Livro do Senta

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quarta-feira, 22 de julho de 2015

Mesmo na série B, Botafogo passa a ter o mais internacional dos técnicos brasileiros

Tradição internacional é tradição internacional. O resto é armazém de secos e molhados.
Seja bem-vindo, Ricardo Gomes.

7 comentários:

Anônimo disse...

Pois é PC, ter um bom "professor" é fundamental. Inacreditável a cagada que fez o treinador do Inter ontem, escalando e substituindo muito mal. Jogou a Libertadores no lixo.

Entendo que Juan e D´Alessandro foram omissos. Os líderes do time nessas horas precisam corrigir as cagadas dos professores em campo, com a bola rolando e no intervalo do jogo.

Abs
Pablo

Marcos Paret disse...

E falando em internacional PC, sei que pergunto isso toda semana aos comuns e eles, claro, desconversam e vêm com a estorinha de que somos pequenos (já que regionais até 80, sabem o que é ser um grande time pequeno).

Se isto aqui não é mundo, o que mais seria?


http://www.noesporte.net/futebol/botafogo/luis-henrique-responde-video-de-giroud-e-agradece-apoio-do-frances.html


Pô!... Sacanagem com a periferia do futebol - o garoto não foi nem aos juniores... É um juvenil (e assim é que se encaixa na seleção de base - sub 17).


Fala sério!

Marcos Paret disse...

Sobre o R. Gomes.

O que me anima não é somente o nome e só por isso, torço muito pela continuidade do bom aproveitamento do time naquilo que é a sua obrigação este ano (a volta à série A).

O que me deixa feliz mesmo é ver que, antes de promover a contratação de um grande técnico, a diretoria focou mesmo na questão de futuro. Com um treinador comum (estes que viscejam na série A), o time apenas mudaria um pouco a forma de jogar e acumularia mais pontos à frente do segundo colocado apenas com o intuito de voltar.

Com o R. G. a coisa é pensada mais à frente. Trata-se de um projeto de futuro bem mais promissor, de planejamento que dá frutos agora mas que se for mantido, dará, a médio prazo, uma bela sustentação ao departamento de futebol visando ao fortalecimento da marca Botafogo.

Frederico disse...

Não é possível compreender esse mantra absurdo "regionais até 80". Ora, o Flamengo foi o clube que tinha Leônidas e Domingos na Copa de 38, isso mesmo, eu disse TRINTA E OITO, e não venham desconversar com trocadilhos manjados do tipo "três oitão". Tudo isso muito antes do Botafogo de fins de cinquenta e sessenta.

O Mengão (prestem continência) já era a maior torcida do Brasil, trazia jogadores de norte a sul do Brasil. Viajava pelo país e pelo exterior (estudem!!!). Os campeonatos, e não pequenos torneios nacionais, só nasceram com a Taça de Prata em 1967, até então as maiores conquistas eram regionais, e isso vale para todos. Aliás, essas são as conquistas que tornaram os grandes, realmente grandes e sedimentaram a história dos clubes, vide o próprio Botafogo (48, 57, 61-62, 67-68).

Antes existiam torneios amistosos, alguns de maior vulto, como o Sul-Americano de 1948 vencido pelo Vasco e o Octogonal de Verão, vencido pelo Fla em 61 com a participação de Vasco, Corinthians,São Paulo,Boca, River, Nacional do Uruguai e Cerro. Poderia ser perfeitamente homologado como título continental, e não era torneio e sim CAMPEONATO, todos jogaram contra todos. Em 59 o Hexagonal de Lima, com direito a uma goleada de 4 a 1 sobre o River Plate, considerado por muitos na época o melhor time do mundo.

Enquanto isso vocês ficam alardeando pífios triangulares na Venezuela...francamente.

Um grande abraço Paret, e continue nos divertindo.

Panis et Circenses!!!! disse...

Fredera, meu caro.




Sabe por que nossos confrades foguenses tentam desdenhar de nossos belos troféus?

A resposta é bem simples: Porque não possuem. Simples assim.



Anônimo disse...

Sou rubro negro e torço pelo RG. Desculpa.

Gustavo Menezes disse...

Vocês, doentios torcedores, não tem que torcer por RG, mas desculparem-se!
Ou já esqueceram o que gritaram no estádio enquanto o respeitável homem e profissional do esporte, RG, sofria um AVC...