Ela conquistou os corações de adultos e adolescentes com a personagem Letícia, de "Cobras e lagartos". Filha de Fábio Júnior e Glória Pires, promete crescer mais ainda em 2007. A foto foi publicada no site do UOL.
quinta-feira, 28 de dezembro de 2006
Retrospectiva 2006 (Beleza e simpatia)
Ela conquistou os corações de adultos e adolescentes com a personagem Letícia, de "Cobras e lagartos". Filha de Fábio Júnior e Glória Pires, promete crescer mais ainda em 2007. A foto foi publicada no site do UOL.
quarta-feira, 27 de dezembro de 2006
Retrospectiva 2006 (Tudo bem seu guarda?)
Blog do PC denúncia (Ator da Globo é reincidente)
É certo que a Dóris (Rejane Alves) era uma mala, roubava dinheiro do avô e da avó. É certo que a Martha (Lilia Cabral) é má que nem zagueiro do Vasco nos tempos do Brito e do Fontana, mas esse ator Marcos Caruso, que faz o Alex, na novela das 8 que começa às 9, gosta de dar umas porradinhas nas mulheres. Já é a segunda novela que ele faz isso. Em "Mulheres Apaixonadas" meteu o chinelo na filha, como mostra a foto acima, publicada no IG.
Te cuida, Xexéo!
Coisa horrorosa, sô! (Saddam no UOL)
Retrospectiva 2006 - Copa do Mundo (Credencial pra cachorro)
Frases de 2006
"Como ginecologista, aprendi a lidar de perto com as mulheres, a entender muito profundamente a sensibilidade feminina" (Mozarildo Cavalcante, senador PTB/PR).
Deu na Folha em março. O jornal destacava que Mozarildo falava não como senador, mas como "médico ginecologista", durante sessão da Comissão de Justiça do Senado que aprovou a indicação da então "futura" presidente do STF, Elle Gracie Northfleet, para a presidência do Conselho Nacional de Justiça.
Mas só uma perguntinha: como ginecologista lidar de perto profundamente?
Deu na Folha em março. O jornal destacava que Mozarildo falava não como senador, mas como "médico ginecologista", durante sessão da Comissão de Justiça do Senado que aprovou a indicação da então "futura" presidente do STF, Elle Gracie Northfleet, para a presidência do Conselho Nacional de Justiça.
Mas só uma perguntinha: como ginecologista lidar de perto profundamente?
Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
Crônica (Quatro na sessão das duas)
Quatro na Sessão das duas
Paulo Cezar Guimarães
De repente, a matéria fura, o entrevistado marca para outra hora, ou o vôo da Ponte Aérea atrasa. Fazer o quê? São duas horas da tarde no centro do Rio, e acabou de estrear aquele filme que a gente não vai ter tempo para ver durante a semana. Isto aconteceu comigo uma vez, ou melhor duas; talvez quatro... Não importa: algumas vezes.
Entrei no meio do filme, no escuro, para não chamar a atenção, como fazia sempre. No intervalo, desci todo o corpo na poltrona (o que deve ter colaborado para as dores na coluna que sinto atualmente), e fiquei fingindo que lia o jornal. A cena, vista de longe, devia ser ridícula. Minutos antes de ser reiniciada a sessão, já com as luzes semi-apagadas, três figuras conhecidas se sentam na minha frente: os, então, repórteres José Luiz Alcântara, Marcelo Beraba e Marcelo Pontes. Faziam o mesmo que eu. Não resisti, e falei baixinho:
- Matando trabalho, hein?
Foi uma gargalhada geral, que acabou provocando uma seqüência de “shiiiiii” dos demais freqüentadores. Os três, se procurados, contarão uma versão diferente; dirão que eles é que me sacanearam. Outra vez, quase me dei mal. Usei a mesma estratégia, mas o cinema era em forma de arena e cometi a besteira de ficar na parte de baixo da platéia. Para quê? Ao chegar na redação, Milton Coelho da Graça, então Editor-Chefe, chamou-me num canto e me deu uma sacaneada:
- E aí, PC, gostou do filme?
E eu, sem graça:
- Que filme?
Milton, esperto, rebateu de prima:
- Vai me dizer que você viu dois?
Ainda pensei em alegar que estava atrás da fonte, mas sabia que não
iria colar. Aliás, esta coisa de “fazer gazeta” no trabalho, me lembra outra história. Durante dois anos, participei da cobertura diária do Palácio Guanabara, no Rio. Quem já cobriu setor sabe como é: dia de pouco, véspera de muito, ou vice-versa. Na sala de imprensa, os dois contínuos do Palácio sabiam que, quando algum repórter não estivesse na sala, era para dar uma desculpa qualquer, principalmente se o procurado ainda não tivesse chegado.
