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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Um novo Edson Luis, não!!!


O que esses covardes policiais e governantes do Rio e de São Paulo querem? Um novo Edson Luis? Violência policial NÃO!



23 comentários:

Fabio Medici disse...

é o que escrevi no FB: violência policial, não. E quebra-quebra de agências bancárias, não!(eu VI, ninguém me contou). Inceêndio de ônibus, não! Trânsito parado nas vias com 8 hospitais importantes de SP não!
por aí vai...
os dois lados são culpados. QUem usa arma como arma e paus, pedras e coquetéis molotov como armas...

pc guimarães disse...

Os dois lados são culpados? É o que escrevi no face. Ora, me poupe desse discurso conservador, meu querido Fábio. É só ver as imagens. Inclusive as divulgadas na Grande Mídia, como as duas acima.

Fabio Medici disse...

então está bom... retirar os passageiros e atear fogo num ônibus está certo?
quebrar ag~encia bancária idem?
Não deixar passar ambulãncia com sirene ligada está certo?
Ops... achar que está errado é ser conservador....

Philipe Lucas disse...

PC, concordo com o Fabio.
aqui no rio quebraram vidro de agencias, de carros, de uma igreja, picharam muros e fachadas, inclusive de outra igreja.

A policia pode ter se ter extrapolado, mas muitos que participaram da manifestação não agiram corretamente. Inclusive teve um jornalista pego pichando.

pc guimarães disse...

Violência não pode gerar violência, meus amigos.

Philipe Lucas disse...

Concordo.

por isso que o Fábio disse que os dois lados estavam errados.

Rick Faria disse...

Pois é, mas é tudo o reflexo de um povo sem educação mesmo.

Estamos no país onde se é normal jogar uma lata de cerveja pela janela, deixar o cachorro cagar na rua, estacionar em fila dupla, tentar tirar vantagem... etc.

Claro que eu também não gostaria de está levando um ente querido ao hospital quando acontece uma manifestação, mas eu também odeio ter que pagar uma passagem mais cara para me locomover na cidade.

Sejamos francos, quais maneiras um cidadão tem de atrair a atenção para uma reivindicação legítima?

Democraticamente? Todos sabem que a democracia e o sufrágio universal é uma conquista, e algo tão bonito quanto o comunismo, porém, se estudarmos um pouco, sabemos também que ambos não funcionam direito. Nosso país (e boa parte do mundo) vive uma pseudo democracia, onde temos o direito obrigatório de votar sempre nas mesmas pessoas. Tente ser o novo, e você saberá que o novo não ocupa o mesmo lugar do tradicional.

Desobediência civil? Essa seria minha forma favorita! Já que o povo é que legitima o estado, por que não torná-lo ilegítimo? Imagine, uma massa de 10 milhões de contribuintes simplesmente não pagando o Imposto de Renda, e depois isso aumentando ano após ano. O estado para, e parando ele ouve, negocia... Imagine também, mais que 20% do eleitorado se recusando a exercer o direito obrigatório nas eleições e não indo a lugar nenhum em um domingo, e depois isso aumentando, aumentando! Que legitimidade teria os eleitos? Imagine uma super greve, onde a maior parte dos setores parariam. Imaginemos esse cenário. O poder estaria com quem? Mas é tão ou mais utópico que a democracia e o comunismo, ainda mais em um país onde se interrompe uma boa conversa para acompanhar uma cena de novela.

Restam poucas coisas, e entre elas manifestações. E o intuito delas não dever ser de mera formalidade, como se dizendo “Olhem, nós não concordamos com isso, estamos em grupo, mas não vamos atrapalhar ninguém, é só para vocês saberem”. Isso não funciona.
Uma passeata tem que incomodar, pois o incomodo é um apelo para uma causa. Se a causa for justa, ainda que prejudique alguns, o interesse público majoritário é que deve prevalecer.
Claro que não concordo com quebra-quebra de patrimônio público e privado, mas concordo ainda menos que a polícia - que deveria proteger o cidadão - nunca o faça, e quando aparece é para fazer justo o contrário. Cadê a ferocidade do PM ao prender um assassino? Cadê o policial revistando bolsas atrás de armas? (Vinagre é arma?) Nós não vimos policiais em dias normais, (e nem os bandidos) e todos sabemos onde vivemos (me causa repulsa um secretariozinho de segurança pública de merda dar entrevista e acusar o cidadão de ser o responsável pela violência, pois facilita a ação do bandido). Agora policiais em protesto, ou nesses eventos da FIFA, puts... Parecem que se reproduzem, tamanho os números.

