A foto do ano. O autor. O autor. Vou checar.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Fica pra próxima, Fluminense. Projeto de " internacionalização" não é pra qualquer um
Título e subtítulo da capa do caderno de Esportes do Globo de hoje
Esse negócio de pose dá nisso. E agora, Unimed? Tanta grana pra isso? A realidade é que o Flu não tem jogadas. Só joga na base do chuveirinho. E nem sempre funciona. Agora é ver a Libertadores pela televisão.
Caraca! O que pipocou de fogos aqui perto de casa! Aposto que são framenguistas. Eu é que não vou gastar dinheiro para comemorar a derrota dos outros.
Fluminense é gozado nas redes sociais
Caraca! Não respeitam ninguém. Não esperam nem o cadáver esfriar.
É nisso que dá tirar onda de melhor. Agora aguentem, tricolores.
PC Guimarães já foi cantor de banda de rock
Bem, não era bem uma banda de rock. Na época se chamava "conjunto de yêyêyê". E ofereço um fim-de-semana da Pousada do Xexéu em Cruzeiro para quem descobrir quem é o PCzinho.
Pesquei lá no facebook.
O caso Herrera e a diferença entre Jornalismo e entretenimento
Bela avaliação do meu camarada jornalista Fernando Molica em sua coluna no jornal O Dia.
Fernando Molica: O craque miúra que não quis brincar
Rio - Não basta fazer três gols num jogo, é preciso participar do tal quadro de pedir música criado pelo ‘Fantástico’. Herrera — jogador que vai a campo como um miúra disposto a fazer picadinho do toureiro — não quis participar da brincadeira e acabou sendo xingado na Internet por um outro repórter da emissora (o colega, depois, pediu desculpas ao argentino).
A polêmica despertada pelo gesto até banal do jogador — o de se recusar a participar de uma jogada promocional — está ligada a uma questão maior, a confusão entre jornalismo e entretenimento. Faz parte do ritual esportivo que, ao final de um jogo, atletas parem para dar entrevistas, não custa quebrar o galho dos repórteres. O problema é que, de uns tempos para cá, a necessidade de se ampliar a audiência estimulou a criação de artifícios como aquele constrangedor João Sorrisão: muitos jogadores toparam brincar; outros, não. Mesmo fora do esporte proliferam programas que têm um pé no jornalismo e outro no espetáculo. Na prática, aplicam a velha Lei de Gérson para tentar levar vantagem em tudo. Usam um formato jornalístico para compor um roteiro humorístico, baseado na lógica do show. Quem reage às abordagens acaba sendo acusado de ter cometido um atentado contra a liberdade de imprensa.
TVs, rádios e jornais têm o direito de valorizar o espetáculo, de criar elementos que atraiam o público. Ao inventar um novo jeito de apresentar os gols do ‘Fantástico’, o Tadeu Schmidt conseguiu a simpatia de quem não consegue ver graça naquele bando de gente correndo atrás de uma bola. O programa, por sinal, teve jogo de cintura no caso Herrera, a situação foi tratada com bom humor. Mas o episódio deixou claro que há sempre um risco em situações semelhantes — o pedir música não faz parte da cartilha jornalística, está mais no campo do entretenimento. O Herrera, um profissional como qualquer um de nós, pode não querer brincar depois de cumprir uma exaustiva jornada de trabalho. Afinal, a câmera que acaricia é a mesma que apedreja jogadores com a divertidíssima seleção dos inacreditáveis gols perdidos.
No fim das contas, a reação mal-humorada do jogador do Botafogo deixa uma lição. Ninguém está impedido de tentar arrancar de um entrevistado uma declaração que fuja aos padrões jornalísticos, mas é bom estar preparado para um troco imprevisto. É aquela história: quem não sabe brincar não deve descer pro playground.
Repórter da Globo pede desculpas a Herrera
Pesquei no site do programa Conexão do meu amigo e patrão Fábio Lau.
