Brasileiros poderão trocar de operadora e manter o número do telefone a partir de 2009 A partir de março de 2009 todos os brasileiros poderão trocar de operadora de telefonia (fixa e móvel) e manter o número do telefone pagando uma taxa de, em média, R$ 20. Além disso, se o usuário mudar de endereço, será possível manter o número do telefone fixo. Para isso, bastará pagar uma taxa de transferência, que vai variar de acordo com a operadora. A portabilidade de endereço começará a valer antes da portabilidade numérica, embora o prazo ainda não esteja definido. (...)
Fonte: UOL (Larissa Januário e Fabiana Monte)
http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=7520
quarta-feira, 7 de março de 2007
Paulo Francis e seus muitos erros de gravação
"Dez anos da morte do Paulo Francis, todo mundo que conheceu o cara faz o panegírico, e, claro, tira uma casquinha da fama, contando como cruzou com o sujeito (no bom sentido), como ele era um pedaço abençoado de Deus na terra, essas coisas. O Francis era genial, divertidíssimo, e conseguia dizer as maiores bestialidades sem ranço, ao contrário da cáfila de imitadores que tenta hoje, sem sucesso, ocupar o espaço dele na midia.
Vi o material sobre ele nos jornais do fim de semana, e, levado pela Folha, procurei os vídeos com o cara, no You Tube, a TV do século XXI. Material fraquinho, uns documentários quando houve o passamento da figura, e, num deles, uma seção com erros de gravação e gravações de bastidores, onde o homem profere um PQP a cada dez segundos. Esse é bom. Dá para sentir um pouco a simpatia do cara, atrás das câmeras, e quem já gravou para tv não tem como se solidarizar com a hilária tentativa dele, de gravar um stand up num estádio onde é interrompido o tempo todo.
Morreu, dizem, atarantado com um processo que lhe moveu a Petrobras, por uma das irresponsabildiadesd que preferia em vídeo.
Eu sempre o considerei um grande humorista. De direita, radicalmente preconceituoso, mas inteligente, divertido, provocativo, instigante, carismático. Acho que era visto assim pelos amigos (o que eu não era), mas entendo quem o odeia, pela influência catártica que exercia sobre a multidão de idiotas babujantes com idéias chovinistas adquiridas por osmose ou compradas a quilo na Siciliano, ou noutra livraria de carregação por aí.
Vendo o vídeo, me lembrei que eu também cruzei com o Paulo Francis. No bom sentido, extra-dérmico, claro. Trabalhava na Folha, onde ele mantinha o Diário da Corte e era o correspodente em Nova York, e, na primeira viagem de Fernando Collor a Manhattan, liguei para ele, assim que cheguei e me instalei no Plaza, numa água furtada onde quase tinha de me curvar para chegar à janela.
Fui atendido por um sujeito com sotaque carioca, mas em nada parecido com aquela voz arrastada que ouvimos no vídeo. Era o próprio, muito gentil, amigável mesmo; combinamos nos encontrar no saguão do hotel.
Mais tarde, passo no saguão e vejo o Collor, no restaurante do Plaza, com três jornalistas (o Francis, o Élio Gaspari e o Mário Rosa, do JB, amigo do presidente, ex-assessor da Zélia cardoso de Mello). Passei, olhei de longe, e não sei se foi o Mário Rosa quem disse a ele quem eu era, o fato é que o Paulo Francis saiu da mesa para falar comigo, me explicar que o Collor os havia chamado, que ele conversaria com o presidente, só com o Gaspari e o Rosa, e que me contaria depois a conversa para combinarmos o que fazer. Combinarmos! Deve ser a tal generosidade de que falam tanto dele nos panegíricos. Raros correspondentes com a estrada que ele tinha dariam essa atenção a um moleque enviado por São Paulo para seu terreiro.
Combinamos juntos a cobertura, sem nenhuma arrogãncia por parte dele, muito pelo contrário, me deixou até ficar com a melhor matéria, manchete de página no dia seguinte. Não o vi mais, desde então, mas fiquei com essa imagem de um senhor jovial, simpático, afável e generoso. Gostaria de ter sido amigo dele.
Como não fui, fico até mais à vontade para fazer uma canalhice e desafinar um pouco nesse coro de louvações ao Francis. Meter o pau, mesmo, só meteram (a meu ver injustamente, mas tenho péssimo gosto, adorei o Brejal dos Guajás, do Sarney) nos romances que ele escreveu. Não vi, nos artigos sobre ele, exemplos dos brutais erros que cometia, escudado em suas leituras variadísimas, mas muitas vezes superficiais. Não se falou da malçdade que fez com a mulher, a jornalista Sônia Nolasco, excelente e pouco conhecida escritora, a quem reprimiu de maneira rude quando ela ganhou um prêmio de contos eróticos na finada Status (isso, confesso, li há muito tempo, de um editor da Status, nunca confirmei); não se lembrou a briga dele com o pessoal do Pasquim, e dos vitupérios com que respondeu ao Jaguar, quando, em uma entrevista por escrito, o ex-editor do Pasquim insinuou que ele teria tido encontros homossexuais em Búzios (ou Angra, não lembro).
Só o velho hábito nacional de tirar uma onda em cima do morto ilustre insinuando intimidade, e cobrí-lo de elogios (entremeados por ressalvas anódinas como "polêmico", "autêntico", "iconoclasta", querendo dizer "reacionário", "racista" e elitista).
Um dia o país aprende a cultuar os mortos geniais sem apelar para a maquiagem condescendente".
Texto: Sérgio Léo
Mãos ao alto e depois liga pra mim
"Dois assaltantes entram em um banco e mantêm todos sob a mira dos revólveres. Na hora de fugir, o ladrão encarregado de pegar o dinheiro do caixa hesita em deixar o banco. Volta até o balcão, interessado na funcionária a quem tinha assaltado há poucos segundos. Rabisca seu telefone num papelzinho e sugere que ela ligue para ele caso queira sair para beber alguma coisa. O roteiro é de um comercial criado pela belga Duval Guillaume para a revista masculina P-magazine. Encerra com a assinatura 'Can't blame a man for being a man" (Nao se pode culpar um homem por ser um homem)".
Texto e fonte: BLue Bus
terça-feira, 6 de março de 2007
Baudrillard morre em Paris

Morre aos 77 anos o filósofo francês Jean Baudrillard
O filósofo francês Jean Baudrillard, um dos pioneiros franceses do pensamento pós-moderno e crítico feroz da cultura de consumo, morreu nesta terça-feira, em Paris, aos 77 anos, informaram seus familiares.
Baudrillard lecionou sociologia durante os anos 1960 e desenvolveu uma crítica pungente - e niilista, segundo alguns - da sociedade moderna e dos meios de comunicação em mais de 50 livros. Ele refutou o pensamento científico tradicional, e baseou sua filosofia no conceito de virtualidade do mundo aparente.
Um dos fundadores da revista "Utopie", ele publicou mais de 50 livros ao longo de sua carreira, dentre os quais "O Sistema dos Objetos" (1968), "A Sociedade de Consumo" (1970), "Simulacros e Simulações" (1981) e "América" (1997). Ele alcançou repercussão na mídia em 1991, com a alegação deliberadamente provocativa de que a Guerra do Golfo "não ocorreu", argumentando que nenhum lado poderia cantar vitória e que o conflito não alterou nada no Iraque. Os atentados de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos, serviram de inspiração para que escrevesse "Réquiem para as Torres Gêmeas", em 2002, ano no qual publicou também "O Espírito do terrorismo".
Fonte: UOL
Dica de livros: "Blog, entenda a revolução que vai mudar seu mundo"