Não tenho nada contra o policial em si, pois ele é meu semelhante, e passa pelos mesmos problemas que eu, mas eu tenho muita raiva da PM em operações assim. É desnecessário, é desproporcional, é vergonhoso.

O que pode acontecer, são os mais inteligentes perceberem que mil policiais, de armas letais ou não, não conseguem disciplinar uma multidão de 10 mil, e partir para pequenas táticas de guerrilha urbana, onde nem toda a tropa de policiais de uma cidade poderiam fazer parar um protesto. (Ver os distúrbios de Los Angeles de 1992). Ainda mais se levando em consideração a total falta de preparo de nosso polícia.

Agora pense. Que porcaria é essa? Uma passeata gay conta com toda infraestrutura e com a aprovação da maioria da população. Eles fecham ruas durante UM DIA INTEIRO, e fazem uma sujeira do cacete. A mesma coisa se aplica para marchas para Jesus (católicos e protestantes), marcha para maconha, ou qualquer outro assunto de “tamanha importância”.
Vivemos num lugar onde a sexualidade, a religião e o direito de “puxar unzinho” é mais importante do que o direito de mobilidade a um preço descente.

Rick Faria disse...

Sei lá, pelo menos para mim está tudo errado, e sinceramente, não me importo de esperar horas em um engarrafamento se a rua estiver fechada por um protesto legítimo, como esse, como o de professores querendo condições de trabalho, como de pessoas querendo que o Renan Calheiros se exploda.

Hoje os homens da lei feriram, mas amanhã talvez o povo desperte, e não gostaria de ser o “homem com uma arma na mão” neste momento, pois não vai ser bom de ver.

Allan Gouvêa disse...

Apoio o PC, a critica é válida...

Philipe Lucas disse...

Rick um ato mau, por mais que se tenha boa intenção, continua sendo mau.

não posso passar por cima de direitos dos outros para cobrar algo, um direito meu.

Uma manifestação, como as que voce citou, são autorizadas - junto a prefeitura, policia, MP, etc, etc - e contam com estrutura de apoio por este motivo.

Uma passeata, que não foi organizada para cobrar direitos, mas atropelando os direitos dos outros, não funciona, da confusão sim.

Alguem parou para pensar que os policias estavam tentando defender os direitos dos outros cidadãos que tentavam voltar para casa? Passaram dos limites em determinadas atitudes, pelas imagens acredito que sim e isso deve ser apurado.

Não concordo em ficar preso no transito por conta de uma passeata, como esta. Se fosse prograamda, o transito teria alternativas, como não foi, trava tudo.

Queiramos ou não, a solução é nas urnas, se não tem ninguem que preste, anule o voto ou se candidate, mobilize estes 2000 da passeata para tentar algo democraticamente. Não podemos é partir para a balburdia e a anarquia.

Fabio Medici disse...

Rick, as passeatas gays ou as Marchas Evangélicas ou Católicas são feitas num Sábado ou num domingo, sem travar a cidade como aconteceu ontem.
desculpa, mas você não liga se ficar em um engarrafamento porque não é seu pai infartando ou sua esposa tendo um filho. Talvez por estar em contato com Hospitais e Médicos há muitos anos é que acabo pensnado sempre no como esse tipo de "caos" prejudica os pacientes...
repito: NÃO CONCORDO COM A VIOLÊNCIA POLICIAL, mas não concordo com a violência das manifestações.
Está tudo errado.

