quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

"Carta ao meu amigo Valdir", por Mauro Ferreira


Mais um amigo jornalista querido acaba de publicar um belo texto no face sobre Espinosa. Pedi e ele me autorizou a publicar aqui. Obrigado, Mauro. Textaço.

"Pois é... taí a carta que eu não gostaria de escrever.

Serve a presente, querido amigo Valdir, de lembrança de promessa feita por ambos vão-se longos anos. Promessa recordada e renovada quando nos reencontramos na festa de lançamento de sua candidatura a vereador pelo PDT. Prometi escrever suas memórias, seus casos, conquistas, derrotas, segredos, a vida. E você prometeu a mim contar o que não havia contado a ninguém. Não cumprimos nossas promessas.

Acaso do acaso, ontem estava vasculhando minhas matérias antigas. E encontrei muitas, principalmente quando cobria o Flamengo e vc era o técnico. De todas a que guardo com mais carinho não tem você como protagonista, mas como a fonte que me ligou avisando que Renato Gaúcho estava em sua casa, junto com a Luma de Oliveira, aguardando o anúncio da convocação para a Copa de 90. Você foi solidário a mim quando soube que não publicaram a matéria assegurando a convocação de seu “filho”. Eu me recusei a dizer a fonte.

Valdir, por que agora? Por que justo agora quando eu me preparava pra ficar horas, dias, o tempo que fosse necessário, ouvindo e compilando suas histórias para colocá-las num livro, num vídeo, num podcast?

Valdir, essa carta vai encontrar você em algum plano, mas vai encontrar. Há muito o que escrever sobre um cara que amava futebol a ponto de batizar seu primeiro filho de Rivellino; há muito o que rir de um sujeito engraçado, que falava com os olhos azuis, que sorria ao ser chamado de Marlon Brando brasileiro, mas pedia silêncio quando lembravam o namoro com Gretchen. Sim, há muito o que contar.

Eu ainda posso cumprir a minha parte da promessa, mas não ouvir você contar as histórias naquele seu jeito sacana, voz de locutor de rádio, sotaque gaúcho carregado, vai acabar azedando a receita. Não era a hora. Não era mesmo.

Faz o seguinte: safo que é, leva um particular com São Pedro e pede devolução por período restrito à ”contação”. Acho que uns dois meses é suficiente. Uma espécie de confissão para poder subir aos céus na plenitude da luz divina.

Agora, falando sério: pô, véio, não era a hora, né?"

"Valdir Espinosa. Pra tudo se acabar na quinta-feira", por Paulo Marcelo Sampaio


Meu querido amigo P|aulo Marcelo Sampaio, jornalista de primeiro time e autor de belos livros sobre o Botafogo, postou o texto abaixo no facebook. Bela homenagem. Pedi pra compartilhar. Cá está:

"Ele vinha com uma sacola de supermercado, daquelas de plástico, bem simples. Esperava na fila, paciente. Como um reles mortal. Quem chegasse de outro planeta, achava que ali, no salão nobre do Botafogo, estava mais um torcedor. Torcedor com a nostalgia de uma conquista.

Quando chegou a vez dele, estendeu a mão e me entregou uma camisa social branca. "Lembra que te falei que na campanha de 89 eu usei uma camisa só, em todos os jogos. É essa aqui. E é tua, campeão", me disse Valdir Espinosa. "Não posso aceitar, amigo", devolvi. Espinosa não desistiu. "Estava no fundo de uma gaveta. Você vai dar mais valor a ela".

Hoje a camisa está emoldurada. Na parede. E no coração estão emoldurados o carinho, a admiração e a amizade por um homem gentil, risonho e desprendido que atendia pelo nome de Valdir Atahualpa Ramirez Espinosa."


"21 depois de 21", um clássico, com o também

amigo e talentoso Rafael Casé. "Os dez mais do Botafogo".

Obrigado, Valdir Espinosa

Foto: reprodução Internet

Valdir. Espinosa. Valdir Espinosa foi desses que passou pela Botafogo e deixou marcas. Gravou o nome na nossa história gloriosa. Deu um título desejado durante 21 anos. Saiu, voltou, mas sempre teve as portas abertas. Ia ser importante no reerguimento do clube. Os jogadores adoravam ele, a torcida adorava ele.

Vá na Paz, Cara. Continue torcendo pra gente. Se possível, dê uma forcinha.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Se Inter e São Paulo realmente atropelarem o Botafogo na negociação com Yaya Toré tem que romper relações

Tá rolando por aí. Pode ser fake, pode. Fofoca, pode. Mas onde há fumaça, há Fogo. No caso, Botafogo. Tem que se impor. Por isso que o Brasil está desse jeito. A ética foi jogada pra cucuia. Vide o que acontece hoje em Brasília. Um cara que trabalha no governo, tem uma empresa que faz contratos com o governo e o governo acha isso normal.