Acabei de comprar esse livro; não conhecia. Eis a sinopse:
"O século XXI será o século da internet. A rede mundial é um meio em que todos podem participar, publicar e gerar conteúdos, e os blogs surgiram como a principal ferramenta deste fenômeno, democratizando definitivamente o acesso à comunicação. Mais de 70 mil blogs são criados por dia ao redor do planeta e acredita-se que um em cada quatro internautas brasileiros leiam blogs todos os dias buscando informações ou entretenimento. Segundo o autor deste livro, milhões de pessoas estão mudando seus hábitos no que diz respeito à aquisição de informação. Isso aconteceu muitas vezes antes, com o surgimento da imprensa, do telégrafo, do telefone, do rádio, da televisão e da internet - agora, surgiu a blogosfera, e isso foi tão repentino que surpreendeu até mesmo os analistas mais sofisticados, observa Hugh Hewitt. Na blogosfera, há um mundo com uma platéia quase ilimitada".
Foi lançado recentemente e tem apenas 264 páginas. O preço de capa é R$ 34,90, mas quem procurar direitinho pode comprar por R$ 28,00 ou menos.
Falando de blogs
Japoneses são os que mais lêem blogs, diz pesquisa
Cerca de três em cada quatro internautas japoneses têm o costume de ler blogs e fazem isso com uma freqüência média de cinco vezes por semana, de acordo com uma pequisa realizada pela multinacional de relações públicas Edelman.
O Japão é seguido no ranking, de longe, por outros dois países asiáticos: Coréia do Sul, onde 43% dos internautas dizem ler blogs; e China, onde a parcela é de 39%. Os Estados Unidos aparecem em quarto lugar, com 27% da população afirmando ler blogs. A pesquisa, que mediu hábitos de leitura de blogs em dez países, não incluiu o Brasil.
O japonês, diz a pesquisa, também é o segundo idioma em quantidade de posts em blogs, com 33%, atrás apenas do inglês (39%). O chinês aparece em terceiro lugar, com 10% do número de posts na blogosfera, de acordo com dados de 2006. O estudo também foi conduzido na Grã-Bretanha, França, Itália, Polônia, Alemanha e Bélgica.
A pesquisa, que tem como um dos principais objetivos "ajudar as empresas a participar da blogosfera localmente e globalmente", revela outros detalhes desse universo.
Segundo o levantamento, os leitores de blogs são em sua maioria jovens e do sexo masculino. Isso só não ocorre no Japão e na Polônia, onde as mulheres são maioria entre os leitores Em todos os países pesquisados, o percentual de "formadores de opinião" que lêem blogs é maior do que o do total da população. Em média, diz a pesquisa, dois em cada dez leitores de blogs tomaram algum tipo de atitude como resultado da leitura. No Japão, porém, apenas 18% afirmaram ter agido depois de ler um blog, o menor percentual entre os países analisados.
O percentual de leitores de blogs
Japão: 74%
Coréia do Sul: 43%
China: 39%
Estados Unidos: 27%
Grã-Bretanha: 23%
França: 22%
Itália: 16%
Polônia: 16%
Alemanha: 15%
Bélgica: 14%
Fonte: Edelman
Fonte - BBC Brasil
Cerca de três em cada quatro internautas japoneses têm o costume de ler blogs e fazem isso com uma freqüência média de cinco vezes por semana, de acordo com uma pequisa realizada pela multinacional de relações públicas Edelman.
O Japão é seguido no ranking, de longe, por outros dois países asiáticos: Coréia do Sul, onde 43% dos internautas dizem ler blogs; e China, onde a parcela é de 39%. Os Estados Unidos aparecem em quarto lugar, com 27% da população afirmando ler blogs. A pesquisa, que mediu hábitos de leitura de blogs em dez países, não incluiu o Brasil.
O japonês, diz a pesquisa, também é o segundo idioma em quantidade de posts em blogs, com 33%, atrás apenas do inglês (39%). O chinês aparece em terceiro lugar, com 10% do número de posts na blogosfera, de acordo com dados de 2006. O estudo também foi conduzido na Grã-Bretanha, França, Itália, Polônia, Alemanha e Bélgica.
A pesquisa, que tem como um dos principais objetivos "ajudar as empresas a participar da blogosfera localmente e globalmente", revela outros detalhes desse universo.
Segundo o levantamento, os leitores de blogs são em sua maioria jovens e do sexo masculino. Isso só não ocorre no Japão e na Polônia, onde as mulheres são maioria entre os leitores Em todos os países pesquisados, o percentual de "formadores de opinião" que lêem blogs é maior do que o do total da população. Em média, diz a pesquisa, dois em cada dez leitores de blogs tomaram algum tipo de atitude como resultado da leitura. No Japão, porém, apenas 18% afirmaram ter agido depois de ler um blog, o menor percentual entre os países analisados.
O percentual de leitores de blogs
Japão: 74%
Coréia do Sul: 43%
China: 39%
Estados Unidos: 27%
Grã-Bretanha: 23%
França: 22%
Itália: 16%
Polônia: 16%
Alemanha: 15%
Bélgica: 14%
Fonte: Edelman
Fonte - BBC Brasil
Gabriel García Márquez, Oitentinha. É hoje!

