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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Armando Nogueira e o Fluminense que não sabe perder

Direto do Blog do Juca. Sem chororô, tricolores. Apenas copiei e colei o que o Armando escreveu e o Juca republicou. E o Zabumba me mandou o link.
"Como nestes tempos de paixão cega se lê muita sandice e afirmações de quem nem sabe do que está falando, reproduzo abaixo uma nota de mestre Armando Nogueira, enviada por gentil leitor.
A nota é do “Jornal do Brasil” de 26 de agosto1971 e serve àqueles tricolores que aqui vieram se queixar de que não se fazem mais Armandos, Saldanhas e Nelsons Rodrigues (para quem toda unanimidade era burra, assim como a do STJD…):
“O Fluminense é o único clube brasileiro para o qual o jogo não termina com o derradeiro apito do juiz: um olho na bola outro na lei, ele descobre sempre que o adversário escalou alguém irregularmente e acaba ganhando os pontos. Agora é o Ceará que, parece, vai entregar ao Flu os pontinhos da vitória de domingo passado”.
Reproduzo o texto do mestre sem os circunflexos de então em jogo, olho e ele apenas para, ao menos, pingar os is na ignorância dos fanáticos."

2 comentários:

Zabumbeiro de Zona disse...


O jogo foi Ceará 1x0 Fluminense, pela 4ª rodada do Brasileirão de 1971.

42 anos de Tapetão!!!!

FOGO F disse...

Está no DNA. É o Tapetense.
Considero o florminenC, ou melhor, o Tapetense, o único clube de futebol antifutebol do planeta.
É o clube que contraria tudo que há de positivo no futebol, ou seja, o mérito desportivo, a participação popular, a aproximação e confraternização dos diferentes e das classes, o saber perder e saber ganhar, a prevalência do esporte sobre o poder econômico, o fairplay etc., etc.. E ainda tem a arrogância, o narizinho em pé e a falta de virilidade.
Para mim são muito piores que o framengo, clube do sistema também mas para o qual devemos dar um desconto pela enorme massa de analfabetos e manipulados. Estes são vítimas que contribuem para o sistema e se beneficiam dele de forma inglória, mas os tricolores têm culpa no cartório. Ôpa! Falei cartório?