Repórter pede desculpas a Herrera
Da redação
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Os três gols do argentino Herrera na vitória do Botafogo na vitória por 4 a 2 sobre o São Paulo, no domingo (20), em jogo que marcou a estreia dos times no Brasileirão 2012, ganhou novo capítulo. Depois de ser chamado de “babaca” pelo repórter nas redes sociais por ter se recusado a pedir uma música ao programa Fantástico, ontem o jogador ouviu o pedido de desculpas feito pelo repórter, Marco Aurélio Souza. A recusa de Herrera parece ter tirado o jornalista do sério
— Música para quê? Não quero pedir nenhuma música não. Vai ficar só na minha cabeça mesmo.
A resposta ao repórter carioca ganhou destaque e, no domingo, Marco Aurélio Souza, via Twitter, ofendeu o goleador botafoguense pelo 'desacato', elogiando a postura do Fantástico:
— Tratou com normalidade e humor o babaca do Herrera.
Pouco mais tarde, talvez orientado, resolveu apagar o post e, em seu lugar, colocou um pedido de desculpas a Herrera.
— Sobre ontem: errei na escolha da palavra e peço desculpas ao Herrera e a quem se sentiu ofendido com o que escrevi. Obrigado.
— Música para quê? Não quero pedir nenhuma música não. Vai ficar só na minha cabeça mesmo.
A resposta ao repórter carioca ganhou destaque e, no domingo, Marco Aurélio Souza, via Twitter, ofendeu o goleador botafoguense pelo 'desacato', elogiando a postura do Fantástico:
— Tratou com normalidade e humor o babaca do Herrera.
Pouco mais tarde, talvez orientado, resolveu apagar o post e, em seu lugar, colocou um pedido de desculpas a Herrera.
— Sobre ontem: errei na escolha da palavra e peço desculpas ao Herrera e a quem se sentiu ofendido com o que escrevi. Obrigado.
terça-feira, 22 de maio de 2012
Bombonera ou Bambinera?
Deu no jornal "Metro" que o Fluminense quer transformar o Engenhão na Bombonera no jogo contra o Boca.
Meu camarada Fábio Lau provocou: "Bombonera ou Bambinera?".
É muita maldade!
Meu camarada Fábio Lau provocou: "Bombonera ou Bambinera?".
É muita maldade!
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Caiu André Silva!
Tá dando em tudo quanto é lugar. Agora só falta o Anderson Barros. Quem sabe o Eike não vem. Rola que Eike só aceitava colaborar com o Botafogo se Maurício Assumpção tirasse o André e o Anderson. Agora vamos ver se é verdade mesmo.
Por que não chamaram o Adriano de babaca também?
Direto do face do meu camarada e ex-aluno Plínio Uchôa. E agora? Cadê a FraPress? Mas o Adriano faz cara de bom moço, né?
Mala do Semestre do Blog do PC. Participe. Vote
Começou quente o concurso do semestre. Fábio Médici, que quer ser bi, está disputando pau a pau com Júlio, que entrou no ônibus agora e está querendo sentar na janela.
Vote. Não deixe de cumprir o seu dever cívico.
Quem foi que disse que macho não faz balé?
Será que esse cara é tricolor? É ruim, hein!
Obrigado pela dica, Marcos Alexandre.
Bem-vindo ao Botafogo, Oswaldo de Oliveira
Ponto para o Oswaldo. Não foi à toa que a torcida gritou o nome dele. Oswaldo finalmente chegou ao Botafogo. Começou a entender o que é trabalhar no Botafogo. Especialmente quando o assunto é arbitragem. Este vídeo não mostra o final da "entrevista" dele ainda dentro de campo, mostrada pelo Globo Esporte. Os caras que comentam também fingem não entender. Ele disse que está de saco cheio "desde o Carioca". Oswaldo é um cara educado, como o Cuca. O Cuca sentiu na pele o que é dirigir o Botafogo. Joel já conhecia. Caio Júnior deve ter ficado apavorado. Oswaldo começa a sentir.
"El dia em que Herrera silenciou a Rede Globo", Xico Sá
Grande Xico Sá. Simplesmente genial. Simplesmente Botafogo. E olha que o Xico é paulista e escreve em site paulista.
A semana já começa com um #mito nacional definido. E herói bom é herói argentino.
El dia em que Herrera compôs um tango desobediente com Amy Winehouse, acompanhe o meu raciocínio em preto & branco para uma segunda de ressaca.
Herrera aqui não é celebrado por ter feito três gols no tricolor paulista. Longe disso, embora meu corvo secador, botafoguense doente, tenha crocitado no seu luxuoso poleiro.