O deus de Macondo
Hoje completa 80 anos o prêmio Nobel Gabriel García Márquez, autor de "Cem Anos de Solidão"
Deveria chamar-se Olegário. Acabavam de tocar os sinos da missa das 9h quando os gritos da tia Francisca abriram espaço entre o ruído do aguaceiro enquanto corria pelo corredor: "É homem! É homem! Corram que se afoga!" E novos gritos envolveram a casa. Uma vez libertado do cordão umbilical enrolado no pescoço, as mulheres correram para batizar o menino com água benta. A primeira coisa que lhes veio à cabeça foi chamá-lo Gabriel, pelo pai, e José, por ser o patrono de Aracataca. Ninguém se lembrou do santo do dia. Do contrário, teria se chamado Olegário García Márquez.
Naquele domingo, 6 de março de 1927, Aracataca celebrou a chegada do primogênito de Luisa Santiaga e Gabriel Eligio. Mas na realidade para os "cataqueiros" tinha nascido o neto de Tranquilina Iguarán Cotes e do coronel Nicolás Ricardo Márquez Mejía - os avós maternos, com quem ele se criou até os 8 anos, em uma terra coberta de bananeiras sob o sol impiedoso do Caribe colombiano. Foi um menino num casarão de mulheres, amordaçado pelas crenças de além-túmulo da avó e as lembranças de guerras do avô - os anos das vivências que o tornaram universal em 1967, quando publica "Cem Anos de Solidão". Apesar de ele acreditar que a história que não embotará seu nome no esquecimento é a de seus pais, recriada em "O Amor nos Tempos do Cólera".
É a história real onde tudo começa. A dos felizes amores contrariados que há 80 anos transformaram Gabriel José García Márquez no primeiro de sete homens e quatro mulheres, e que daria vida a tantas coisas.
UM ESCRITOR Foi sua avó quem lhe permitiu descobrir que ia ser escritor? "Não, foi Kafka, que, em alemão, contava as coisas da mesma maneira que minha avó. Aos 17 anos, quando li 'A Metamorfose', descobri que ia ser escritor. Ao ver que Gregorio Samsa podia despertar certa manhã transformado num gigantesco inseto, disse a mim mesmo: 'Eu não sabia que era possível fazer isso. Mas se é assim, escrever me interessa", contou o autor a Plinio Apuleyo Mendoza, em "El Olor de la Guayaba".
UM JORNALISTA Começou no diário "El Universal" de Cartagena de Índias em 1948, continuou no "El Heraldo" de Barranquilla e depois no "El Espectador", de Bogotá. Ryszard Kapuscinski disse: "Embora tenha uma enorme admiração por suas novelas, considero que a grandeza de García Márquez se baseia em suas reportagens. Suas novelas provêm de seus textos jornalísticos. É um clássico da reportagem com dimensões panorâmicas, que tenta mostrar e descrever os grandes campos da vida ou dos acontecimentos. Seu grande mérito consiste em demonstrar que a grande reportagem também é grande literatura".
UM MUNDO "Essa vontade unificadora é a de edificar uma realidade fechada, um mundo autônomo cujas constantes procedem essencialmente do mundo da infância de García Márquez. Sua infância, sua família, Aracataca constituem o núcleo de experiências mais decisivo para sua vocação: esses demônios foram sua fonte primordial", escreveu Mario Vargas Llosa em "Historia de un Deicidio".
UMA LINGUAGEM "É como se a linguagem fosse feita para contar histórias, para mudar o mundo aterrorizante, para mergulhar o homem, sem que o perceba, nos vales confortáveis do sonho. Como se fosse um grande caleidoscópio que mostrasse a realidade dos cacos coloridos, mas organizados em encaixes vistosos, mágicos, cambiantes, multiplicados pelos espelhos enganosos", explicou Ricardo Escavy Zamora, da Universidade de Murcia, no congresso Quinhentos Anos de Solidão.
UM ESTILO Carlos Monsiváis considera que "em seus livros clássicos se extrema uma certeza: graças à beleza do idioma - a perfeição de seu som, a sucessão de frases 'imelhoráveis' -, os fatos adquirem outro relevo, são relatos que, se não se dão com essas palavras, se transformam em algo diferente. Para García Márquez, escrever bem não é uma exibição de dons estilísticos; é acrescentar a noção épica do idioma às épicas existentes".
MACONDO O território literário onde transcorre grande parte de sua criação é citado pela primeira vez em 1955, em "Monólogo de Isabel Fazendo Chover em Macondo". Mas sua fama chega em "Cem Anos de Solidão": "Macondo era então uma aldeia de vinte casas de barro e taquara construídas à margem de um rio de águas diáfanas que se precipitavam por um leito de pedras polidas, brancas e enormes como ovos pré-históricos".
OS BUENDÍA É a estirpe protagonista de sua obra mais famosa. "Nenhum deles é vulgar. Levam pregada nos rostos a irremovível máscara da singularidade. E, talvez por causa de seu desempenho cênico, têm cravada no peito a lança da solidão. Ávidos e legendários, amam-se entre si quando a luxúria do vizinho não sacia seu desejo. São eles o princípio da lenda. ... Na bagagem de cada um, desde Úrsula até o último dos Buendía, concentram-se maravilhas, prodígios, milagres", disse Nélida Piñon.
"CEM ANOS DE SOLIDÃO" Depois de um ano e meio de escrita, sua primeira edição aparece em 30 de maio de 1967 pela editora argentina Sudamericana. "Sua situação é paradoxal quanto à história de Macondo, que dura cem anos: atravessa todas as idades da Terra, desde o pré-histórico até o Apocalipse. História e mito se entrelaçam e o paradoxal se carrega de valor paradigmático", esclareceu Marta L. Canfiel, da Universidade de Nápoles, no congresso Quinhentos Anos de Solidão.
INOVADOR A conquista de novos territórios literários é resumida por Carlos Fuentes: "Não só reunia em um feixe as grandes tradições da literatura hispano-americana - mito de fundação, épica de destruição, história de recriação - como, magistralmente, generosamente, demonstrava a compatibilidade dos gêneros de uma época de seca literária determinada pela ditadura do 'nouveau roman' francês, empenhado em transformar a literatura em deserto".
UNIVERSALIZAÇÃO DO BOOM "A novela hispano-americana não saiu realmente para o mundo até depois da segunda metade da década de 60, a partir do triunfo escandalosamente sem precedentes de 'Cem Anos de Solidão'", lembra José Donoso em "História Pessoal do Boom".
REALISMO MÁGICO Apesar de terem lhe chamado de pai do realismo mágico, a verdade é esclarecida por Piedad Bonnett: "O que acabava de fazer - valer-se do mítico e mágico para conseguir uma visão popular dos fatos - equivalia a levar às últimas conseqüências o postulado de Carpentier, que no prólogo de sua novela 'O Reino deste Mundo' (1949) havia perguntado, de forma retórica: 'Mas o que é a história da América toda, senão uma crônica do real maravilhoso?'"
CRIAÇÃO Vendeu cerca de 40 milhões de exemplares em mais de 30 idiomas.
Novelas: "La Hojarasca" - 1955; "Ninguém Escreve ao Coronel" - 1957; "A Má Hora" -1961; "Cem Anos de Solidão" - 1967; "O Outono do Patriarca" - 1975; "Crônica de uma Morte Anunciada" - 1981; "O Amor nos Tempos do Cólera" - 1985; "O General em seu Labirinto" - 1989; "Do Amor e outros Demônios" - 1994; "Memórias de Minhas Putas Tristes" - 2004.
Grandes reportagens: "Relato de um Náufrago" - 1970; "Notícia de um Seqüestro" - 1996; "Obra Jornalística Completa" - 1999. Primeiro tomo de suas memórias: "Viver para Contar" - 2002.
Contos: "Olhos de Cão Azul" - 1955; "Os Funerais da Mamãe Grande" - 1962; "A Irresistível e Triste História de Cândida Erêndira e sua Avó Desalmada" - 1972; "Doze Contos Peregrinos" - 1992.
O QUE GOSTARIA DE TER SIDO Gabriel García Márquez, o soube há muitos anos em Zurique, quando uma tempestade de neve o levou a um bar, segundo conta Eligio García Márquez em uma reportagem. "Tudo estava na penumbra, um homem tocava piano na sombra e os poucos clientes que havia eram casais de namorados. Nessa tarde soube que se não fosse escritor gostaria de ser o homem que tocava o piano sem que ninguém visse seu rosto, só para que os namorados se quisessem mais."
Fonte: UOL Winston Manrique (Madri) Tradução: Luiz Roberto Mendes Gonçalves
segunda-feira, 5 de março de 2007
Crônica: "Doidão conhece doidão"

Doidão conhece doidão
Paulo Cezar Guimarães
A aula já estava quase no fim e o aluno entrou na sala, esbaforido, suado, rindo muito, com um sanduíche numa mão e um copo de mate na outra.
“Desculpe, professor. É que estava no trabalho e...”.
Ao ver os olhos brilhando do rapaz, o professor não conversou:
“Acho melhor você botar um colírio nesses olhos. E sabemos bem o motivo ...”.
O aluno emendou de bate-pronto:
“Pois é, né, professor?: doidão conhece doidão!”.
Essa história me foi contada por um professor amigo e passei vários dias rindo. O aluno hoje é um conceituado profissional, casou, tem três filhos e não sei se mudou. O professor hoje tem quase 60 anos e continua morando em Santa Tereza (quem é do Rio ou conhece o Rio, vai entender).
E me lembra uma outra história contada pelo mesmo professor, que ocorreu na mesma faculdade.
Um dia, ao entrar na sala de aula, numa época em que usava os cabelos longos, o professor percebeu que um pequeno grupo de alunos fumava um baseado no fundo da sala ainda vazia. Disse apenas:
“Pô! Qual é?”.
E um deles respondeu:
“Fecha a porta, cara, fecha a porta!”.
E ele:
“Fecha a porta nada, gente: eu sou o professor”.
E o outro gritou:
“Ih! O professor. Sujou!”.
E saíram correndo porta afora.
Quem dá aulas em faculdades pelo Brasil afora – e por que não, pelo mundo afora? – já presenciou cenas como essa. São comuns de acontecer. A juventude, de uma maneira geral, gosta mesmo de “apertar um baseado”. E isso não é de hoje.
Mas uma coisa eu garanto: não é botando a polícia nas ruas para pegar um garoto com um baseado que o problema vai ser resolvido. Mesmo porque, geralmente, muitos desses jovens não chegam tomar o rumo da delegacia; o problema é resolvido no meio do caminho ou numa boa conversa com os pais.
Na Holanda, a maconha é vendida em “smokey cofee shops” e nem por isso as pessoas andam nas ruas fumando maconha como quem come um sanduíche de presunto. Sou a favor da legalização.
Afinal de contas: doidão conhece doidão e os brasileiros conhecem algumas das autoridades que o país tem.
Publicado no Jornal de Debates (www.jornaldedebates.com.br)
A ilustração é uma "pérola" tirada da Internet. Não li o livro. Depois mando a nota fiscal pro autor. É outro, além do João, que vai ter que me pagar um almoço pela divulgação.
Funéreo
domingo, 4 de março de 2007
Paulo Henrique Amorim fala pro Jornal de Debates no YouTube sobre a web 2.0
O Jornal de Debates também está no You Tube.
Vejam, leiam e participem.
Ajudem o PC a comprar uma cobertura na Vieira Souto.
sábado, 3 de março de 2007
Manda uma cerveja! Li-te-ral-men-te