outro ponto: "Cadê a ferocidade do PM ao prender um assassino?"
Quando o PM trata mal o coitadinho do bandido, a Comissão de Direitos humanos entra em cena defendendo os direitos do coitadinho.
-Cadê o policial revistando bolsas atrás de armas?
Quando a PM tenta fazer blitz, por exemplo, a população cai em cima dizendo que é um absurdo e que só pegam os caras com IPVA atrasado, etc. É só pesquisar posts antigos do PC reclamando horrores das blitz...
forte abraço e ótimo final de semana

Fabio Medici disse...

uma vez minha esposa estava visitando uma médica e comentou sobre a cena que tinha visto:um menor ameaçando uma motorista com uma garrafa quebrada. falou da violência e de que algo deveria ser feito, mas que os menores nao eram coitadinhos.
A médica se revoltou, falou que era um absurdo e ainda ameaçou de parar de prescrever os produtos da minha esposa...
meses depois, a médica pediu que minha esposa se sentasse, ofereceu água, café e pediu desculpas.
Sua filha quase morreu ao ser atacada por um.... menor com uma garrafa na mão....

Rick Faria disse...

Philipe, e Fábio.

Eu respeito muito a opinião de vocês, e consigo me colocar dentro das argumentações que vocês colocaram. Claro que quando acontece com a gente o sentido da experiência muda, como os exemplos citados do enfarto e parto. Repito que entendo suas opiniões e aceito que deve ser a opinião de muitos, se não da maioria, mas não concordo.

Acho que manifestações devem ser organizadas sim, e também acho que não devem ser feitas como meras badernas, porem, elas não funcionam se não incomodam. Toda e qualquer manifestação que deu certo no mundo só chamou a atenção por incomodar. Veja as manifestações que deram origem ao primeiro de maio, o monge tibetano que se incendiou silenciosamente, as paneladas argentinas, o movimento de diretas já e etc. Em nenhum delas ocorreu uma organização como as que vocês chamaram a atenção como na parada gay, e todas elas chamaram a atenção, trouxeram o opinião pública e as autoridades a se mostrarem vivas.

Sobre a polícia, digo que sempre colaboro com eles, não me importo de ser revistado, não critico por ser parado em blitz, não bebo e dirijo. Enxergo eles perfeitamente com humanos que trabalham e defendem o seu (e sou amigo e parente de vários deles), mas critico o seu trabalho sim, pois é ineficiente e eles erram onde não devem errar. Sofrer um seqüestro relâmpago a 20 metros de um posto policial como já aconteceu com uma amiga, não só mostra, como também escancara o como à polícia não serve seu propósito, assim como não serviu neste caso.

PM deveria fazer ronda, PM deveria prender bandido, PM deveria coibir furtos e assassinatos. Desviar um PM e fazer dele um “flanelinha” para mim é absurdo. Se quer prender carros, ok, os DETRANS têm agentes até demais para fazer isso, e conseguem perfeitamente fazer algo tão simples, mas não me tire um PM de dentro de uma escola e ponha um talão de multas na mão dele não, nossa sociedade não merece isso.

Vejam a foto deste casal, ele são exatamente o que os amigos falaram que estava sendo protegido – o direito da maioria - pois não participavam do protesto, estavam em um bar tomando uma cervejinha. É o direito deles que supostamente estava sendo defendido pela ação da PM. Isso é correto??

Não defendo direitos humanos ou “direito dos manos”, e acho que bandido tem mesmo é que sofrer. Eu sou um cidadão descente, pago impostos altos, cumpro tudo que me foi exigido e sofro, sem ninguém me falar quais são meus direitos como humano, por que um bandido deve ter acesso ao que eu não tenho?

Pleito? Faz o seguinte, entre em um partido, convença alguém que você tem chances de ser eleito, seja eleito, convença sua bancada que sua idéia é boa, aprove sua lei, e torça para ela “pegar”, se você conseguir metade disso do zero, parabéns, você oficialmente é a prova de que nossa democracia existe, agora, me fale somente uma pessoa que você conhece que fez isso... Já anulo o meu voto desde que fui obrigado a fazer meu título de eleitor.