Não por isso, agourento Edgar, minha estimada ave, me dê outros motivos.
Por uma outra razão mais edificante, e pedagógica, já abrimos a segunda-sem-lei com a escolha de Herrera, boleiro do time da Estrela Solitária, como o mito da semana.
Acho sensacional essa ideia do mito de 15 minutos. Obra do artista norte-americano Andy Wahrol que encontrou nas redes sociais a plantação perfeita. O maná virtual que adubando tudo dá.
Convidado por um repórter da “Tv Globo”, no dever do seu nobre ofício, a escolher uma música no programa “Fantástico”, o argentino se recusou a indicar a “canción”, ao contrário de todos os colegas de profissão, que babam para pedir um pagode mela-cueca ou um gospel nesse momento de glória.
Quem marca três gols tem o “privilégio”.
Bem que Herrera poderia pedir um tango de Gardel –La noche que mi quieras-, uma milonga dos tempos do Rosário Central, um rock argentino do Attaque 77 etc etc.
Herrera bancou a Amy, que era botafoguense sem saber-se alvinegra, e disse simplesmente: “I no, no, no”. Rehab Futebol e Regatas.
Herrera pediu silêncio à Rede Globo, como uma espécie de Leonel Brizola ludopédico.
Bacana que no país da manada obediente, principalmente no futiba, um boleiro não caia na graça dos Joões Sorrisões.
Herreza fez a Amy. Foi o bastante para que a conspiração do boteco fervesse: o atacante alvinegro vai pagar caro por isso. Como se o Botafogo precisasse de castigo da Globo, dona das transmissões do futebol no Brasil, ou de qualquer outra entidade mitológica.
Botafogo é o que nem Dostoievsky imaginaria no seu “Crime e Castigo”.
Ora, ora, o time da Estrela Solitária é castigado com ou sem desobediência, desde nascença. É sina. Mas largou com cara de campeão deste ano. Senti firmeza.
Mesmo que não jogue bola daqui até dezembro, tem dois grandes méritos: Herrera e o uruguaio Loco Abreu, os mais esclarecidos boleiros em atividades no país.
P.S. Falar no assunto desobediência, vos comunico: o prezado amigo Afonsinho, por coincidência craque também do Botafogo, escreve agora na “Carta Capital”, em diálogo permanente com Sócrates, seu colega de Medicina e de consciência, ex-articulista da mesma publicação.
Boa semana a todos e que a ressaca da segundona, moral ou física, nos seja leve.
Mata-me de rir, a série: Rizek zoa do Mengo na telinha do plimplim
"Não acho legal o cara deixar o time da moda pra vir correr pelo Ronaldinho Gaúcho no Flamengo".
Vocês juram que o André Rizek acabou de dizer isso "Redação SporTV"? Se foi mesmo, mata-me de rir.
É que estou zapeando com a tv ligada, sem prestar atenção no programa.
Vocês juram que o André Rizek acabou de dizer isso "Redação SporTV"? Se foi mesmo, mata-me de rir.
É que estou zapeando com a tv ligada, sem prestar atenção no programa.
Repórter da Globo chama Herrera de "babaca"
O hangman mandou o link e fui conferir. Muito interessante. Coleguinhas não gostam de ser contrariados. E o Marco Aurélio Souza não fugiu à regra. Será que ele, como qualquer bom repórter, foi apurar a razão de Herrera ter dito aquilo? Será que Herrera fez pra debochar da Globo? Ou será que Herrera nem se liga em tv? A turma da Globo tem que entender que o mundo não gira em torno da Globo. Normalmente, como jornalista, ficaria ao lado da classe, mas, como botafoguense, não aguento mais o que a turma da Imprensa faz pra desmerecer o Glorioso. É todo dia, é toda hora.
Leiam o que escreveu o Rogério Thomaz Júnior, autor do post do blog "Conexão Brasília-Maranhão":
"O repórter Marco Aurélio Souza, da Sportv/Globo, chamou de “babaca” o argentino Herrera, atacante do Botafogo, pela recusa em pedir música para o Fantástico pelos três gols que fez na vitória deste domingo (20) sobre o São Paulo.