Americano inventa geladeira que arremessa cerveja até o sofá
John Cornwell, de 22 anos, investiu R$ 6.200 e três meses de trabalho. Máquina é acionada por controle remoto e comporta até 24 latinhas.
Acaba de ser inventada uma máquina capaz de enlouquecer Homer Simpson e seus seguidores - bebedores de cerveja que dariam a vida para não ter que se levantar do sofá. É a geladeira lançadora de cerveja. O inventor John Cornwell investiu o equivalente a 6.200 reais na fabricação da geringonça, segundo notícia publicada no site Ananova.com. A geladeirinha é ativada por controle remoto.
A lata gelada sobe até uma catapulta que é então direcionada a seu alvo. Ela então arremessa a cerveja a uma distância de 3 metros. Tem capacidade para 24 latas. John, de 22 anos, recém-formado na universidade da Carolina do Norte, contou como surgiu a inspiração para criar a máquina: "Tive a idéia quando estava sentado no sofá tomando umas brejas. Aí, pensei: 'E se ao invés de eu ir até as cervejas, elas viessem até mim?'"
"Uns três meses depois, estava pronta minha minigeladeira lançadora de cervejas totalmente automática e acionada por controle remoto", comemora o rapaz. Mas ele mesmo alerta para o perigo de levar umas pancadas na testa em caso de falta de prática ou de excesso de latas consumidas. A invenção de John ficou popular quando seu funcionamento foi mostrado no site www.metacafe.com.
Fonte: Globo.com
Mundo cão!

Homem é encontrado amarrado em poste no Centro
Policiais do 13º BPM (Centro) encontraram um homem não identificado, amarrado em um poste, com sinais de espancamento, na Rua Moncorvo Filho, no Centro, na manhã deste sábado. Ele foi levado por policiais para o Hospital Souza Aguiar. O caso foi registrado na 5ª DP (Centro).
Fonte: O Dia
Gostei da idéia. Vou adotá-la entre os meus alunos

Professora corta língua de aluno ruidoso na Itália
Uma professora cortou com uma tesoura a língua de um aluno de sete anos porque ele fazia muito barulho e não se calava. "Foi um jogo", disse a professora de 22 anos, que trabalha em uma escola em Milão, na Itália, segundo reportagem do jornal Corriere della Sera. Ferida, a criança, foi levada para um hospital para que a língua fosse costurada.
Segundo o jornal, a professora foi suspensa após o incidente. A mulher teria pedido que a criança não contasse nada à sua mãe sobre o incidente e que dissesse que ele mesmo se feriu. O advogado da família exigirá indenização material e moral para o menino, que terá que passar várias semanas só ingerindo alimentos líquidos e tem medo de voltar ao colégio.
Fonte: O Dia/Terra
Desligue o seu computador

O site www.shutdownday.org está promovendo uma campanha inusitada: um dia inteiro - o próximo 24 de março - sem que se ligue o computador. Pode parecer estranho numa época em que, dizem, não se pode viver sem um PC, mas a idéia é justamente essa: um estudo global sobre a possibilidade de as pessoas ficarem um dia inteiro desconectadas.
Texto publicado no site:
É evidente a vida seria muito mais difícil sem computadores, talvez impossível. Como você lidaria com o desaparecimento das máquinas por apenas um dia?
Faça parte de um dos maiores experimentos internacionais a serem realizados na Internet. A idéia do experimento é descobrir quantas pessoas conseguem passar um dia inteiro sem um computador e o que irá acontecer se todos participarem.
Desligue seu computador neste dia e descubra! Você consegue sobreviver por 24 horas sem seu computador ?
Dica de leitura: Fernando Gabeira na Folha
Drogas e violência
FERNANDO GABEIRA
NO AUGE do debate sobre violência, Sérgio Cabral mencionou a legalização das drogas como um tema importante. Aparentemente, todos os que acreditam nesta saída futura deveriam lançar-se na batalha.
Mas quem conhece o processo de legalização fora daqui sabe que ele tem premissas que não foram cumpridas no Brasil. Uma delas é uma polícia mais ética e competente. Enquanto não se fizer uma reforma profunda nos organismos policiais, a mudança pode contribuir com a violência.
Com o tempo e observação internacional, passei a ver a legalização não como como uma renúncia ao controle, mas um salto de qualidade no próprio controle.
Aqui, no Brasil, é evidente que a súbita retirada dos mercados clandestinos jogaria os criminosos em outros tipos de crime. Logo, é preciso estar preparado para esse deslocamento, de um modo geral para seqüestros e roubos de carro.
Um brasileiro entrou num bar holandês onde se vende maconha.
Estava de gorro, e o gerente do bar se assustou. Chamou os seguranças que cuidam da entrada e os advertiu seriamente. Tinham esquecido da norma? É proibido entrar de gorro. Isto significa que os lugares são monitorados por câmeras.
Os armazéns suecos que vendem bebida possuem um grande fichário de clientes que não podem usar álcool. O fichário é consultado e uma luz vermelha se acende no caixa, indicando que, naquele caso, era proibido vender.
Quando a Inglaterra decidiu liberar o uso de maconha numa região de Londres, o fez aconselhada pela polícia. Argumento: quatro horas para abrir inquérito contra um usuário, é tempo preciso para realizar tarefas mais importantes de segurança pública.
Passei tantos anos falando em legalização e agora, que um jovem e corajoso governador levanta a tese, não posso abandoná-lo. Mas a melhor forma de concordar com ele é apontar e contribuir com a premissa que, realmente, pode nos aproximar, como outros países, da fase experimental: a reforma da polícia.
Mesmo a Colômbia, com os avanços em Bogotá, está mais perto da legalização do que nós, pois, do ponto de vista urbano, torna a violência administrável.
A tarefa de reformar a polícia não pode ser feita sem apoio da sociedade. Mas o importante é contar com as forças especiais e o Exército. Isso protege contra bolas pelas costas quando se tocam nos pontos mais sensíveis da corporação.
Pensem no Haiti. Em situação muito mais difícil, abriu-se um caminho em Bel Air e, nesta semana, Cité Soleil caiu nas mãos dos brasileiros. De que adianta correr o mundo se não aprendemos as lições?
Fonte: Folha de S. Paulo
FERNANDO GABEIRA
NO AUGE do debate sobre violência, Sérgio Cabral mencionou a legalização das drogas como um tema importante. Aparentemente, todos os que acreditam nesta saída futura deveriam lançar-se na batalha.
Mas quem conhece o processo de legalização fora daqui sabe que ele tem premissas que não foram cumpridas no Brasil. Uma delas é uma polícia mais ética e competente. Enquanto não se fizer uma reforma profunda nos organismos policiais, a mudança pode contribuir com a violência.
Com o tempo e observação internacional, passei a ver a legalização não como como uma renúncia ao controle, mas um salto de qualidade no próprio controle.
Aqui, no Brasil, é evidente que a súbita retirada dos mercados clandestinos jogaria os criminosos em outros tipos de crime. Logo, é preciso estar preparado para esse deslocamento, de um modo geral para seqüestros e roubos de carro.
Um brasileiro entrou num bar holandês onde se vende maconha.
Estava de gorro, e o gerente do bar se assustou. Chamou os seguranças que cuidam da entrada e os advertiu seriamente. Tinham esquecido da norma? É proibido entrar de gorro. Isto significa que os lugares são monitorados por câmeras.
Os armazéns suecos que vendem bebida possuem um grande fichário de clientes que não podem usar álcool. O fichário é consultado e uma luz vermelha se acende no caixa, indicando que, naquele caso, era proibido vender.
Quando a Inglaterra decidiu liberar o uso de maconha numa região de Londres, o fez aconselhada pela polícia. Argumento: quatro horas para abrir inquérito contra um usuário, é tempo preciso para realizar tarefas mais importantes de segurança pública.
Passei tantos anos falando em legalização e agora, que um jovem e corajoso governador levanta a tese, não posso abandoná-lo. Mas a melhor forma de concordar com ele é apontar e contribuir com a premissa que, realmente, pode nos aproximar, como outros países, da fase experimental: a reforma da polícia.
Mesmo a Colômbia, com os avanços em Bogotá, está mais perto da legalização do que nós, pois, do ponto de vista urbano, torna a violência administrável.
A tarefa de reformar a polícia não pode ser feita sem apoio da sociedade. Mas o importante é contar com as forças especiais e o Exército. Isso protege contra bolas pelas costas quando se tocam nos pontos mais sensíveis da corporação.
Pensem no Haiti. Em situação muito mais difícil, abriu-se um caminho em Bel Air e, nesta semana, Cité Soleil caiu nas mãos dos brasileiros. De que adianta correr o mundo se não aprendemos as lições?
Fonte: Folha de S. Paulo
sexta-feira, 2 de março de 2007
Se colar, colou?
O entrevistador sugeriu que ela poderia posar nua para ele
A jornalista Dina Sansing, da revista de fofocas US Weekly, ficou paralisada quando o ancora Glenn Beck, do canal Headline Prime, da CNN, sugeriu que ela poderia posar nua para ele. Foi durante uma entrevista sobre o escândalo das fotos em que uma participante do programa American Idol aparece de topless.
Fonte: Blue Bus
quinta-feira, 1 de março de 2007
Eu não vejo o Big Brother. Mas hoje é dia torcer pra Flavinha