- Fulano está?
- Está com o secretário Tal fazendo uma entrevista.
Ou coisa parecida. “Ainda não chegou” era frase proibida.
Até que, certa vez,um dos contínuos tirou férias e foi substituído. Seu Amaral, o substituto, foi logo procurado para ser “enquadrado”.
- Escute aqui, seu Amaral, se o telefone tocar e alguém procurar por qualquer um de nós, o senhor inventa uma desculpa qualquer, determinou um dos repórteres.
- Mas o que é isso, meu amigo? Minha religião não permite que eu minta. Respondeu seu Amaral, que tinha a mania de ler a Bíblia durante o expediente. Não tenho certeza, mas imagino que até o Governador deve ter escutado, do seu gabinete, o grito de espanto e indignação do grupo de repórteres:
- O quê??!!
Ainda fiquei algum tempo no setor. O suficiente para ver seu Amaral mentir mais do que político na CPI. Até quando o repórter estava na sala, ele encontrava um jeito de arrumar alguma mentirinha só para não perder o hábito.
Paulo Cezar Guimarães
De repente, a matéria fura, o entrevistado marca para outra hora, ou o vôo da Ponte Aérea atrasa. Fazer o quê? São duas horas da tarde no centro do Rio, e acabou de estrear aquele filme que a gente não vai ter tempo para ver durante a semana. Isto aconteceu comigo uma vez, ou melhor duas; talvez quatro... Não importa: algumas vezes.
Entrei no meio do filme, no escuro, para não chamar a atenção, como fazia sempre. No intervalo, desci todo o corpo na poltrona (o que deve ter colaborado para as dores na coluna que sinto atualmente), e fiquei fingindo que lia o jornal. A cena, vista de longe, devia ser ridícula. Minutos antes de ser reiniciada a sessão, já com as luzes semi-apagadas, três figuras conhecidas se sentam na minha frente: os, então, repórteres José Luiz Alcântara, Marcelo Beraba e Marcelo Pontes. Faziam o mesmo que eu. Não resisti, e falei baixinho:
- Matando trabalho, hein?
Foi uma gargalhada geral, que acabou provocando uma seqüência de “shiiiiii” dos demais freqüentadores. Os três, se procurados, contarão uma versão diferente; dirão que eles é que me sacanearam. Outra vez, quase me dei mal. Usei a mesma estratégia, mas o cinema era em forma de arena e cometi a besteira de ficar na parte de baixo da platéia. Para quê? Ao chegar na redação, Milton Coelho da Graça, então Editor-Chefe, chamou-me num canto e me deu uma sacaneada:
- E aí, PC, gostou do filme?
E eu, sem graça:
- Que filme?
Milton, esperto, rebateu de prima:
- Vai me dizer que você viu dois?
Ainda pensei em alegar que estava atrás da fonte, mas sabia que não
iria colar. Aliás, esta coisa de “fazer gazeta” no trabalho, me lembra outra história. Durante dois anos, participei da cobertura diária do Palácio Guanabara, no Rio. Quem já cobriu setor sabe como é: dia de pouco, véspera de muito, ou vice-versa. Na sala de imprensa, os dois contínuos do Palácio sabiam que, quando algum repórter não estivesse na sala, era para dar uma desculpa qualquer, principalmente se o procurado ainda não tivesse chegado.
- Fulano está?
- Está com o secretário Tal fazendo uma entrevista.
Ou coisa parecida. “Ainda não chegou” era frase proibida.
Até que, certa vez,um dos contínuos tirou férias e foi substituído. Seu Amaral, o substituto, foi logo procurado para ser “enquadrado”.
- Escute aqui, seu Amaral, se o telefone tocar e alguém procurar por qualquer um de nós, o senhor inventa uma desculpa qualquer, determinou um dos repórteres.
- Mas o que é isso, meu amigo? Minha religião não permite que eu minta. Respondeu seu Amaral, que tinha a mania de ler a Bíblia durante o expediente. Não tenho certeza, mas imagino que até o Governador deve ter escutado, do seu gabinete, o grito de espanto e indignação do grupo de repórteres:
- O quê??!!
Ainda fiquei algum tempo no setor. O suficiente para ver seu Amaral mentir mais do que político na CPI. Até quando o repórter estava na sala, ele encontrava um jeito de arrumar alguma mentirinha só para não perder o hábito.
terça-feira, 26 de dezembro de 2006
E já que falamos em bigode no andar debaixo...