A “normalidade” e o “humor” exaltados pelo profissional não o fizeram ter tolerância suficiente para se abster de xingar o atleta.
Cada um pode julgar como quiser a atitude do Herrera. Eu achei um gesto sensacional, pelo simbolismo que representa, o que expliquei no post anterior.
A assoberbada emissora do Jardim Botânico não costuma ouvir não como resposta a qualquer pedido. Quando ocorre, muita gente por lá fica descontente, para dizer o mínimo. A primeira manifestação do incômodo partiu do repórter.
Nem acho a história do “artilheiro musical” uma babaquice como tantas outras da Globo, tal qual o quadro “inacreditável futebol clube”, que é absolutamente ridículo.
Daí a ofender o sujeito que se recusou a participar da brincadeira… é babaquice pura!
Vinda de um profissional do jornalismo é pior ainda.
Imaginem se o Herrera, numa entrevista ao vivo, chama o seu entrevistador de babaca, apenas por não gostar do sujeito…
Curioso é ver tal atitude partir de alguém que, em tese, deveria promover a tolerância, sobretudo por trabalhar no esporte, ainda mais no futebol, um fenômeno social que gera tanta paixão, mas não deixa de contribuir com sua cota de tragédias sociais, especialmente quando a violência entra em jogo.
Como diria um outro cronista esportivo, “que desagradável”.
"[Atualização: Mal cliquei no botão "publicar" aqui e fui informado que o dito cujo abaixo apagou o que escreveu. Curioso que, após xingar o jogador do Botafogo, o repórter escreveu, também no seu microblog: "No meu twitter, escrevo o que bem entender."]".
Chupa, Emerson Leão!
Pesquei no blog do Juca Kfouri. Bem feito. Leão é uma pessoa intratável. Desagregador, prepotente, arrogante, covarde, incompetente como treinador. Já já estará desempregado de novo. Ninguém aguenta conviver com ele durante muito tempo. Já está velho e ultrapassado e deveria aprender a respeitar os adversários.
Herrera desdenha do Fantástico
Não adianta. A turma da Globo vive levando créu de jogadores do Botafogo. Até mesmo quando não merece. O repórter foi todo todo achando que a Globo é a cereja da banana split e sifu. É bom pra compensar os Andrés Rizeks da vida.
Obrigado pelo link, Unknown.
domingo, 20 de maio de 2012
Valeu, Robin Gibb
Fui beeggesmaníaco. O Bee Gees do início. De I started a joke, World, To love somebody, Words, New York Mining Disaster, First of may... Cheguei a adotar o pseudônimo Paul Gibb Mc Jagger. Uma mistura de Paul MC Cartney, Robin Gibb e Mick Jagger. Já a fase das discos não curti muito.
Valeu, Robin!
Até o Vasco consegue ganhar do Grêmio na rodada boa para os cariocas no Brasileirão
O limitado time do Framengo empatou. O Botafogo deu uma virada histórica pra cima do posudo São Paulo. O Flu ganhou do time misto do Corinthians. E agora há pouco o limitado time do vasco conseguiu ganhar do Grêmio, que perdeu um pênalti e teve um gol legítimo anulado.
Maior goleiro do Brasil repete Gordon Banks na vitória histórica do Botafogo contra o São Paulo no Engenhão
Quem não é emergente do futebol vai lembrar. A fantástica defesa de Jefferson contra o São Paulo lembrou a de Gordon Banks contra o Brasil na Copa de 70. A diferença é que Jefferson depois encaixou a bola.
Defesa de Banks contra o Brasil em jogada de Pelé
Botafogo vence bambis metidos na garra e na bola
E o Herrera, hein!? Mata-me de rir.
O repórter da Globo perguntou se ele ia pedir música no Fantástico, como se todo mundo vivesse em função da Globo, e Herrera:
"Música pra quê? Não vou pedir música não".
Que apatia é essa, Botafogo?
Fim de primeiro tempo. 1 a 0 São Paulo. Nunca senti um Botafogo tão apático, tão sem vontade de jogar. O Lucas. do São Paulo, disse tudo. Até ele, como adversário, sentiu "um clima diferente". O Botafogo escapou de levar uns dois ou três gols. Ou muda, ou perde feio.