Hoje é dia de escolha do líder e a Flavinha tem que ganhar. Se não, a turma do "mal" (Alberto, Ayrton, Carol e Analy) vai botar a moça no paredão contra o Alemão. A Fani está mudando de lado e ficando perigosa. Estou sabendo disso tudo porque a minha babá me conta. Porque, afinal, EU NÃO VEJO O BIG BROTHER. (cadê o eco?)
Viu Bial?
Para que servem os jornais?
Turttle mail?

Cartão postal é entregue com 90 anos de atraso na Inglaterra
Walter Burns era, em 1917, um soldado britânico em combate na Primeira Guerra Mundial. Das trincheiras ele enviou um cartão postal para sua noiva à época, Amy Hicks. Ela, entretanto, nunca chegou a receber a correspondência. Mas isso não impediu o amor entre os dois. Walter retornou da guerra e se casou com Amy dois anos mais tarde. Eles permaneceram juntos até a morte dela em 1978. Walter morreria no ano seguinte, aos 82 anos.
A história de amor do casal voltou à tona há poucas semanas, quando o postal, que provavelmente ficou perdido em um acampamento militar durante o conflito, finalmente foi entregue. O carteiro Martin Kay encontrou-o em meio à correspondência rotineira do correio da cidade de Swindon e, com a ajuda de historiadores, localizou Joyce Hulbert, 86, filha de Walter e Amy. O cartão, com 90 anos de atraso, enfim encontrou um destinatário. Nele o soldado Walter apenas havia enviado uma mensagem para confortar sua amada: "Estou bem."
Fonte: IG (Johnny Galavoti)
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007
Peladona em Paris
Violência: tipo de notícia que eu não gosto de dar. Mas...
Mulher é morta em encontro marcado pela web
Um adolescente é suspeito de ter cometido o crime no sábado.
O primo dele será investigado pela polícia, que tem cópia das conversas pela internet.
Com a ajuda da filha da vítima, a polícia do Rio Grande do Norte conseguiu prender dois acusados de envolvimento no assassinato da corretora de imóveis Célia Carvalho, que estava desaparecida desde o último sábado (24). Ela tinha 43 anos e foi morta a pauladas. Célia Carvalho havia conhecido um dos acusados, que é menor de idade, por meio da internet, durante o carnaval. Ela foi morta a pauladas e enterrada no caminho de uma praia do estado. Estava amordaçada e com as mãos amarradas. O adolescente de 17 anos que a corretora havia conhecido pela internet atribuiu o crime ao primo, de 18 anos, e à namorada dele, também menor de idade. A polícia investiga a motivação do crime.
Mais de 20 páginas do diálogo entre a vítima e o adolescente pela internet também ajudaram revelar a relação entre os dois. A participação da família da vítima foi fundamental para o esclarecimento do crime. A filha da corretora marcou um encontro, também pela internet, com o adolescente e ele foi preso em flagrante. O primo foi detido logo depois. De acordo com a polícia, os dois presos já têm passagem pela polícia em Natal e em São Paulo. A polícia acredita que eles possam ter feito outras vítimas em Natal.
Fonte: G1
Um adolescente é suspeito de ter cometido o crime no sábado.
O primo dele será investigado pela polícia, que tem cópia das conversas pela internet.
Com a ajuda da filha da vítima, a polícia do Rio Grande do Norte conseguiu prender dois acusados de envolvimento no assassinato da corretora de imóveis Célia Carvalho, que estava desaparecida desde o último sábado (24). Ela tinha 43 anos e foi morta a pauladas. Célia Carvalho havia conhecido um dos acusados, que é menor de idade, por meio da internet, durante o carnaval. Ela foi morta a pauladas e enterrada no caminho de uma praia do estado. Estava amordaçada e com as mãos amarradas. O adolescente de 17 anos que a corretora havia conhecido pela internet atribuiu o crime ao primo, de 18 anos, e à namorada dele, também menor de idade. A polícia investiga a motivação do crime.
Mais de 20 páginas do diálogo entre a vítima e o adolescente pela internet também ajudaram revelar a relação entre os dois. A participação da família da vítima foi fundamental para o esclarecimento do crime. A filha da corretora marcou um encontro, também pela internet, com o adolescente e ele foi preso em flagrante. O primo foi detido logo depois. De acordo com a polícia, os dois presos já têm passagem pela polícia em Natal e em São Paulo. A polícia acredita que eles possam ter feito outras vítimas em Natal.
Fonte: G1
Enquanto isso, os bandidos de verdade barbarizam pelas ruas...