Saiba um pouco mais sobre Honda, o ídolo que a torcida do Botafogo esperava desde a saída de Seedorf


O repórter Alex Sabino, da Folha de S. Paulo, publicou hoje um belo perfil sobre Honda. Vale a pena conferir.

Aposta do Botafogo, Honda é sócio de Will Smith e manager no Camboja
Meia de 33 anos contratado pelo clube carioca tem vida agitada fora de campo

Foto: Vitor Silva (reprodução Folha de S. Paulo)

SÃO PAULO
Responsável pelo frenesi que torcedores do Botafogo não sentem desde 2012, quando o holandês Clarence Seedorf aceitou atuar pelo clube, o japonês Keisuke Honda, 33, é um jogador único no futebol mundial.

O meia-atacante, apresentado para a torcida alvinegra no dia 8 de fevereiro e que ainda não tem data para estrear pelo time, se define como “incansável” e com múltiplos interesses que vão além da sua profissão de atleta.

Ao mesmo tempo em que jogará no Brasil, continuará como dono de equipe (e com planos de fundar outra), manager em uma seleção, empresário, investidor de um time de eSports e sócio do ator americano Will Smith em fundo de investimentos de US$ 100 milhões (R$ 438,5 milhões).
“Eu gostaria de ficar uma semana longe do telefone celular, mas é impossível”, ele disse em outubro de 2019 para o jornal Japan Times.

Não é a primeira vez que o Botafogo aposta em estrangeiros com personalidade midiática. O uruguaio Sebastián "El Loco" Abreu foi ídolo da torcida de 2010 a 2012. Desbocado, capaz de dar respostas elaboradas e atacante que passou por mais clubes na história do futebol mundial (foram 29), ele hoje em dia é apresentador de TV em seu país natal.

Em 2012, o time do Rio de Janeiro foi o último da carreira de Seedorf, que havia defendido Real Madrid (ESP), Internazionale (ITA) e Milan (ITA).

O contrato de Honda até dezembro prevê um salário fixo de R$ 150 mil e participação financeira em tudo o que o Botafogo faturar comercialmente envolvendo o nome do japonês. De acordo com informação publicada pelo UOL, ele exigiu andar em carros blindados e acompanhado por seguranças particulares.

“Keisuke é diferente de tudo o que você pode encontrar no futebol. Tem vários interesses que vão além do esporte. Exerce grande influência nos outros jogadores e nos ajudou muito em campo, até que sofreu uma lesão na coxa. Depois disso, não conseguiu ser mais o mesmo jogador”, disse à Folha o técnico australiano Kevin Muscat, que dirigiu Honda no Melbourne Victory em 2018 e 2019.

Profissionalizado pelo Nagoya Grampus Eight em 2004, o meia-atacante sempre chamou a atenção por desvirtuar padrões em uma cultura acostumada a seguir as regras de forma rigorosa.

Apesar de escalado no lado esquerdo do ataque, gostava de se deslocar pelo meio, para desespero do treinador. Quando os jogadores do país usavam cortes de cabelo muito parecidos, ele pintou o seu de loiro. Virou marca registrada.

Ao ser chamado para a seleção principal do Japão, aos 22 anos, previu que seria campeão do mundo. Isso não se realizou, mas ele foi o único asiático a fazer gols em três Copas (2010, 2014 e 2018).

Antes de Honda, nenhum japonês havia chegado às quartas de final da Champions League. Ele conseguiu isso em 2009, pelo CSKA Moscou. Destacou-se no clube russo, mas esteve longe de ser unanimidade.

Na opinião de outros integrantes do elenco, o astro jogava para si, não para a equipe. Em Moscou, ele pagava seu próprio fisioterapeuta e se recusava a usar os do clube.

“Durante quatro anos, ele só compareceu à reunião dos jogadores duas vezes. Não notei que ele tivesse qualquer hobby fora do futebol. Eu não o chamaria de profissional, mas de um robô”, disse o zagueiro Sergei Ignashevich em entrevista após a saída do japonês.

A queixa de Ignashevich de que o então companheiro parecia não ter outros interesses fora do futebol chama a atenção, porque é difícil achar outro atleta com atividades tão diversificadas.

A Honda ESTILO, empresa que pertence aos seus irmãos Hiroyuki e Youji, comprou em 2015 49% do SV Horn, então na terceira divisão australiana (hoje está na segunda). O dono de fato é Honda, que chegou a prever que em três anos o time estaria na elite do país, e em cinco, na Champions League asiática. Isso não ocorreu.

