria durou até 1941, quando os nazistas ocuparam a cidade.
Dez anos depois, do outro lado do Sena, em frente à Notre-Dame, George abria Le Mistral, rebatizada, em 1964, como Shakespeare and Company. "Devoto de Sylvia Beach", como afirma Mercer, o livreiro fazia uma homenagem e reafirmava um estilo de levar adiante um negócio no qual o dinheiro é sempre o fator menos importante.
Nessa segunda "vida", que dura até hoje, passaram por lá Henry Miller, Anaïs Nin, Samuel Beckett, William Burroughs, Allan Ginsberg e outros escritores (segundo George, mais de 40 mil), muitos dos quais convidados, depois de apresentar uma autobiografia, a ficar por ali, em uma das camas espalhadas pela labiríntica loja, ajudar no trabalho, ler o máximo possível e escrever.
Foi o que aconteceu com Mercer, um jornalista policial canadense com a vida então bem estilhaçada, em janeiro de 2000.

Gente estranha
"Um Livro por Dia" está montado com cenas alternadas do dia-a-dia da livraria e de lembranças de vivências dos personagens que circulam no lugar -o que propicia ao autor dezenas de ótimas histórias, já que não faltam ali homens e mulheres exóticas e casos curiosos. A grande figura, contudo, é mesmo George Whitman, que reaparece a todo instante no texto, com seu ideário anarquista e comunista e com uma paixão intensa por livros e mulheres.
Daí a boa definição de Mercer: "No final, sim, é uma livraria famosa, e, sim, sua importância literária não é pequena.
Mas, acima de tudo, a Shakespeare and Company é um refúgio, como a igreja do outro lado do rio. Um lugar onde o proprietário permite que todos peguem o que precisam e dêem o que podem".
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ADRIANO SCHWARTZ é professor de literatura da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP

UM LIVRO POR DIA - MINHA TEMPORADA PARISIENSE NA SHAKESPEARE AND COMPANY
Autor: Jeremy Mercer
Tradução: Alexandre Martins
Editora: Casa da Palavra
Quanto: R$ 39,90 (nas livrarias a partir de 10 de julho)
Avaliação: bom

Fonte: Ilustrada, Folha de S. Paulo

Mônica deu (Quero um filho com Renan)

PESQUISA
A comunidade do Orkut "Quero um Filho com Renan Calheiros" abriu enquete: "Por que a Mendes Júnior pagava pensão no lugar de Renan?" Opções: a) Renan está ficando pobre; b) Gastou todo o dinheiro na campanha eleitoral; c) Renan possui um dossiê das maracutaias da construtora; d) A construtora é uma empresa do senador não declarada.

Fonte: Mônica Bergamo (Folha de S. Paulo)

domingo, 10 de junho de 2007

A frase e a historinha do domingo

HILLARY E BILL

"Foi ali, numa noite de primavera, que Hillary viu Bill no corredor, conversando com um estudante chamado Jeff Gleckel, que tentava convencê-lo a escrever para o "Yale Law Journal". Enquanto ouvia os argumentos de Jeff, Bill mais uma vez se pegou cruzando olhares com Hillary. Ela achou que aquilo já era demais. Levantou-se da mesa, atravessou em direção a seu admirador, estendeu a mão e disse:

"Se você vai ficar me olhando e eu vou ficar te olhando de volta, é melhor que a gente se apresente. Meu nome é Hillary Rodham'"

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JEFF GERTH E DON VAN NATTA JR autores de "Her Way - The Hopes and Ambitions of Hillary Rodham Clinton" (À Sua Maneira - A Esperança e as Ambições de Hillary Rodham Clinton, editora Little, Brown and Company

From Biafra?


Vale a pena ler o Mais!, da Folha de S. Paulo, de hoje. A modelo da foto parece realmente uma mulher-cabide. Vale a pena?

sábado, 9 de junho de 2007

A Revolução não será televisionada


Uma oportunidade para que não assistiu ao vídeo "A Revolução não será televisionada": está dividida no youtube em 10 partes.


http://www.youtube.com/view_play_list?p=DB51597A34FF6E89

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Enquanto isso, em Brasília, 19 horas...

Meu aluno Jorge Pereira manda notícia publicada hoje no jornal "Bom Dia", de S. J. do Rio Preto.

Ladrão de galinhas pega uma ano e meio de prisão
Diarista diz que estava desempregado e furtou para fazer galinhada

Acusado de furtar cinco galinhas, o diarista José Roberto Pereira, 36 anos, do município de Guarani d´Oeste, é condenado a um ano e seis meses de prisão, além de multa. Ele deverá cumprir pena em presídio de regime semi-aberto.