Dado Dolabella é detido por dirigir sem habilitação e com IPVA atrasado
Não tenho o menor motivo para defender esse cara. Dizem que é um encrenqueiro. Mas nessa, fico na dúvida. A PM adora fazer blitz pra correr atrás de pequenas irregularidades. Preso por falta de habilitação e por atrasar um pagamento de IPVA? Será que a PM não tem um trabalho mais importante e eficiente pra fazer? Por que não prender os bandidos de verdade? E o que é feito com o faturamento dessas taxas absurdas? Pra onde vai a grana do IPVA?
Todo mundo sabe o objetivo dessas blitzen? Todo mundo tem uma história "estranha" pra contar. E a perda de tempo? Sabemos bem que não vai dar em nada a prisão do ator.
É preciso trabalhar sério!
Fonte: Globo.com
Big Brother Brasil 7 - Fora "caipira" fajuto
Esse cara não tem jeito. Partindo dele, tem mais é que desconfiar. Agora vai tentar armar pra botar a Flavinha no paredão.
Mas eu não vejo o BBB.
Saúde (Artigo do jornalista Vitor Sznejder)
Meu amigo Vitor Sznejder manda texto para eu ler. Seqüestrei (o texto, não o Vitor), saí correndo e estou publicando aqui.
Remédio combate o sono e permite aumento da jornada de trabalho
Se você anda sonolento em demasia, desanimado e letárgico, pode estar sofrendo apenas o efeito soporífero da política brasileira; ou adotando inconscientemente uma forma de proteger-se da violência carioca. Mas pode se tratar, também, de uma disfunção biológica. Em qualquer dos casos, converse com o seu médico sobre uma substância chamada modafinil, aprovada em 1998 pelo rigoroso FDA ("Federal Drug Administration") - inicialmente apenas para o tratamento da narcolepsia e da sonolência excessiva durante o dia. Aparentemente, seu uso potencializa o efeito dos recaptadores de serotonina como a fluoxetina, quando administrados concomitantemente.
Em 2003, o FDA aprovou o uso do modafinil também para casos de apnéia obstrutiva do sono (http://pt.wikipedia.org/wiki/Apn%C3%A9ia).
Estudos clínicos demonstraram que a droga pode melhorar a memória, a cognição e o humor. Por isso vem sendo experimentada, também, em pessoas com síndrome de fadiga crônica, desordem depressiva grave, esclerose múltipla e fibromialgia, entre outras afecções. Os primeiros testes em humanos foram em integrantes das forças armadas.
Estados Unidos e Israel, por exemplo, descobriram que ele aumenta a produtividade de pilotos de jatos ou helicópteros, que passam a suportar - sem sono - jornadas de 36 ou até 48 horas de vôo. Na volta das missões, eles simplesmente deitam para dormir - e dormem um sono normal.
Guardadas as devidas proporções, parece útil para quaisquer profissionais que enfrentam plantões noturnos, duplas jornadas de trabalho (especialmente quando elas se alternam) e vivem sob a pressão do "deadline". O produto é classificado como estimulante do humor ("mood-enhancer" ou "mood-brigthening") e não causa efeitos colaterais como a agitação, a irritabilidade e a euforia - comuns nas anfetaminas, na cocaína e em outras drogas psico-estimulantes. Tampouco causa dependência, dizem os laboratórios. Dor de cabeça e náusea são os efeitos colaterais mais comuns.
Modafinil ainda não é fabricado nem vendido no Brasil, embora o seja - sempre com receita médica - nos Estados Unidos, no Canadá, na Inglaterra e na Suécia, sob marcas como "Provigil" e "Alertec". Mesmo no primeiríssimo mundo, o preço é proibitivo: cerca de US$ 10 (dez dólares) por comprimido, e a dose recomendada é de dois comprimidos por dia. De enlouquecer, né?
Remédio combate o sono e permite aumento da jornada de trabalho
Se você anda sonolento em demasia, desanimado e letárgico, pode estar sofrendo apenas o efeito soporífero da política brasileira; ou adotando inconscientemente uma forma de proteger-se da violência carioca. Mas pode se tratar, também, de uma disfunção biológica. Em qualquer dos casos, converse com o seu médico sobre uma substância chamada modafinil, aprovada em 1998 pelo rigoroso FDA ("Federal Drug Administration") - inicialmente apenas para o tratamento da narcolepsia e da sonolência excessiva durante o dia. Aparentemente, seu uso potencializa o efeito dos recaptadores de serotonina como a fluoxetina, quando administrados concomitantemente.
Em 2003, o FDA aprovou o uso do modafinil também para casos de apnéia obstrutiva do sono (http://pt.wikipedia.org/wiki/Apn%C3%A9ia).
Estudos clínicos demonstraram que a droga pode melhorar a memória, a cognição e o humor. Por isso vem sendo experimentada, também, em pessoas com síndrome de fadiga crônica, desordem depressiva grave, esclerose múltipla e fibromialgia, entre outras afecções. Os primeiros testes em humanos foram em integrantes das forças armadas.
Estados Unidos e Israel, por exemplo, descobriram que ele aumenta a produtividade de pilotos de jatos ou helicópteros, que passam a suportar - sem sono - jornadas de 36 ou até 48 horas de vôo. Na volta das missões, eles simplesmente deitam para dormir - e dormem um sono normal.
Guardadas as devidas proporções, parece útil para quaisquer profissionais que enfrentam plantões noturnos, duplas jornadas de trabalho (especialmente quando elas se alternam) e vivem sob a pressão do "deadline". O produto é classificado como estimulante do humor ("mood-enhancer" ou "mood-brigthening") e não causa efeitos colaterais como a agitação, a irritabilidade e a euforia - comuns nas anfetaminas, na cocaína e em outras drogas psico-estimulantes. Tampouco causa dependência, dizem os laboratórios. Dor de cabeça e náusea são os efeitos colaterais mais comuns.
Modafinil ainda não é fabricado nem vendido no Brasil, embora o seja - sempre com receita médica - nos Estados Unidos, no Canadá, na Inglaterra e na Suécia, sob marcas como "Provigil" e "Alertec". Mesmo no primeiríssimo mundo, o preço é proibitivo: cerca de US$ 10 (dez dólares) por comprimido, e a dose recomendada é de dois comprimidos por dia. De enlouquecer, né?
Príncipe Charles: nessa você acertou

Príncipe Charles diz que banir McDonald's levaria a alimentação saudável
Em visita a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, o príncipe Charles, herdeiro da Coroa britânica, disse nesta semana a uma nutricionista que "banir" o McDonald's seria a solução para ter uma dieta saudável.
Não foi uma declaração pública e nem o primeiro passo de uma campanha que ele supostamente poderia lançar. Mas o episódio é relatado pelo "Times", de Londres, que o compara a outras gafes cometidas pelo príncipe, como suas críticas à arquitetura moderna.
O príncipe visitava um centro de pesquisas de combate à diabetes, que vitima 20% da população adulta local. A observação sobre a rede de fast food foi feita reservadamente à nutricionista Nadine Tayara.
Um porta-voz da rede McDonald's declarou-se "desapontado" e disse que outros integrantes da família real freqüentam as lanchonetes e "têm provavelmente uma imagem mais atualizada" da rede.
O "Times" relata que os dois filhos de Charles já foram vistos em lojas do McDonald's. Com Harry foi em 2005, quando ele comprou dois hambúrgueres de frango e um milk shake. O porta-voz do príncipe distribuiu nota em que reiterou a sua preocupação com a alimentação infantil saudável.
Fonte: Folha de S. Paulo
Seus problemas e os do seu bilau acabaram

Na luta contra a Aids vale tudo! Se você é um daqueles que vive reclamando que colocar preservativo corta o clima na hora do sexo e faz seu bilau perder o apetite, seu argumento acabou de desmoronar. A novidade ao lado promete dar uma guinada em sua vida na alcova: o aplicador de camisinha! O fabricante garante que não se perde três segundos para encapar com total segurança o dito cujo e cair na gandaia. O artefato sexual ganhou o primeiro lugar em um concurso na Cidade do Cabo (tinha que ser, né?), na África do Sul, país onde a incidência da Aids é assustadora e a resistência ao uso da camisinha é enorme.
Fonte: Reuters
Michael Douglas and me estamos ferrados (Não necessariamente nesta ordem)

Quer viver muito? Transar menos pode ajudar...
Aqui no blog já comentei sobre a história de uma velhinha centenária que dizia que o segredo da longevidade era o uso da maconha. Agora, surge uma nova teoria: vive mais quem transa menos. É nisto que acredita Chan Chi, de 107 anos, que mora em um vilarejo de Hong Kong. Chan, que também dá umas tragadinhas de vez em quando (não de maconha, OK?), não faz sexo desde os 30 anos!
"Eu não sei por que vivi até aqui. Talvez seja pelo fato de não ter feito sexo por tantos anos", disse o chinês. A última vez que Chan gastou suas energias com sexo foi durante a invasão japonesa na Segunda Guerra Mundial. Logo depois, sua esposa morreu e ele nunca mais esteve com uma mulher.
O "sábio" Chan disse que foi muito mais difícil resistir ao tabaco que aos prazeres carnais. Vocês conseguiriam? É melhor viver dez anos a mil ou mil anos a dez?
Fonte: Page not found (Fernando Moreira)
Ver pra crer?

Católicos americanos vêem imagem da Virgem Maria em fôrma de pizza
Uma simples fôrma de pizza. Não, para católicos de uma região de Houston não se trata de uma simples fôrma de pizza. Eles acreditam que o objeto é o cenário de uma aparição da Virgem Maria. Isto mesmo! As cozinheiras de uma escola primária ficaram intrigadas com uma imagem que havia se revelado na fôrma. Não demoraram muito para decretar: é uma manifestação da mãe de Jesus Cristo.
Como era de esperar, o local virou ponto de peregrinação para milhares de católicos. Filas se estendem diante da fôrma, que ganhou um altar na escola. Os fiéis param diante do símbolo "sagrado", rezam e tocam a imagem. Uma mulher chegou a trazer de longe um neto que sofre de paralisia em busca de cura.
O padre de uma igreja próxima à escola, Abelardo Cobos, disse não achar ruim que uma fôrma de pizza venha reunindo tantos peregrinos na região habitada majoritariamente por hispânicos.
"Precisamos rezar e precisamos rezar sempre", comentou.
Em um mundo cada vez mais caótico, parece ser mais um caso de "fome de fé". O que você vê? Você tem fome de quê?
Fonte: Blog Page not found (Fernando Moreira)
Mc Leozinho nunca mais! (Ela não vai mais pensar em beijar)