Ele se tornou interessado em ter o próprio clube em 2014, ao presenciar os bastidores do Milan, o gigante que atravessava uma fase difícil que até hoje não passou. Afirma que analisava o que via com os olhos de um gerente, de empresário, não apenas de jogador. Se descobrisse como um time daquele tamanho havia deixado de ser uma força da Europa, seria possível saber como fazê-lo subir de novo.

O japonês não tem boas lembranças da passagem pelo Milan, mesmo realizando o sonho de infância de usar a camisa 10 da equipe. Concluiu depois que o clube não tinha direção, contratava jogadores veteranos em excesso e não podia ir adiante com tantas trocas de treinadores. Foram cinco nas quase três temporadas em que permaneceu na Itália.

Os anos em Milão serviram para ressaltar seu gosto pela moda. Foi visto na primeira fila em desfiles da Louis Vitton, Lanvin e Dior. Despertou críticas nas redes sociais ao posar para foto usando dois relógios de luxo da marca Gagá Milano, que podem chegar a R$ 10 mil. Ele tinha um em cada pulso.
No início deste ano, o jogador anunciou a intenção de montar um novo clube, chamado One Tokyo, na capital japonesa. A ideia, segundo ele, é criar um time capaz de ter impacto global. Iniciaria na quarta divisão e, nos primeiros anos, seria amador.

Outra empreitada recente em que embarcou foi aceitar convite para ser o treinador da seleção do Camboja a partir de 2018. Na prática, porém, ele ocupa o papel de gerente. No banco de reservas fica o ex-jogador argentino e seu amigo Felix Dalmas, com quem tem conferências semanais por vídeo.
Ele acompanhou todos os jogos das eliminatórias para a Copa de 2022 a distância. Inclusive a derrota por 14 a 0 sofrida para o Irã.

“Keisuke é uma personalidade única. Ele tem diversos investimentos, escolas, suas próprias companhias e um fundo de investimentos com Will Smith. Ele é um renascentista, alguém interessado em artes. Tudo o que ele faz é pouco usual. Faz o que faz porque deseja sempre ser desafiado”, definiu Dalmas.

No mesmo ano em que passou a trabalhar com o futebol do Camboja, Honda lançou um fundo de investimentos com o ator americano. Em entrevista, Smith disse ter conhecido Honda e o considerado um sujeito “muito interessante”.

O Dramers Fundo é um dos investidores da Gen.G, equipe de eSports dos Estados Unidos.


domingo, 23 de fevereiro de 2020

Já estão vendendo camisas do Botafogo no Japão


Aí os sentões piram. Reprodução: twitter.

Botafogo é notícia no mundo por causa da possível contratação de Yaya Touré

Taí. É só o Botafogo se movimentar um pouco que é notícia no mundo inteiro. Os sentões framenguistas piram. Sabem que o reinado pode acabar a qualquer momento. Quem postou foi meu camarada Ed Musicvibe no grupo de debates Botafoguenses Asmáticos.





Na alegria ou na tristeza por Yaya Touré

Leram o texto do PVC no site do Globo Esporte? Cliquem AQUI.

sábado, 22 de fevereiro de 2020

Botafogo quer virar armazém de secos e molhados

Leio no site do Globo Esporte, em matéria assinada por Davi Barros, que a diretoria do Botafogo está "otimista" em atingir o número estipulado em conjunto entre o departamento de futebol e o financeiro para arrecadar dinheiro com a venda de jogadores.

"Isso porque o clube já conta com um pequeno valor a descontar dos R$ 62 milhões: o empréstimo de João Paulo ao Seattle Sounders rendeu ao Botafogo 1,2 milhão de dólares (R$ 5 mi na cotação de janeiro deste ano) e ainda pode dar mais R$ 3,3 mi, se o jogador for comprado pelo time americano.

Além disso, o Alvinegro também cogita outros jogadores que possam ser vendidos no decorrer do ano. Os principais nomes especulados envolvem alguns dos jovens destaques do Glorioso e que o clube tenha a possibilidade de vender - emprestados, naturalmente, não entram nessa conta.

Entre eles estão o zagueiro Marcelo, o lateral-direito Marcinho, o atacante Luis Henrique (todos formados na base) e o centroavante Pedro Raul (Botafogo tem 70% dos direitos econômicos do atleta). Porém, ainda não houve nenhuma proposta concreta para qualquer um dos atletas. Segundo uma pessoa ouvida pela reportagem, a estimativa é feita com base no valor de mercado de determinados jogadores, que são calculados por um software.

Uma das razões para o otimismo da diretoria também está na quantidade do dinheiro que o clube arrecadou com vendas em 2019. Somadas as vendas de Matheus Fernandes (R$ 15,5 milhões), Igor Rabello (R$ 13 mi), Ezequiel (R$ 5 mi), Jonathan (R$ 4,5 mi), Leandro Carvalho (R$ 3 mi), Glauber (R$ 2,5 mi) e Pimenta (R$ 1,5), o Botafogo totaliza R$ 45 milhões e espera acumular um pouco mais em 2020."