A condenação foi dada na semana passada pelo juiz da 2ª Vara Criminal de Fernandópolis, Heitor Miura, mas divulgada somente ontem. Pereira ainda não foi preso. De acordo com Cristiane Menezes Pagoto, advogada do acusado, ele respondeu todo o processo em liberdade e ainda não foi intimado pela Justiça. Ela afirma que irá recorrer da sentença no Tribunal de Justiça do Estado. O objetivo é tentar reduzir a pena de seu cliente. “Acho que a pena aplicada é exagerada. O crime não é de grande proporção”. A advogada acredita que a pena se deve a outras passagens de Pereira pela polícia. Segundo a Polícia Militar, o diarista é suspeito de envolvimento em crime eleitoral e furtos na cidade.

Crime
O crime aconteceu em outubro de 2005, no sítio Santo Antônio, zona rural de Guarani d´Oeste. O acusado foi flagrado pelo dono da propriedade quando pegava as galinhas. Assustado, Pereira fugiu e esqueceu sua bicicleta. A Polícia Militar foi comunicada e o prendeu em flagrante. Por ser réu primário, o acusado foi solto cinco dias depois da prisão. De acordo com a advogada, Pereira estava desempregado na época e sem dinheiro para se alimentar. Por isso, ele resolveu furtar as aves. Sua intenção era fazer uma galinhada para a família e amigos durante uma festa. “Ele nem chegou a levar as aves para casa, mas praticou o delito”.

O BOM DIA tentou falar com o juiz, mas ele não foi encontrado. Sua secretária informou que ele estava em audiência e retornaria a ligação, mas não retornou.

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Lula e o polvo


Eu hein!
Foto: Sergio Dutti (Agência Estado)

O que político não faz para aparecer!


Foto: Diego Padgurschi (Folha Imagem)

Fantástico! Exemplo de consciência ecológica


O vídeo é antigo. Mas tem tudo a ver com a semana do meio ambiente. Peguei a dica no site dos meninos do consciencia.net
Reparem na reação dos adultos ouvindo o discurso da menina. Ganhei o dia.

domingo, 3 de junho de 2007

A frase da revista do Globo

"Tá pensando que me achou na Internet?"
(Mulher para o marido que não puxou a cadeira para ela se sentar)

Fonte: Karen Shishiptorova (eita sobrenome!)

A frase da (próxima) semana




"Eu me considero um cara de visão"
(Christian Wagner, namorado de Natália Guimarães, segunda colocada no concurso Miss Universo)

A frase da semana


E a Luciana Gimenez, que os maldosos chamam de "Lucianta":
"Mãe, queria agradecer por você ter me tido".
Jece Valadão também agradeceu.

sábado, 2 de junho de 2007

A brasileira que cantou com os Beatles


E o Joaquim foi resgatar a história da Lizzie Bravo que cantou com os Beatles!

Porque hoje é sábado! - 2 (Mário Prata)

Eu sei que hoje é quarta-feira e que o título da crônica são versos do imortal Vinicius de Moraes.

E os poetas são aqueles que enxergam primeiro, são mais artistas que um cronista semanal, por exemplo.

Agora, com a idade entrando na carne e na dor da gente, vamos percebendo o significado de uns versos que ficaram na nossa memória de adolescente. Entendemos melhor, digamos assim.

O sábado, por exemplo. Nunca dei tanto valor para o sábado, como agora. Em primeiro lugar porque tem o domingo depois. Esse sim, como diz o Jornal da Tarde, é o dia do bode. Ou seja, no sábado você tem direito a tudo e ainda conta com o domingo para sarar, recuperar, tirar as culpas. Não fosse domingo o dia da família, talvez até desse para enfrentar. Mas domingo é um horror. Já começa com missa logo de manhã. Pode? Mesmo quando a gente viaja. Domingo é o dia da volta, das filas. E o pior, do domingo, é que é a véspera de terrível segunda-feira.

Segunda-feira, como todo mundo sabe, é o dia de começar tudo. Desde o trabalho e o regime, aquele desejo de parar de fumar, beber menos. Não pode haver dia pior porque, na verdade, a única coisa que todo mundo faz mesmo na segunda-feira, é trabalhar. Planos e projetos ficam sempre para o mês que vem. Principalmente a dieta e o cigarro. E quer coisa pior da segunda-feira que o colega (ou a colega) de trabalho do lado contar como foi o fim de semana dele? Em detalhes?

Mas voltemos ao sábado. No sábado tudo é permitido. Tudo. Até brochar, num sábado você pode. Mas brochar, por exemplo, numa quarta-feira é imperdoável, literalmente. Sábado, não. Tem outras horas, mais tarde, quem sabe, mais um uisquinho. No sábado as nossas mulheres entendem.

No sábado tem o churrasco em casa e a feijoada no restaurante. Em ambos os casos não tem hora nem para começar e nem para acabar. Não é como a feijoada de quarta-feira onde o cara se enche todo e volta, coitado, para a repartição, arrotando e flatulando.

No sábado você pode desejar a mulher do próximo, mesmo que ele esteja próximo. Pode acordar a hora que quiser. Pode deitar a hora que quiser. Pode encher a cara e esvaziar a cabeça.