Descoberto sósia de Saddam em Portugal
O texto é sensacional e foi publicado no site http://www.inepcia.com/
Entre os vários sósias que Saddam Hussein tem ao seu serviço para se encarregarem dos seus compromissos de Estado, há um que merece a nossa atenção. Trata-se de Catarino Deodato Mafoma, natural do distrito de Évora e residente na Amadora. Catarino é, até à data, o único sósia estrangeiro do ditador iraquiano. A sua carreira como sósia começou há cerca de dezoito anos, antes da Guerra do Golfo, no auge do poder de Saddam. “Respondi a um anúncio que vi no jornal a pedir homens de meia idade com bigode e aspecto rude e, como já sou um homem de meia idade de bigode e aspecto rude desde os meus vinte e dois anos, decidi responder,” explica.
Seleccionado, Casimiro foi presenteado com dois meses de férias pagas em Bagdad que aceitou sem pensar duas vezes. “Confundi Bagdad com Bahamas mas até é parecido. As pessoas são é um bocadinho menos escuras e tem de se andar mais para chegar ao mar,” recorda.
Em Bagdad, foi transportado para as instalações do ministério do interior iraquiano onde foi submetido a um programa intensivo de treino com o objectivo de o tornar o mais parecido possível com Saddam Hussein. No programa participaram mais sete homens, todos com as mesmas características físicas e todos iraquianos. Dos oito, Casimiro era o menos parecido com Saddam mas, segundo conta, os iraquianos pretendiam alguém para representar o presidente num dia mau.
No fim dos dois meses, os oito candidatos a sósias presidenciais deveriam possuir um conjunto de conhecimentos que lhes permitisse convencer qualquer observador atento de que eram realmente Saddam Hussein. Deviam mover-se como Saddam, falar como Saddam e até coçar o nariz como Saddam. Casimiro foi submetido a uma formação especial para ficar familiarizado com a língua arábe e com a cultura iraquiana. Para além disso, deveria converter-se à religião islâmica para que a ilusão fosse perfeita. “Era só o que faltava,” lembra, “Queriam que um gajo fosse muçulmano ou lá o que é. Eu até nem era pela religião que nunca fui muito de ir à missa mas queriam que eu deixasse de comer carne de porco porque era impura, ó caraças. E eu quem me tira um bom coirato tira-me tudo.”
Depois de se tornar o único muçulmano do mundo com autorização oficial para comer carne de porco, Casimiro foi enviado para Lisboa. Os seus conhecimentos da língua árabe limitam-se ao facto de saber que “usam umas letras estúpidas que parecem rabiscos e escrevem ao contrário da gente mas também não faz mal porque quem escreve são os maricas” e o que sabe da cultura iraquiana não vai muito além da gastronomia. “Nem vinho têm, ó caraças,” afirma.
Hoje, Casimiro Mafoma continua a viver na Amadora e a trabalhar como mecânico numa oficina local. Não se arrepende do seu part-time invulgar até porque “eles pagam bem. Todos os meses recebo aí uns bidons de gasolina e gasóleo.” A qualquer momento, espera que o convoquem para ir para o Iraque cumprir o seu dever de sósia de Saddam. Para isso, basta apenas que os outros sete sósias morram ou fiquem irremediavelmente desfigurados.
Aproveito pra lançar aqui um Concurso de Sósias. Enviem fotos de sósias de pessoas famosas. De preferência, acompanhadas de textos. O prêmio é uma noite em qualquer rua deserta do Rio ou de São Paulo com direito a acompanhante.
A solução está no bigode

A importância de ter um bigode no Iraque foi detectada pelo capitão Patriquin, dos Marines dos EUA. Numa apresentação Power Point destinada à tropa ele mostrou que o bigode é um importante apetrecho para o americanos poderem vencer a guerra naquele país. "Joe [soldado americano] deixou crescer um bigode porque percebe que os iraquianos gostam de pessoas com bigodes e têm dificuldades em confiar em pessoas que não os usam", afirmou o cap. Patriquin.
A brilhante análise deste capitão dos Marines pode ser vista em
http://blogs.abcnews.com/theworldnewser/Files/PatriquinPowerPoint.pdf
A ilustração da senhora de bigodes que ilustra a página é apenas uma ilustração (Fonte: PORNOGRAFFITI Um video-blog sem pudor e com muito humor..).
Imagens que fizeram 2006 (E dá-lhe bola!)

Tudo bem que o terno, geralmente usado até em calor de 40 graus, atrapalha. Mas no ex-lateral mediano (vá lá, pra não ser deselegante com o "professor") do Flamengo, Botafogo e Internacional, o que sempre atrapalhou mesmo foi a bola. Falcão também usava terno, mas sabia tratar bem a "maricota".