Quer dizer, o Botafogo está doido pra vender Marcelo que está jogando um bolão, Luis Henrique que parece ter futuro, Marcinho, que chegou a ser convocado pra seleção brasileira (embora a torcida não morra de amores por ele) e, pasmem, Pedro Raul, que parece ser o 9 que a torcida sempre sonhou, apesar de um monte de fracassos com diversos jogadores, entre eles um bonde chamado Tanque.

Novos e tristes tempos. E ainda vende mal. 62 milhões é a faixa de preço que o Mengo tem vendido um monte de novos Neymares que em pouco tempo viram sucata na Europa. Cadê Vinicius Jr? Cadê Lucas Paquetá? Cadê Vizeu que quase veio parar no Botafogo?

Quando a gente pensa que pode ter esperanças transformam o clube num armazém de secos e molhados.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Torcida do Botafogo faz memes sobre indefinição da contratação de Yaya Tourè



Confesso que levei dois sustos. Não se faz isso com a gente. Tô quase sem dormir de ansiedade. Baita contratação. Que nem ou maior do que a do Honda. Os sentões vão pirar.

Contagem regressiva pro sim ou não do Yaya

É hoje, é hoje. Só divulgo aqui com uma confirmação oficial do Clube ou do jogador. Como ocorreu com Honda. Vamos torcer, vamos torcer. Os sentões vão pirar.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

Honda não vai entrar no Sambódromo

O FogãoNet divulgou que Honda recebeu 50 convites para ir ao Sambódromo ver o carnaval. Achou legal, mas perguntou que horas começava e terminava.

Quando falaram que era de 9h da noite às 5h da manhã, Honda respondeu que dormia às 9h30 da noite:

"Obrigado, não vou poder ir".

Botafogo com sorte! Alguma coisa boa está pra acontecer

Não vi o jogo. Não consegui acessar aqui no mato. Mas soube. Grande Gatito. E ainda queriam se livrar do cara. Mas parece que as invenções do Autuori não deram certo. Cícero e Danilo no ataque! Mas o elenco ainda vai "encorpar", como dizem hoje em dia. Agora é aguardar a estreia do Honda. E torcer pela contratação do Yaya.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Opinião: respeitem o Carli


Desde que chegou desconhecido de um time sem expressão da Argentina, Carli sempre honrou a camisa do Glorioso e demonstrou carinho pelo clube e pela torcida. Deu um título ao fazer o gol da decisão contra o Vasco em 2018. Está mal atualmente? Está. Mas não podemos descartar o cara. Que saia de cabeça erguida e com o carinho da torcida e o respeito do clube.

"Tostão era um facínora?", por Roberto Sander

Quando o debate é inteligente, publique-se.

Postei ontem aqui texto do João Baptista de Abreu (abaixo) criticando Jorge Jesus, técnico do Mengo, por ter se encontrado e tirado foto com o por enquanto despreparado "presidente" Bolsonaro.

Hoje, com autorização do autor, meu amigo Roberto Sander, também jornalista e também craque, publico aqui um texto "defendendo" Jesus. 

Debater é preciso.

"Nesses tempos de polarização e com os ânimos a flor da pele, temos que ter alguma serenidade. Vejo o técnico do Flamengo Jorge Jesus sendo massacrado porque tirou foto com Bolsonaro. "Fascista" é o mínimo o que se diz dele. Não é bem assim. O universo do futebol é um mundo à parte.

O que existe é mais alienação do que fascismo ou qualquer outra denominação. Na Copa de 1970, todos os jogadores campeões do mundo posaram ao lado do facínora general Médici, inclusive Tostão, que desde essa época já demonstrava um nível de consciência social acima da média.

Então Tostão era também um facínora por causa disso? Menos rapaziada..."


Foto: reprodução internet

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

"O gajo bufão", por João Baptista de Abreu

O assunto gerou polêmica. A foto mais ainda. Jorge Jesus se encontrou com o sujeito que habita o Palácio do Planalto como presidente no momento. Um homofóbico, racista, machista, preconceituoso, envolvido com milicianos, defensor de torturadores e muito mais. Este Blog tem uma posição clara e radical contra esse tipo de gente.

Quem ainda defende esse desqualificado não é bem-vindo no Blog do PC. Tenho um lado. E não é o do retrocesso e da barbárie. Botafoguenses não podem compactuar com esse despreparado. O Botafogo deste Blog é o Botafogo de João Saldanha. Não é o Botafogo de Charles Borer.