Experiências ruins eu tenho com muita coisa, mas não levo para o pessoal. Mas garanto que a melhor maneira de demonstrar insatisfação com algo é chamando a atenção, e a mais eficiente maneira de chamar a atenção e incomodando.

Fábio, essa médica é uma mulher muito emotiva, o que acaba sendo ruim. Recusar o tratamento a um paciente seria passível até mesmo de cassação do registro dela.
É a pluralidade de pensamentos como os nossos que compõem um bom debate, e por conseqüência uma sociedade melhor, claro que sempre com respeito às diferenças de idéias, e nisso, nos botafoguenses e agregados temos.

Um forte abraço a você também amigos, e um ótimo fim de semana!

Rick Faria disse...

*Vocês amigos

Léo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Léo disse...

Considerando o número de presentes, feridos e presos, nota-se que houve um evidente excesso da polícia contra os manifestantes.

Antes de mais nada é necessário separar as coisas, acho que estamos misturando a violência da policia despreparada e sem comando, a causa defendida pelos manifestantes e a alteração da rotina de uma cidade devido ao protesto.

A ação policial de ontem impressionou pelo despreparo, temos mais de cinco dezenas de feridos, inclusive dois jornalistas com tiros de borracha na altura do rosto; não me parece sensato tolerar este fato em troca de outros pontos que podem ser discutíveis.

Meu pai trabalhou durante 40 anos na área de segurança pública e sempre me disse o seguinte:

"Batalhao de Choque treina durante o ano inteiro dentro do quartel para dar porrada quando sair, governador ou autoridade que convoca o Choque para "controlar" manifestação sabe o que vai acontecer".

Quando você vê um o Batalhao de Choque distribuindo porrada e tiros na altura da cabeça das pessoas de forma indiscriminada é porque "tem e está usando" da autonomia dada pela cadeia de comando superior, a responsabilidade final é do governante, seja pelo flagrante despreparo no treinamento ou pela convocação.

Acho que Choque só pode ser chamado quando já temos "convulsões e perturbações da ordem", nunca para "proteger uma potencial existência de vandalismo".

BPChoque não é Polícia, é tropa de contenção de distúrbios.

O artigo do Elio Gaspari, salvo erro do dia de ontem, retrata que a manifestação paulista corria dentro dos parâmetros de normalidade com o luxuoso auxílio da PM na desobstrução de ruas e cruzamentos no transcorrer de uma parte do trajeto, sendo inclusive, os próprios soldados, convocados com palavras de ordem para juntarem-se a multidão, quando na metade do caminho apareceu o BPChoque, que não recuou ou cedeu passagem, gerando o confronto, portanto, o que existiu foi uma ordem deliberada da autoridade superior para barrar o protesto de qualquer forma, a violência policial é um reflexo da decisão estatal.

Dito isto, apesar dos excessos de uma boa parte dos jovens que seguem padrões de manifestação importados das reuniões de cúpula dos G-8, estou bastante contente e satisfeito com a saída da letargia de uma parte da população, não estão em jogo apenas os "20 centavos".

A tentativa de rotular o movimento como violento é uma forma de evitar a adesão da maior parte da população, tornando-a receosa e amedrontada quanto a sua participação nos atos.

Seja, o Alckmin, o Cabral, o Haddad(muito frouxo esse cara) ou o governo federal, todos ficam com o "cú" na mão quando o povo saí às ruas.

Como bem ilustrou acima o Rick, a formalidade não combina com as manifestações de rua.


E olha que a crise ainda nem aportou de forma clara no Brasil, vou repetir o meu mantra, aliás, conversamos sobre isto no Lamas, lembra PC e Mario? Acho que a bolha financeira e imobiliária brasileira estoura antes do Mundial...


Quem quiser ler um ótimo texto que conecta os dois assuntos, acesse aí:

http://super.abril.com.br/blogs/crash/a-gota-que-faltav/


Saudações democráticas,

Tarcisio A. de Moraes disse...