A foto é do Eduardo Knapp, da Folha Imagem.
Tá prestigiado? (Deu no blog do Noblat)

Fidel se recupera lentamente
O médico espanhol José Luis García Sabrido, que viajou na semana passada a Havana para tratar do presidente Fidel Castro, assegurou esta manhã em Madrid que seu paciente sofre de "um processo (tumor) benigno e que se encontra "em condição estável", se recuperando lentamente. Garcia Sabrido é especialista em tumores digestivos e chefe de cirurgia de um hospital público em Madrid.. Ele disse também que Fidel não precisará ser operado novamente. "Castro exibe uma atividade intelectual excelente. A reabilitação a que se submete é sobretudo muscular e nutricional", contou o médico.
Sei não, mas parece aquelas coisas de futebol em que o presidente diz que o treinador "está prestigiado". Tomara que eu esteja errado!
Retrospectiva 2006 (Cadê o dedo que estava aqui?)
Aconteceu, virou manchete. E não é que duas mulheres brigaram num restaurante por causa de política?! E uma mordeu o dedo da outra! E a moda parece que pegou. Ontem, na novela do plimplim, aquela dona de mal com a vida quis comer o braço do marido por causa de um chequinho de apenas 1 milhão de reais.
As aventuras de Tia Jussara
Tia Jussara estava outro dia no metrô e levou um susto. A todo instante sentia alguma coisa se movendo às suas costas, na altura da, digamos, coxa, pra sermos elegante. Como o vagão estava lotado, ela não conseguia se mover pra ver o que estava acontecendo. Um tarado aproveitando a situação pra tirar um sarro?
Nada disso. Era um anão que conversava com uma pessoa amiga e encostava na, digamos, coxa de Tia Jussara, toda vez que movia a cabeça.
Poderia ser pior tia Jussara: imagine se fosse um gigante com desodorante vencido?
E, como perguntar não ofende: alguém já viu anão em metrô?
Nada disso. Era um anão que conversava com uma pessoa amiga e encostava na, digamos, coxa de Tia Jussara, toda vez que movia a cabeça.
Poderia ser pior tia Jussara: imagine se fosse um gigante com desodorante vencido?
E, como perguntar não ofende: alguém já viu anão em metrô?
Não leio, não vejo, não escuto
Pra começar o dia sorrindo
segunda-feira, 25 de dezembro de 2006
Dicas do PC tiradas do OESP pra cuidar do seu PC

Deu no Estadão:
Chegou a hora de fazer faxina no seu PC
Aproveite a ressaca natalina para limpar e organizar arquivos, liberar espaço e deixar o computador mais rápido
A matéria é de Bruno Sayeg Garattoni e Gustavo Miller; a foto de Patrícia Santos.
http://txt.estado.com.br/suplementos/info/2006/12/25/info-1.93.8.20061225.12.1.xml
Como assim?
Deu na Globo.com
Copa 2014:
Zagallo espera vingar a de 50
Como assim? Em 2014, Zagallo terá 82 anos. Será que a gente vai continuar engolindo ele até lá?
Copa 2014:
Zagallo espera vingar a de 50
Como assim? Em 2014, Zagallo terá 82 anos. Será que a gente vai continuar engolindo ele até lá?
Deu no Tutty (Curta e grossa)
Homenagem merecida
Chamou atenção na entrega do prêmio melhores do ano no “Domingão do Faustão” a quantidade de caspa no smoking de Lima Duarte. E olha que ele é careca!
Chamou atenção na entrega do prêmio melhores do ano no “Domingão do Faustão” a quantidade de caspa no smoking de Lima Duarte. E olha que ele é careca!
Uma notícia muito doida (Deu no BBC Brasil)

Na Espanha, 94% das notas de euro têm traços de cocaína, diz estudo
Notas de euro são usadas para aspirar o pó
Um estudo realizado na Espanha indica que 94% das notas de euro que circulam pelo país contêm traços de cocaína. Os cientistas coletaram cinco notas de dez euros, dez de vinte euros e cinco de 50 euros em cinco cidades espanholas – Barcelona, Madri, Sevilha, Valência e Bilbao. A análise mostrou que, em média, cada uma das notas carregava, em média, 25,18 microgramas (cada micrograma equivale a 0,000001 grama) de cocaína. No caso de Madri, por exemplo, apenas três das 20 coletadas na capital espanhola não continham nenhum traço da droga. De acordo com o jornal espanhol El Mundo, que divulgou a pesquisa, a Espanha é o líder mundial no consumo da droga, com cerca de 474 mil usuários regulares de cocaína.