O fato de Jesus, que não é aquele que sobe em goiabeiras, ter visitado essa pessoa gerou polêmicas. Meu amigo botafoguense de longa data, João Baptista de Abreu, conceituado jornalista e professor universitário, publicou o texto abaixo nas redes sociais. Com autorização do próprio republico aqui:

"ESSE TREINADOR DO FLAMENGO tem-se revelado um gajo bufão, incensado pelas conquistas do clube e pelo oba-oba dos dirigentes e da imprensa esportiva. Mas é como diz o ditado: quanto mais alto o degrau na escada, maior é o tombo.

Em apenas uma semana, ele menosprezou o campeonato carioca, o Fluminense, o Goiás - quando disse no vestiário após o jogo que o jovem Michael não estava acostumado a ganhar títulos nacionais - e ainda se prestou a garoto-propaganda de Jair Bolsonaro.

Antes já tinha desqualificado os técnicos brasileiros. Opá, tu és um gajo escroto. Pensas que és muito gira, mas sabes que no fundo não vales mais que uma bifana com vinho barato.

Gente da imprensa esportiva chapa branca alega que a conduta dele é a forma de o português se expressar. Não é. Morei lá e sei que os portugueses costumam ser educados; muitas vezes irônicos, algumas sarcásticos, como Eça de Queiroz, mas não são mal educados. Jornalistas baba-ovos vão-se apressar a ocupar este espaço virtual para fazer provocações, mas fica o registro.

Esse Jesus ainda acaba crucificado e não adianta pôr a culpa em Judas Escariotes. O gajo é mesmo um bufão e tem um ego maior que a Serra da Estrela."

O Jesus verdadeiro foi torturado
e jamais homenagearia um defensor de torturadores


Eu duvidei da contratação do Seedorf, eu duvidei da contratação do Honda, eu estou duvidando da contratação do Yaya Touré...

Portanto...

Vai que vem.

Aí mesmo é que os SENTÕES vão se rasgar. Os holofotes vão iluminar de novo o Glorioso.

Pelé na biografia de Armando Nogueira





Enquanto o Blog esteve parado olhem só quem entrevistei pro livro sobre Armando Nogueira que estou finalizando.

HONDA vem aí. 

O Blog do PC vai voltar. Aguardem

Foram 4 milhões de visitas durante o tempo em que estivemos no ar. Vamos voltar falando de futebol (do Botafogo em especial), de literatura, de amenidades e de muito mais. Espalhem por aí.

domingo, 19 de novembro de 2017

Livro sobre Armando Nogueira vem aí


Amigos e amigas: desculpem a ausência. Além de continuar trabalhando muito na divulgação e lançamentos do livro sobre Sandro Moreyra, começo a preparar a biografia de outro ilustre jornalista botafoguense, Armando Nogueira.

Como em breve estarei de férias na faculdade, prometo vir aqui mais vezes.

Hoje, com o empate contra o São Paulo, estou de cabeça inchada. Esse time está querendo jogar fora a mais fácil classificação pra Libertadores.

Ah se os brigões do Flamengo jogassem no Botafogo!

Framenguistas dão desculpas pra tudo, mas eu tenho memória.
O que aconteceu hoje com dois jogadores do sentão terminaria de forma diferente se os dois jogassem no Botafogo.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Vai, Bruno Silva, vai ser um Arão e um Sassá na vida

Belo texto do meu camarada é talentoso historiador botafoguense Rafael Casé sobre Bruno Silva e todos que estão fazendo corpo mole nesse final de Novembro após uma bela campanha no ano.

UM GESTO DE ADEUS (senta que lá vem textão)

