Livro sobre o Sandro Moreyra

Livro sobre o Sandro Moreyra
PRÉ-LANÇAMENTO - 22 DE AGOSTO - GENERAL SEVERIANO

Livro do Senta

Livro do Senta
Clique na imagem e encomende o seu

quarta-feira, 27 de março de 2013

Imparcialidade de PC Guimarães e de seus blogs é destaque no site do Terra

Hoje sou eu que estou tendo o meu dia de Andy Warhol. O repórter Dassler Marques, do site Terra, me entrevistou para uma matéria sobre o juiz que expulsou o Seedorf. E comprovou a minha imparcialidade. Vejam destaques no trecho abaixo.


Juiz que expulsou Seedorf é jornalista, tímido e fã de Elton John

Philip Bennett e as reclamações botafoguenses após expulsão de Seedorf Foto: Bruno de Lima / Lancepress!
Philip Bennett e as reclamações botafoguenses após expulsão de Seedorf
Foto: Bruno de Lima / Lancepress!
  • Dassler Marques
    Direto de São Paulo
Muito antes de expulsar Clarence Seedorf de Botafogo x Madureira por ouvir o termo "palhaçada", Philip Bennett já sonhava com o apito. Aos 7 anos, em 1993, no Maracanã, enquanto mais de 101 mil torcedores seguiam Romário e toda a Seleção Brasileira em jogo marcante contra o Uruguai, pelas Eliminatórias, Phillip, nas arquibancadas, estava obcecado. De binóculos, fitava o árbitro peruano Alberto Tejada insistemente. Nascia ali, segundo ele, a paixão que se transformaria em fama por um quase chocante cartão vermelho ao educado meia botafoguense nascido no Suriname.
Engana-se quem pensa, entretanto, que Philip Bennett, 27 anos, possa ser um sujeito que buscava a fama por meio da expulsão. Ele é descrito como um sujeito tímido e sério, segundo atesta PC Guimarães, seu professor na universidade Facha, onde Philip se formou jornalista há cinco anos. "Francamente, o estilo dele é sério, cara simples e muito humilde. Não tem nada de picaretagem", acrescenta PC, que curiosamente é Botafogo, ao Terra
Enquanto cursava jornalismo, Philip Bennett já se formava juiz de futebol. Aos 18 anos, fez um pacto com o pai: passou no vestibular e, em troca, teve pago seu curso de arbitragem na Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro. Naquele momento, se questionava como apitar, afinal tinha um clube do coração.  "Ele nunca revelou o time na faculdade", confirma PC Guimarães, seu professor universitário. Graças a ele, a história de Philip foi retratada no Jornal Laboratório, de âmbito acadêmico.

2 comentários:

santos disse...

O menino estava querendo aparecer.
Os jogadores de hoje só falam com os árbitros aos palavrões. "Palhaçada" não é nada de mais.
Ele já tinha aplicado o cartão amarelo e isso já era suficiente. Se o Seedorf insistiu em sair pelo lado errado, bastava ele apontar para o relógio deixando claro que iria acrescer o tempo necessário.

Mas, como o intuito era aparecer... Ele conseguiu o que queria. Agora todo mundo sabe quem ele é.


Vascão 2013

gtavares disse...

Um viadinho desse não aguentou pressão dos jogadores do Madureira, imagine quando apitar jogos do Flamengo, com Ibson e Renatou Abriu e o Flu com o Fred que pressionam o juiz o tempo todo?
Acho melhor seguir a carreira de jornalista.
GB