Mulher engole dente de namorado durante beijo
Uma romena de 38 anos, cuja identidade não foi revelada, precisou ir a um hospital da cidade de Galati, por causa de um beijo. Ela reclamava de dores no estômago e disse que havia engolido um objeto estranho, enquanto beijava o namorado.
Após um raio X, os médicos descobriram que o causador do desconforto era uma prótese dentária, que foi parar no estômago da mulher por culpa do que ela definiu como "uma técnica especial de beijo".
Fonte: IG (Walter Oliveira da Luz Neto)
terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
Crônica ("Um estranho no ninho")

Um estranho no ninho
Paulo Cezar Guimarães
Vida de executivo é fogo! Sabemos disso. Que o diga Renato Paladino, que conheci trabalhando na Vale do Rio Doce. Logo que entrou na Companhia, ainda jovem, foi transferido para o Japão, e uma de suas primeiras missões foi acompanhar uma negociação na China.
“A aventura de fazer negócios no exterior é inesquecível, e coloca as pessoas em situações inusitadas, engraçadas e curiosas. Na hora de comer, principalmente. Tem momentos em que não há gesto que dê jeito. Na primeira vez que saí para jantar com colegas na China, deu tudo certo até pedirmos a sobremesa. Cansado de se expressar inutilmente, um colega resolveu pedir a sobremesa pelo preço. Escolheu a mais cara, no cardápio em chinês. Veio um bolo de aniversário enorme. Teve até “Parabéns pra você’, cantado por garçons, cozinheiros e pelo dono do restaurante”, lembra, rindo.
Por falar em comemoração, nunca é demais lembrar que os chineses adoram um brinde. Geralmente com uma espécie de aguardente muito forte.
“Você tem que virar o copo para mostrar que bebeu tudo. Se você não é forte para a bebida, corre o risco de ficar tonto”.
Paladino conta que já experimentou as coisas mais estranhas do mundo. Como o ovo de 100 anos, por exemplo. A “sutil iguaria”, depois de ficar enterrada na cal durante longo tempo, vira uma espécie de gelatina preta, que é servida em fatias.
“Sem falar no pepino do mar, que dizem ser bom para a virilidade, e no olho de peixe, servido na sopa. O ideal, mesmo, é só perguntar depois de comer. Uma vez fui apresentado ao tal “Sole mio”, uma carne roxa, que, até hoje, eu não descobri o que é. O perigo é quando o convidado elogia muito a comida com o objetivo de agradar. Eles acabam colocando mais no prato”.
Cobra, ele garante que nunca comeu. Mas conta que numa feira em Taiwan, um colega teve de experimentar.
“Eles espremem a cobra, retiram o sangue e põem no copo para beber.
É certo que o Oriente hoje está mais ocidentalizado, digamos assim, mas há quinze anos, pouca gente falava inglês, e havia dificuldade para se comunicar”.
Cada missão durava em torno de 30 a 40 dias. E tinha também situações perigosas. Como aquela em que um grupo de amigos de Paladino foi fazer uma negociação no Irã durante a guerra com o Iraque. Precisaram sair correndo para não ficar no meio do conflito.
“Uma vez, na Índia, durante uma reunião com executivos da segunda maior empresa do país, roubaram todas as nossas malas que estavam no carro. Ficamos retidos quase uma semana sem conseguir voltar para casa, pois os nossos passaportes estavam dentro do veículo. Chateados com a situação, os indianos colocaram um despachante à nossa disposição. Só depois, soubemos o que aconteceu: o motorista, que trabalhava há seis anos na empresa, costumava dormir no carro. Aquela tinha sido a terceira vez que isso acontecia”.
E as viagens entre os países? Certa vez, para fazer uma negociação na Líbia, Paladino levou quase dois dias viajando sem parar.
“Saímos de Bruxelas para a Tunísia. Em Tunis, pegamos um outro avião para Djerba, na fronteira da Tunísia com a Líbia. Um motorista foi nos buscar, e viajamos 9 horas pelo deserto, num carro sem ar condicionado”.
A aventura acabou assim? Que nada:
“O pior foi ficar ouvindo música árabe durante todo o percurso, sem mudar de canal”.
Algo assim como ficar ouvindo funk seis meses sem parar.
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007
Ratos num Taco Bell, de Nova Iorque (Não recomendável pra quem detesta esses bichos. Mas é noticia para refletir)
Ratos passeando no restaurante
Vídeo se espalhou rápido na web
Exibido originalmente por uma emissora local de Nova Iorque, o vídeo que mostra ratos passeando num restaurante da rede Taco Bell chegou rapidamente à internet. Disponível em sites de compartilhamento de vídeos, pode ser assistido por usuários de qualquer ponto do planeta. A empresa, no entanto, reagiu como se estivesse lidando com uma crise de imagem local - quando divulgou um comunicado, o vídeo já tinha se espalhado na web e estava sendo reproduzido também por outras TVs - ampliando em muito sua repercussão. "Nenhuma crise é apenas uma crise local", diz materia do Advertising Age que analisa a 'nova era' vivida pela atividade de RP em funçao da internet e da comunicação viral.
Fonte: Blue Bus
Quem tem ejaculação precoce vai ouvir "Brasileirinho"?

Ucrânia irá comercializar um preservativo musical
Grigoriy Chausovsky, de Zaporozhye, criou um preservativo que toca uma música mais alto e rapidamente à medida que os amantes atingem o clímax. Os preservativos, que serão comercializados na Ucrânia, possuem um minúsculo micro na base do preservativo que começa a tocar uma melodia e um sensor regista quando o preservativo é colocado e quando há um aumento da velocidade dos movimentos, alterando a intensidade da música.
Fonte: IG (Rubens Cavalcante)
Como falar de livros que não se leu

Da arte de não ler
"O recém-lançado Comment parler des livres que l’on n’a pas lus (“Como falar de livros que não se leu”), do professor de literatura e psicanalista francês Pierre Bayard, não é exatamente um daqueles manuais para blefadores que andaram na moda alguns anos atrás. Sendo um intelectual francês, Bayard tem pretensão maior – alguma coisa a ver com uma defesa da não-leitura como atividade criadora. Como estou falando do livro dele sem tê-lo lido, fica tudo em casa.
Mas Comment parler… é, antes de mais nada, uma provocação, e como tal tem atingido seu objetivo. De um lado Bayard vem colhendo o apoio risonho de quem reconhece sua coragem de ir contra a hipocrisia e cutucar um tabu de intelectuais – pois é evidente que todo mundo trapaceia de vez em quando, mesmo porque o tempo para ler tudo o que se deveria ler anda escasso pelo menos desde o início do século XVIII. Recepções simpáticas ao livro de Bayard podem ser lidas no artigo da “Lire”, em francês, e, com uma dose maior de ironia, na resenha do “New York Times”, em inglês.
Naturalmente, também é possível carregar no sarcasmo, como fez esse artigo publicado no “Times” de Londres (onde mais?) ao dizer que o livro de Bayard confirma algo que sempre se suspeitou sobre os acadêmicos franceses: “que, em sua maioria, são fraudes subsidiadas além do que valem”. É provável que a verdade esteja em algum lugar no meio do caminho, mas uma coisa é certa: não é pequena a coragem de Pierre Bayard ao revelar que nunca terminou de ler “Ulisses”.
Inspirado por ele, confesso que eu também não. Comecei algumas vezes, por caminhos diversos: no original, na tradução de Antonio Houaiss, na de Bernardina Pinheiro. Nunca me pareceu que valesse a pena prosseguir. Prefiro “Dublinenses”. Por quanto tempo devo ficar ajoelhado no milho?
E você, qual é aquele livro obrigatório que nunca leu?"
Fonte: Sérgio Rodrigues (nominimo)
Mengo imita Botafogo e Fluminense

Meu amigo Sebastião Martins telefona:
"PC, você viu a foto na capa do Globo? A legenda não combina com a foto".
É verdade.
Se o último gol de pênalty (o da vitória) foi marcado pelo Souza, como pode ele estar no meio dos demais jogadores do Flamengo, no meio do campo? Coisas que só acontecem ao Flamengo? Imitando o Botafogo?
Ou é coisa do Sobrenatural de Almeida? Imitando o Fluminense.
Agora: que o grande culpado pela derrota do Vasco foi o treinador Renato Gaúcho, ao sentar no banco e esconder o rosto na hora dos pênaltys, isso foi. Eu também não confiaria nos jogadores que ele tem. Mas ele é o comandante do time. Tem que dar exemplo. É inexperiente ainda, apesar dos 200 anos no futebol.
Cameron Diaz e Drew Barrymore pegam maresia no Havaí