O Botafogo não podia começar o Brasileirão sem reforços pra mexer com o time. Esse negócio de ficar dizendo que o Seedorf vem, que o Liedson interessa, não adianta. Tem que se mexer. Fora Anderson Barros!
sábado, 19 de maio de 2012
sexta-feira, 18 de maio de 2012
PC no Portal dos Jornalistas. Do Grajaú para o mundo
Deu no "Portal dos Jornalistas". A entrevista foi feita pela repórter Mariana Ribeiro. Não é para qualquer um.
16.05.12 - Blogueiro profissional
Paulo Cezar Guimarães, ou simplesmente PC, é o que se pode chamar de blogueiro profissional. Com cinco blogs na rede, cada um deles sobre um tema específico, PC diz que apesar de não ser um nerd sempre foi antenado em lançamentos tecnológicos: “Quando lançaram o DVD, fui logo comprar. A mesma coisa com o celular. Gosto de descobrir quais recursos aquela nova tecnologia pode me oferecer”.
Com blogs, em especial, a história foi um pouco diferente, mas não menos curiosa. “Como professor universitário [da Facha, no Rio de Janeiro], levei meus alunos para acompanhar o fechamento de O Globo, com meu amigoJorge Antônio Barros. Quando terminou a visita, já de madrugada, eu e ele fomos jantar. No caminho, fomos abordados com certa agressividade por policiais em uma blitz. Eu tenho cabelo e barba branca, o Jorge é evangélico e nós nos identificamos. Não havia necessidade de tudo aquilo”, conta. Após o episódio, Jorge comentou que publicaria o acontecido em seu blog. Curioso, PC diz que logo se interessou pela explicação do amigo sobre o que era o tal blog. “Logo depois, o Blog do PC Guima estava na rede”, lembra.
Os demais vieram em consequência do primeiro. “Após um período publicando assuntos variados no Blog do PC Guima, notei que eram muitos os comentários sobre esportes. Então resolvi focar sobre o assunto no blog, mas não queria deixar de lado o conteúdo que postava para meus alunos da faculdade”. Foi assim que no ano seguinte – 2007 – PC estreou seu segundo “filho virtual”, o Blog do Professor PC Guima. Um ano mais tarde, este se desmembrou e deu origem a outro blog, agora específico para crônicas, o Crônicas do PC Guima. O espaço mais recente de PC é o Livros de Jornalismo, em que dá dicas de obras importantes para estudantes, professores e profissionais da área.
Além de seus blogs independentes, PC escreve sobre o Botafogo para o portal do JB. Também utiliza a ferramenta com seus alunos da Facha. “Dependendo da disciplina que estou ministrando, escolho o enfoque do blog. Já fizemos blogssobre os 100 anos de Noel Rosa, Beatles e Woodstock. Agora estamos fazendo um explorando a revista Realidade”, conta.
Sobre a relação internet e Jornalismo, ele comenta: “A internet valorizou a nossa profissão de todas as maneiras, mas também trouxe muitos aventureiros. Por exemplo, um blogueiro que escreve sobre o Flamengo no JB é advogado – muito competente, por sinal. Quando ele se intitula jornalista, periodista ou cronista, eu rebato dizendo que jornalista sou eu. Ele é um advogado blogueiro”.
PC atribui o sucesso de suas publicações justamente ao olhar diferenciado do jornalista. “O leitor entra no blog pra ver uma brincadeira, comentários sobre coisas que saíram na grande imprensa (que, inclusive, eu replico no meu espaço). Porém, já tive chamada de posts publicados no site do JB”, afirma. E completa, assertivo: “Li muitos livros sobre blogs, inclusive estrangeiros. Manter o blog atualizado é o segredo, senão você perde o leitor”.
“O blog que começou como diversão, tornou-se um meio de trabalho. A única coisa que ainda não consegui com eles foi ganhar dinheiro”, brinca o jornalista, que hoje também faz blogs sob encomenda.
Por: Mariana RibeiroFlu chora e fala até em complô
Complô!? Teoria da conspiração?! Mata-me de rir. Mais um chorão. Deu no lancenet.
Pesquisem sobre Caszely, Colo-Colo e barreira paraguaia, emergentes. Vocês vão ver o que é ser prejudicado na Libertadores.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
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