Se torcedor é passional, eleve esse fator ao cubo, e você estará se aproximando de um coração botafoguense.
 Não é fácil ser jogador do Botafogo. Mas também não é nada fácil torcer pelo Botafogo.
 Se o sujeito, realmente, quiser fazer diferença portando aquela estrela no peito, se quiser ser lembrado (nem digo idolatrado) com carinho por essa torcida, tem que demonstrar, antes de tudo, vontade. Talento nem sempre é o fator primordial para que surja uma sincera admiração. Em um clube com gigantescos craques (talvez nenhum outro possa se orgulhar de uma constelação de foras-de-série assim), também há espaço para os que se esforçam, suam, se entregam; para aqueles que demonstram amor (nem digo pelo clube, pois no futebol de hoje, isso é cada vez mais raro) mas pelo jogo em si, pela bola... Esses também têm vez no acolhedor e doído coração de um botafoguense. 
 O time do Botafogo de 2017 esteve muito longe de ser um grande time, mas se mostrou, em muitos momentos, um time grande. União, dedicação e força de vontade trouxeram, a reboque, mais um jogador: a torcida. E aí, a química se fez. Gatito se agigantou, Carli virou xerife, João Paulo deu seu sangue (literalmente, e mais de uma vez), Bruno Silva jogou como nunca e Rodrigo Pimpão desandou a fazer gols inacreditáveis.
 Vi a torcida feliz. Ninguém se iludia em relação à qualidade desse time, a fragilidade era latente, mas havia um algo a mais e isso era suficiente para ir ao Nilton Santos com uma confiança há muito desaparecida. A paciência alvinegra alcançou seus píncaros. Bastava alguém ensaiar uma vaia que imediatamente era criticado pelo vizinho. Havia uma compreensão da tênue situação vivida. Se o time era frágil, cabia à arquibancada reforçá-lo.
 A entrega dos jogadores chegou mesmo a arrancar elogios quase invejosos de jornalistas e torcedores que nunca foram simpáticos ao Botafogo. Aquela ligação dentro e fora das quatro linhas, tão rara nos dias de hoje, se mostrou como um desejo coletivo de todos aqueles que amam essa coisa chamada futebol.
 A cena que simbolizou a tal união se deu ao final da partida contra o Atlético Nacional, quando  jogadores foram em direção à torcida e pediram bandeiras, para que eles mesmo as fizessem tremular. A simbiose se concretizava de uma maneira espontânea (quero eu acreditar) e inesquecível. O Marketing do clube soube explorar este momento e tratou de repeti-lo em um comercial do programa de Sócio Torcedor (que mais que dobrou em adesão em 2017). Tudo parecia bem, até que a realidade resolveu bater à porta.
 O Botafogo foi eliminado da Copa do Brasil, jogando de forma acovardada, e da Libertadores, pelo menos, lutando. Daí pra frente, a cada jogo, o time foi caindo. Uma ou outra atuação decente, mas, na média, bem abaixo do que vinha fazendo. Jogos ganhos, em casa, foram, absurdamente, perdidos. Resultados alheios ajudando de toda a forma, mas o próprio Botafogo não se ajudando.
 Três derrotas seguidas, no Niltão, em plena reta final de campeonato e com mais uma Libertadores nos esperando de braços abertos (e ainda há chances, por incrível que pareça), fizeram com que o caldo entornasse e a torcida assumir sua personalidade de Mister Hayd, o monstro ao invés do médico.  O baixo nível apresentado pelo time (seja por suas limitações, seja por desânimo) fez com que surgissem pesadas vaias a jogadores até então incensados. Vaias, muito mais de decepção do que de raiva. Vaias contra a dura realidade de que a carruagem virara abóbora.
 Há quem defenda que isso de nada ajuda, concordo. E há quem diga que não dá pro sujeito que saiu de casa num dia de semana, à noite, debaixo de chuva, não reclamar ao ver onze sujeitos apáticos, sem qualquer poder ofensivo, se deixarem derrotar passivamente quando a hora é de dar tudo para fazer o ano ter valido a pena. E eu também concordo. O problema é que a paixão e a razão vivem juntas no peito do torcedor, e a paixão fala mais alto. Aliás, não fala, berra bem mais alto na cabeça do botafoguense. Um berro que explode, muitas vezes em vaias.
 O que dói mais, no torcedor, é ver um gesto como o de Bruno Silva, talvez o melhor jogador do ano no Botafogo, desdenhando das vaias, ao ser substituído, e avisando que está de partida (provavelmente para o Cruzeiro). Pode-se dizer que estava de cabeça quente, irritado com a marcação dos torcedores (os mesmos que tanto o aplaudiram), mas foi infeliz, muito infeliz. Foi como se dissesse: “F*dam-se, eu já estou de partida. Não estou nem aí para vocês”.  Isso vir do mesmo jogador que dias antes derramava em amores pelo clube e pela torcida (amor retribuído), foi inaceitável.
 Numa entrevista, alguns dias atrás, em tom de desabafo, Bruno admitia que podia não ser um grande craque, mas que sabia fazer valer a pena. E isso, para a imensa maioria da torcida do Botafogo, já seria suficiente (mesmo sujeito a vaias esporádicas com as quais, como profissional experiente que é, já deveria ter aprendido a conviver).  Porém, o gesto de desdém ao sair de campo, se transformou em um inevitável gesto de adeus. E, infelizmente, pela porta dos fundos.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Como o Flamengo foi salvo do rebaixamento em 2013, o livro

Não conhecia. Me indicaram no facebook. Vou ler. Sei que vai ter um chororô danado por parte dos sentões, mas fazer o quê? Quem acompanha futebol sabe muito bem o que aconteceu no Brasileiro de 2013. Vou em busca de novas informações. 