No sábado, de noite, você pode jogar um poquerzinho com a turma que a sua mulher não vai reclamar. Mas experimente marcar um pôquer para a quinta-feira. Dá briga. Tudo pode, no sábado.

Não é muito mais gostoso ir ao futebol no sábado? Domingo é dia de ficar em casa vendo pela televisão, as reprises, aqueles gols todos.

Sábado é dia de cinema e teatro. Tem sábado que dá até para enfrentar uma pizza. Mas pizza noutro dia é cafona. Pizza na quinta, por exemplo. Não tem sentido. No sábado, não. É programa.

A sexta-feira pode ser considerado um péssimo dia. Último dia de trabalho, você cansado. Mas a sexta-feira tem uma vantagem. No outro dia é sábado. Na verdade, o verdadeiro sábado começa quando você sai do seu trabalho. Quando escurece na sexta-feira, já estamos no sábado. O sábado vai das seis da tarde da sexta, até a madrugada de domingo. Sim, o sábado é o único dia da semana que tem 36 horas. Corridas e lentas ao mesmo tempo.

Quer dia melhor para lavar o carro, visitar os filhos? Quer trânsito melhor que o de sãbado? O carro desliza pela cidade como se estivéssemos em outro planeta.

Sábado é o único dia da semana que dá para ver um filme na televisão, de tarde, sem ficar com culpa. Numa boa.

Sábado tem sol mais bonito, o dente de siso não dói, a úlcera some (volta sempre na segunda de tarde), o uísque desce mais macio, a gente demora para ficar de porre. A gente tem o dia inteiro para ler o jornal, fazer palavras cruzadas.

Eu acho que quando Deus criou esse nosso mundo, deve ter pensado: vou fazer um dia só para os homens. O sábado. As mulheres que me desculpem, mas sábado é um dia masculino, com o que (eu acho) o meu grande poetinha ia ter que concordar.

Tudo isso só porque hoje é sábado e eu estou escrevendo essa crônica para você.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Porque hoje é sábado!

"Dia da Criação"
Vinicius de Moraes

Hoje é sábado, amanhã é domingo
A vida vem em ondas, como o mar
Os bondes andam em cima dos trilhos
E Nosso Senhor Jesus Cristo morreu na cruz para nos salvar.

Hoje é sábado, amanhã é domingo
Não há nada como o tempo para passar
Foi muita bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo
Mas por via das dúvidas livrai-nos meu Deus de todo mal.

Hoje é sábado, amanhã é domingo
Amanhã não gosta de ver ninguém bem
Hoje é que é o dia do presente
O dia é sábado.

Impossível fugir a essa dura realidade
Neste momento todos os bares estão repletos de homens vazios
Todos os namorados estão de mãos entrelaçadas
Todos os maridos estão funcionando regularmente
Todas as mulheres estão atentas
Porque hoje é sábado.

Neste momento há um casamento
Porque hoje é sábado
Hoje há um divórcio e um violamento
Porque hoje é sábado
Há um rico que se mata
Porque hoje é sábado
Há um incesto e uma regata
Porque hoje é sábado
Há um espetáculo de gala
Porque hoje é sábado
Há uma mulher que apanha e cala
Porque hoje é sábado
Há um renovar-se de esperanças
Porque hoje é sábado
Há uma profunda discordância
Porque hoje é sábado
Há um sedutor que tomba morto
Porque hoje é sábado
Há um grande espírito-de-porco
Porque hoje é sábado
Há uma mulher que vira homem
Porque hoje é sábado
Há criançinhas que não comem
Porque hoje é sábado
Há um piquenique de políticos
Porque hoje é sábado
Há um grande acréscimo de sífilis
Porque hoje é sábado
Há um ariano e uma mulata
Porque hoje é sábado
Há uma tensão inusitada
Porque hoje é sábado
Há adolescências seminuas
Porque hoje é sábado
Há um vampiro pelas ruas
Porque hoje é sábado
Há um grande aumento no consumo
Porque hoje é sábado
Há um noivo louco de ciúmes
Porque hoje é sábado
Há um garden-party na cadeia
Porque hoje é sábado
Há uma impassível lua cheia
Porque hoje é sábado
Há damas de todas as classes
Porque hoje é sábado
Umas difíceis, outras fáceis
Porque hoje é sábado
Há um beber e um dar sem conta
Porque hoje é sábado
Há uma infeliz que vai de tonta
Porque hoje é sábado
Há um padre passeando à paisana
Porque hoje é sábado
Há um frenesi de dar banana
Porque hoje é sábado
Há a sensação angustiante
Porque hoje é sábado
De uma mulher dentro de um homem
Porque hoje é sábado
Há uma comemoração fantástica
Porque hoje é sábado
Da primeira cirurgia plástica
Porque hoje é sábado
E dando os trâmites por findos
Porque hoje é sábado
Há a perspectiva do domingo
Porque hoje é sábado

(...)