Cameron Diaz e Drew Barrymore dividem o mesmo cigarro de maconha no Havaí
A amizade entre Drew Barrymore e Cameron Diaz tem muito mais em comum do que se possoa imaginar. As estrelas de Hollywood, que atualmente curtem a solteirice depois de terminarem longos relacionamentos, foram flagradas por um paparazzi muito à vontade numa praia do Havaí. E foi ali, onde as duas relexavam tomando um sol de biquíni, que elas dividiram o mesmo cigarro de maconha. As atrizes nem pareciam ligar para o fato de estarem num local público. E sequer recordavam que elas são pessoas famosas. Cameron já admitiu anteriormente que, durante a adolescência, fumava um baseado. Drew nunca disse que sim, mas também deu a entender em várias declarações que existem coisas piores do que fazer uso da erva natural.
Fonte: Globo.com
"O mala do ano"

"O Brasil pode estar errado", afirma Alberto
No quarto 2 Filhos de Francisco, o grupo da ‘oposição’ fala sobre o paredão. “O clima mais piorar, agora vamos ficar realmente em pé de guerra”, fala Analy. Alberto começa então a julgar o certo e o errado na casa, “Não sei se acredito mais no público, o Brasil pode estar errado”, julga o caubói, que desde o início lidera o grupo. Carol, que também participa da roda de conversa, acha que foi justiça a Dj ter pegado o veto, “Isso só prova que estamos certos”, acredita a carioca.
Eu não vejo o Big Brother, mas soube pela minha babá que o cara aí de cima é o maior armador. Dessa vez não tem Churchill que dê jeito: vou torcer pros"alemão" contra os "cowboy".
Fonte: o Fuxico (ah se os intelectuais lêem isso!)
domingo, 25 de fevereiro de 2007
Bavaria, novo anúncio. Tudo a ver com Comunicação!
"Uma conversa de bar sobre o sabor da cerveja dá início a uma seqüência de explicações que de boca em boca vão alterando o sentido original da informação, como na brincadeira do telefone sem fio. Este é o recurso usado pela Talent nos primeiros filmes da agência para a Bavaria Premium - a campanha foi apresentada em coletiva".
Fonte: Blue Bus
Que bela foto!
Dica de Segurança
Dica de segurança: cuidado com a agenda do celular
Quanto mais óbvia uma dica de segurança mais importante ela é porque os nossos olhos não são treinados para ver o que é óbvio. Acabo de pescar um conselho interessante dado por um PM de São Paulo contra o golpe do falso seqüestro por telefone. Ele sugere que as pessoas usem codinomes ou os próprios nomes para parentes próximos, em vez de por na agenda os nomes "mãe", "pai", "casa" etc etc. A polícia já registrou casos em que um celular com essas informações de bandeja, em mãos erradas, é um prato cheio para os bandidos.
Fonte: Blog Repórter do Crime (De Jorge Antônio Barros)
Quanto mais óbvia uma dica de segurança mais importante ela é porque os nossos olhos não são treinados para ver o que é óbvio. Acabo de pescar um conselho interessante dado por um PM de São Paulo contra o golpe do falso seqüestro por telefone. Ele sugere que as pessoas usem codinomes ou os próprios nomes para parentes próximos, em vez de por na agenda os nomes "mãe", "pai", "casa" etc etc. A polícia já registrou casos em que um celular com essas informações de bandeja, em mãos erradas, é um prato cheio para os bandidos.
Fonte: Blog Repórter do Crime (De Jorge Antônio Barros)
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
Artigo: "De bêbado não tem dono?"

Tribunal de Justiça comprova que “de bêbado realmente não tem dono?”
Paulo Cezar Guimarães
Deu no Globo na época e se Stanislaw Ponte Preta fosse vivo também publicaria, com certeza, na seção “Febeapá” (pros que chegaram agora: Festival de Besteiras que assolam o País). O título? “Orgia tem regra: ninguém é de ninguém”. O subtítulo? “Tribunal decide que quem participa não pode reclamar do que acontecer”.
A notícia, vinda de Brasília e assinada pela repórter Carolina Brígido, falava de uma sentença do Tribunal de Justiça de Goiás que decidiu que “o homem que, por vontade própria, participar de uma sessão de sexo grupal e, em decorrência disso, for alvo de sexo passivo, não pode declarar-se vítima de crime de atentado violento ao pudor”. Acrescentava ainda que “o acórdão do TJ de Goiás, publicado no dia 6, é um puxão de orelhas no autor da ação que reclamava da conduta de um amigo”.
E, como estamos falando de Goiás, os nomes foram dados aos bois. Estava lá na reportagem que um cidadão chamado Luziano Costa da Silva tinha acusado o amigo José Roberto de Oliveira de ter praticado contra ele “ato libidinoso diverso da conjunção carnal”. Luciano, pasmem, alegou que como estava bêbado não pôde se defender. Não dirigia um veículo, mas estava bêbado.
Ou seja: o típico caso do “cu de bêbado não tem dono”. Que me perdoem os puristas, mas não resisto a uma galhofa e lembro aquela musiquinha dos saudosos “Mamonas Assassinos” que falava do sujeito que participou de um suruba e não conseguiu “comer ninguém”. Em certo trecho, os músicos do “Mamonas”, que morreram em trágico acidente de avião, cantavam: “Solta a ´roda` e vira solta a ´roda` e vem, neste raio de suruba já me passaram a mão na bunda e ainda não comi ninguém”.
Voltando à reportagem publicada em O Globo, vale citar a transcrição do acórdão dos desembargadores: “A prática de sexo grupal é ato que agride a moral e os bons costumes minimante civilizados. Se o indivíduo, de forma voluntária e espontânea, participa de orgia promovida por amigos seus, não pode ao final do contubérnio (sic) dizer-se vítima do atentado violento ao pudor. Quem procura satisfazer a volúpia sua ou de outrem, aderindo ao desregramento de um bacanal, submete-se conscientemente a desempenhar o papel de sujeito ativo ou passivo, tal é a inexistência de moralidade e recto nesse tipo de confraternização”.
A repórter Carolina Brígido, além de ter levantado uma bela pauta de comportamento, ainda fazia comentários hilários na matéria. Como esse que complementava a citação anterior do acórdão: “Para o Tribunal de Justiça do estado, quem participa de sexo grupal já pode imaginar o que está por vir e não tem o direito de se indignar depois”. E Carolina comprova sua observação com outro trecho do texto retirado da sentença judicial: “(...) não pode dizer-se vítima de atentado violento ao pudor aquele que ao final da orgia viu-se alvo passivo de ato sexual”.
Participo com amigos de um grupo de debates no yahoogroups há bastante tempo e comentei a reportagem com eles. Não mandei cópia. Perguntei a um deles, tremendo gozador, se ele estava na tal “festinha”. Ele me respondeu, sem ler a matéria: “Tava não, mas se foi por engano, eu perdoava o cara...”. Outro fez questão de ler a reportagem na íntegra e me mandou a seguinte resposta: “PQP.Esse cara é um babaca.Eu não tinha lido e agora li. Ou seja , eu não sabia e agora sei. Pô, se o cara estava bebado e enrabaram ele, ele tinha mais é que meter a porrada no tal amigo e nunca mais tocar nesse assunto. Agora eu e todos os que leram sabem que ele foi enrabado. Fala sério, não basta estar enrabado, tem que participar!!!”.
Resta um consolo ao nobre Luziano; se é que pode haver consolo em tal situação. Segundo o inquérito policial, José Roberto levou além do amigo, a própria mulher, Ednair Alves da Silva, a uma construção no Parque Las Vegas, em Bela Vista de Goiás. Lá, teria obrigado a mulher e o amigo a tirar as roupas e a manter relações sexuais.
Um detalhe: José Roberto foi absorvido por unanimidade pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás.
Publicado no "Jornal de Debates" (www.jornaldedebates.com.br)
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