Quarta-feira, dia 8 de novembro, lançamento do livro sobre Sandro Moreyra na Blooks Livraria de São Paulo


Amigos, amigas e tricolores. Quem puder comparecer, será muito bem-vindo.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Botafogo empata cagado a la Framengo graças às meninas gandulas do Avaí

Talvez o pior jogo do Botafogo no ano. Não mereceu empatar no finalzinho. Não quero o Glorioso igual ao sentão.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Livro sobre Sandro Moreyra vai ser lançado dia 8 de novembro em São Paulo


Alô alô amigos de São Paulo. Quero conhecer ou reencontrar vocês. Prestigiem. Juca Kfouri, José Trajano e Ruy Castro leram e gostaram.

Las manos, cadê os ecos?

O que foi aquilo no jogo do Botafogo contra o Vasco? Dois "lances duvidosos" na área do Vasco e o juiz optou pelo Vasco. Um "lance duvidosíssimo" no gol do Nenê e o juiz optou pelo Vasco.
Cuidado presidente CEP. Aquele certo time está na briga por uma vaga na Libertadores. Coisas estranhas vão acontecer.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

A verdadeira história do Flamengo, segundo comentarista da Band

Resposta do comentarista da Band Sports ao Flamengo ao ser acusado de perseguição.

Desde a década de 60 , vocês escolheram ser AntiRio. AntiBrasil!!

Passaram a torcer contra os rivais incondicionalmente.

Foram os próprios flamenguistas quem causaram esse ódio nos outros, mas não pela grandeza e sim pela soberba imotivada.

Ao cogitar que todos os clubes brasileiros são secadores de resultados, só os flamenguistas conseguiram proezas como :

- Lotar aeroporto para receber o time do Manchester pra provocar o Vasco no mundial da Fifa em 2000.

- Criar nomes de torcida como "FlaManchester", "Flazulão", "FlaMadrid" , "FlaBoca", "Fla LDU", "Liga do Urubu" e por aí vai..

- Confeccionar, vender e comercializar camisas como "FlaMadrid" e "Liga do Urubu"

- Brigar com o Sport no tapetao e  na justiça pelo brasileiro de 87

- Assaltar o galo na libertadores

- Papeletas amarelas... Lembra?

- Tentar tirar a taça das bolinhas do São Paulo

- Tentar rivalidade de grandeza com a torcida do Corinthians

- Comemorações antecipadas👃🏼" cheirinho"

- Viver e insistir que o Vasco é o maior vice todos. Pois com esse vice na copa do Brasil contra o Cruzeiro, vcs passaram a ter 41 vices contra 39 do Vasco. Aprendam a fazer contas.

- E o pior : criar um contato telefônico de cadastro para torcedores da "FlaMadrid"

Essas, entre outros vexames, foram atitudes executadas unicamente pelos flamenguistas.

Por isso e só por isso o "arco-iris" torce contra vcs. Talvez também pelo fato da arbitragem e da imprensa serem sempre pró-Flamengo. Por mais nenhum outro motivo.

Não tem porra nenhuma de grandeza ou superioridade. Um time que tem a maior torcida, a maior receita de televisão e um sistema todo favorável, era pra ter muitos mais títulos que tem. Isso só mostra a mediocridade do Flamengo em não saber aproveitar as coisas, mesmo com tudo a seu favor.

Os antis são antis pq vcs começaram sendo anti. Parem com essa babaquice de criança mimada achando que são odiados pq são bons. Vcs são odiados pq são Medíocres.

Oliveira Andrade
Band Sports

Sandro Moreyra na Blooks Livraria de Botafogo e na Bienal de Pernambuco

Amigos, amigas e tricolores: desculpem a ausência. Tenho andado envolvidaço com o livro sobre o Sandro Moreyra. Quarta, dia 4 de outubro, entre 19 e 22 h, na Blooks Livraria, na galeria dos cines Itaú, na Praia de Botafogo, e domingo, dia 8, às 10h, na Bienal de Pernambuco, em Olinda.















quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Orgulho de ser botafoguense

Não era dia. Jogo igual. Ganhou quem fez o gol. Jogo feio o do grêmio? Sim. Mas sem sujar as mãos.
Vida que segue.

domingo, 10 de setembro de 2017

Botafogo treina contra o Flamengo pra jogo da Libertadores e ganha fácil na bola sem ajuda de arbitragem e "lances duvidosos"

Falar o quê? Facinho, facinho. Sem roubo ou cagada não dá pro time dos sentões.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

E o Flamengo, hein? Beneficiado pela arbitragem como sempre

Será que isso não acaba nunca? Será que os framenguistas não se envergonham nunca? A imprensa fala, a tv mostra, até os comentaristas globais admitem, mas nada acontece. Passa uma semana, no máximo duas. e tudo volta a acontecer. Já está enchendo o saco.

domingo, 27 de agosto de 2017

O Botafoguense é antes de tudo um forte

A luta continua. Tudo é sempre difícil pro Botafogo. O Bahia tem bons jogadores, especialmente no ataque, mas o Botafogo merecia a vitória. E ela veio. Um time abalado, vindo de uma eliminação injusta contra um adversário que entra sempre pela janela, raramente tem mérito.

