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domingo, 26 de junho de 2011

A obra-prima do Mengão Fuderosão

Como era previsto...

"Obra-prima" é dose, hein!

Haja saco para aturar a mengalomania até o próximo fracasso.

7 comentários:

Anônimo disse...

Fala professa!
A galera aqui de B1 tb ja ta de saco cheio dessa parada. Assistindo o jogo ontem pelo spoort tv do gatonet que tem aqui no coletivo dava raiva
Meu Mengao nao precisa deste tipo de palhacada! ja chega!!!

PC Guimarães disse...

Mas sem essa páia assada, meu nobre Bangu 1, o Mengão não é o Mengão.

Anônimo disse...

PC, como já disse anteriormente, a vaga de editor do jornal foi preenchida através de um concurso em Bangu 8, nao vale a pena.

Queiram ou não os nossos co-irmãos, toda vez que acontece algo de importante e po-si-ti-vo no futebol brasileiro, todos tendem a fazer uma correlacão dos fatos com o Botafogo, em histórico post nos dias anteriores, o nosso companheiro Pablo em felizes linhas afirmou:

"hegemonia" para nós botafoguenses se refere à alegria e irreverência de jogar futebol, valorizando a distração, o entretenimento, que é uma das principais funções do esporte. A outra é educar, ensinar a disciplina cívica, despertar o espírito de cooperação e a tolerância com o diverso. O Botafogo, disparado, sempre foi o clube que melhor soube cultivar esses sentimentos."

Ao ler a última página da
Época, com a coluna da Ruth de Aquino, ex-editora-chefe de ODIA, lembrei destas linhas do Pablo, note que ela só consegue criar um paralelo do retumbante e merecido sucesso de Neymar com um outro ídolo, Nilton Santos, inicia o texto com versos de Armando Nogueira dedicados a Enciclopédia e conclui falando do Botafogo e o seu mundo desejável...


No sábado, vale a pena ler a entrevista do segundo caderno concedida pelo alvinegro Vinicius Cantuária, onde sobressai a afirmaçao de que o Botafogo é a única paixão que rivaliza com a música em sua vida.

No domingo, Veríssimo relembra a crônica de Paulo Mendes Campos: O Botafogo e eu".

Agora, vc acha que estes quinta colunas do jornalismo a serviço da Globo merecem ser lidos?

Agora, deixando o Glorioso para mais tarde, quem quiser ler algo que realmente deixa MARCA, podem ver:

Na política, as belas linhas da Dorritt Harazim sobre o sigilo de documentos da ditadura em Ëntranhas da história", que elevaram a discussao no OGlobo depois do infeliz artigo de sábado do Zuenir Ventura sobre o mesmo tema, onde recorreu a hackers e crimes para defender uma tese, mas o mestre tem crédito...

Joao Ubaldo Ribeiro ultrapassou os limites do didatismo para explicar a panorama atual no magnífico "Desonestidade é cultura". Demais.

Agora vou ao chopp do final da manhã de domingo, que mais tarde tem Engenhão.

Léo

Anônimo disse...

Confio no Renan para fechar o gol!

Asura

Frederico disse...

Asura, você é muito confiante! rs

Anônimo disse...

Otimismo sempre! :D

Asura

Frederico disse...

Com certeza! E além do mais, brincadeiras a parte, o garoto é bom.