A verdade é que a grande violência, a maior violência, a verdadeira violência, é a que está submetida a maioria da população que sofre com os transportes públicos. É uma violência cotidiana, estúpida, que rouba parte da vida de milhões de pessoas que passam 4, 5 horas por dia em um transporte extremamente cansativo.
Tudo isso ocorre por absoluta falta de planejamento urbano onde as necessidades coletivas deveriam priorizadas. Ao contrário, prevalece os interesses privados manifestados na especulação imobiliária, nos ganhos das construtoras e nos conchavos nas câmaras de vereadores.

Quando alguém leva um soco na cara em geral tem a tendência a reagir. Me pergunto qual deveria ser a reação dos usuários do transporte coletivo. Se não houvesse algumas depredações eles seriam ouvidos? Quanto às depredações, o que elas representam em custo diante das necessidades de trens modernos, metrô, ônibus corretos, e, principalmente, uma cidade planejada de forma civilizada? Sabendo que nada disso existe, não pela falta de dinheiro, mas pelo caos urbano criado pelos interesses imobiliários e outros, além de muita corrupção, qual deve ser a atitude dos usuários que nunca têm suas necessidades atendidas? São apenas perguntas para reflexão.

Rick Faria disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Rick Faria disse...

Léo e Tarcisio, colocações perfeitas!

Acho que me faltou léxico para explicar meu ponto de vista, tão paralelo ao de vocês, de maneira tão fluida e direta como fizeram os colegas, mas no geral, penso assim.

A maior violência é cometida no dia-a-dia de pessoas comuns, como eu e vocês, mas a rotina, as necessidades impostas são inebriantes, e acabam nos dopando para essa realidade ruim, que de tão perto de nós, às vezes fica escondida.

Mas reitero meu respeito às opiniões de nossos amigos dissidentes, pois acredito que é o debate que nos leva a decisões mais acertadas.

Acho que o caminho do meio é o melhor (nem sempre, mas na maioria das vezes).

Sidney disse...

Pc, eu sei que o protesto e para ajudar a população, mais esse negócio de ficar parando ônibus e intimidando os motoristas e coisa de covarde, por isso que a polícia parte pra cima mesmo com os cacetetes, ontem até um jornalista do Terra brasil foi preso por te agredido um Policial em São Paulo, mais a culpa e todo dos governos que fica aumentando o preço da passagem de ônibus isso também eu acho errado, porque ninguém têm Rio Card para ficar andando de ônibus toda hora não, e sim trabalhadores e donas de casas que as vezes até economiza o seu dinheirinho suado para comprar um lanche ou até um Almoço.

Cacau Avila disse...

Nesta salada toda aí, do seu jeito conhecido, depreende-se da leitura do texto do Sidney muita coisa pertinente.

O rapaz não consegue colocar tudo de forma compreensível mas, já acostumado a ler o que ele nos traz, vejo que a sua abordagem, de simplória, conseguiu ser precisa em alguns pontos.

O despreparo é de parte a parte, caro Sidney. Primeiramente, os populares que querem se manifestar mas se deixam guiar por interesseiros da base dos partidos políticos. E do outro, o estado que põe nas ruas policiais mal preparados para agir em situações de perigo.

Pablo disse...

Fecho com o Léo. Perfeita a análise.

E parabéns à molecada que está fazendo um movimento inteligente, seguindo o padrão iniciado pelos jovens botafoguenses que, no dia 8 de junho, mostraram como fazer uma manifestação eficiente lá no Engenhão.

O Botafogo está sempre um passo adiante na história.

Abs
Pablo
PS: ah...eu ia me esquecendo. Paes, vai tomar no...

Léo disse...

Cacau Avila Tradutor...

Brincadeiras à parte, vê-se o quanto a internet é importante, nosso Sidney acaba de trazer um ponto interessante que é a visão de uma boa parte da população sobre os fatos, sem o mimimi intelectual que rodeia o tema.

Se o noticiário reportar o lado positivo dos atos e não cingir-se apenas aos confrontos que vem ocorrendo nos finais das manifestações, é possível que o movimento ganhe musculatura e força.

E o que espero.