Hoje vimos o mesmo zagueiro que foi expulso contra um time por falta violenta receber apenas um amarelo por falta parecida.

Arnaldo hoje representou muito bem a cara desse time. Desacreditado no início, tem lutado, tem corrido, está pegando confiança. A falta de sorte mais uma vez tirou nosso Carli de campo, que saiu desolado, mas Marcelo entrou e jogou bem como costuma jogar. Higor Rabello, um Monstro. Vitor Luis não sentiu o drible que o pereba framenguista conseguiu na sorte contra ele.

João Paulo e Rodrigo Lindoso jogando o feijão com arroz como sempre com um pouco de filé no futebol do JP. Bruno Silva mais uma vez decisivo.

Pimpão sempre raçudo e Roger fez hoje uma das melhores partidas pelo Glorioso, premiado com um golaço.

Vidas que seguem. Algo bom ainda está reservado pro Botafogo esse ano.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Lançamento de livro sobre Sandro Moreyra foi um festa de gentes boas

Ique, autor da capa

 PC e Ique

Ique, PC, Carlos Eduardo Novaes e Milton Temer

Eugênia Moreyra (filha de Sandro), Fernando Calazans,
Luisinho Nascimento, Janjão da Casa Carandaí, Rodrigo Figueiredo (marido de Sandra)
e José Antonio Gerhein

Fernando Calazans e PC

PC e jornalista Emilia Silveira

Durante entrevista pro repórter Plácido Berci, do SporTV

Paulo César Vasconcelos entre as assessoras de imprensa
Andréa Gonçalves e Rita Capell

Paulo César Vasconcellos e Eugênia Moreyra

PC e a editora Gisela Zincone

Sandra Chaves, Telmo Wambier, Ique,
Luiz Eduardo Resende e Romildo Guerrante

PC com parentes e amigos de Sandro

PC com dona Milu, primeira mulher de Sandro e mãe de Eugênia

Com o querido amigo Maurício Menezes
  
Com Mestre André Motta Lima

Maria Alice Paes Barreto, Sandra Chaves, Paulo Romeu,
Luciana Savaget, Telmo Wambier e Romildo Guerrante

Com a jornalista e professora Denise Lilenbaum

Com Eugênia Moreyra e dona Milu

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Galvão mostra livro sobre Sandro Moreyra no programa "Bem, amigos"

Olha o que ele fez, Olha o que ele fez, Olha o que ele fez.

Obrigado, Galvão Bueno.


Lançamento dia 22 de agosto em General Severiano, no Rio, a partir das 19h.


domingo, 13 de agosto de 2017

Mata-me, mas me deixa feliz, meu Botafogo




Dores no braço, no pescoço, pele fria, suor, ansiedade, falta de ar, palpitações… Tive tudo isso durante 90 minutos.
Mais um jogo desses como o de hoje contra o Grêmio e o enfarto me pega. Os caras se mataram em campo, especialmente o Fernandinho, que parecia estar disputando uma final de Copa do Mundo. O juiz só marcava faltas pro Grêmio e passou o jogo perseguindo os jogadores do Botafogo. O time perdeu uns 250 gols nos contra-ataques.
De bom: mais uma vez a atuação do Gatitto, a boa partida do Arnaldo e do Gilson, apesar dos gols perdidos pelos dois. Bons reservas pra Luis Ricardo e Vitor Luis. A boa atuação do meio de campo. Especialmente do maravilhoso fominha Bruno Silva. Valencia joga bola. Quando pegar ritmo de jogo vai ajudar bastante.
De mau: não tô levando fé nesse Brenner, apesar do passe pro gol.
O jogo hoje era chave. Ou a gente encostava na turma do rebaixamento ou na turma da tabela de cima. Encostamos na segunda opção e ainda por cima estamos na rabeta do sentão.
Vida que segue. Que o jogo de quarta seja decidido em campo.

Livro sobre Sandro Moreyra à venda nas principais livrarias do Brasil


Prestigiem. Sandro Moreyra era querido por torcedores de todos os times. E pelos jornalistas também.

Lançamento oficial dia 22 de agosto, terça-feira, em General Severiano, no Rio.







Parabéns a todos os pais botafoguenses, framenguistas, tricolores e vascaínos


Algumas horas de trégua. Parabéns a todos os amigos pais e filhos.

De coração.