Notas que se desfazem
Os usuários geralmente consomem cocaína enrolando uma nota bancária para, por meio dela, aspirar o pó. Mas os especialistas dizem que não é possível dizer com certeza se as notas onde a droga foi encontrada foram de fato usadas dessa forma ou se foram contaminadas de outra maneira. Outros países europeus já fizeram levantamentos semelhantes. Uma pesquisa feita pela BBC em 1999 concluiu que 99% das notas de cinco libras em circulação na Grã-Bretanha continham traços de cocaína. Neste mês, autoridades na Alemanha disseram que o fato de algumas notas de euro estarem se desfazendo no país pode estar relacionado ao fato de elas serem usadas para consumir a droga metanfetamina.
Aula de Jornalismo, Folha de S. Paulo: Lula cria vocabulário próprio em discursos
Meus amigos
Muito interessante a matéria de Eduardo Scolese e Pedro Dias Leite publicada na Folha de hoje sobre o vocabulário de Lula. Confesso, humildemente, que há alguns anos fiz matéria parecida no jornal O Globo sobre o vocabulário do então governador do Rio Leonel Brizola. Muitos devem lembrar do clássico “não é verdade” que o governador usava em 11 de suas frases.
Abaixo alguns trechos da matéria.
O "dado concreto" é que "nunca na história deste país" um presidente esteve tão "convencido" de que não existe "mágica na economia", seu governo está fazendo uma "revolução na educação" e o "século 21 será da América Latina" -e tudo isso é "extraordinário".
Os termos e as expressões acima são algumas das mais comuns nas 1.127 falas oficiais, a maioria delas de improviso, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez até o último dia 15 em seu mandato.
Vocabulário
Expressões como "dar um cheiro", "bala na agulha", "nego pisa na canela", "café no bule" e "colher de chá" são comuns em suas falas, assim como locuções latinas, como "sine qua non", "pari passu" e "sui generis", e um vocabulário específico no qual busca uma sintonia com os presentes, como "bagrinho", "cascudo", "cavoucar", "desgramado", "véio", "véia", "jumbão", "léguas", "matutando", "taco" e "urucubaca".
Lula, por exemplo, repete que "dor de dente é coisa de pobre" e somente são contra a transposição das águas do rio São Francisco aqueles que abrem a geladeira e têm "água francesa Perrier".
Para Célia Ladeira, 60, professora da Faculdade de Comunicação da UnB (Universidade de Brasília) e especialista na análise de discursos, Lula adquiriu um vocabulário próprio ao longo dos anos e o utiliza de forma empírica em suas falas como presidente.
"Não há falsidade em seu jeito de se expressar. De tanto ouvir ou de ler o que foi escrito por seus conselheiros, ele adquiriu um vocabulário próprio, se colocando no mesmo nível social das pessoas."
Inês Signorini, 55, professora de lingüística aplicada da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), afirma que Lula se convenceu de que seu modo de falar é adequado e, ao longo dos anos, foi aprimorando seu estilo, sem vestir uma máscara.
"A língua dele está em processo, agregando palavras", diz a professora, que afirma enxergar uma evolução nas falas de Lula, numa comparação com tempos de sindicalismo e de candidato petista nos anos 80 e 90. "Hoje as frases fluem mais, e ele erra menos gramática. O trunfo dele é essa linguagem complexa", declara.
Lula tem o costume de brincar com o público quando adota termos novos. Foi assim, em julho passado, em um evento sobre biodiesel no Planalto, ao falar sobre o trabalho de "transesterificação". "Eu passei três meses para aprender a falar essa palavra sem gaguejar", disse.
Muito interessante a matéria de Eduardo Scolese e Pedro Dias Leite publicada na Folha de hoje sobre o vocabulário de Lula. Confesso, humildemente, que há alguns anos fiz matéria parecida no jornal O Globo sobre o vocabulário do então governador do Rio Leonel Brizola. Muitos devem lembrar do clássico “não é verdade” que o governador usava em 11 de suas frases.
Abaixo alguns trechos da matéria.
O "dado concreto" é que "nunca na história deste país" um presidente esteve tão "convencido" de que não existe "mágica na economia", seu governo está fazendo uma "revolução na educação" e o "século 21 será da América Latina" -e tudo isso é "extraordinário".
Os termos e as expressões acima são algumas das mais comuns nas 1.127 falas oficiais, a maioria delas de improviso, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez até o último dia 15 em seu mandato.
Vocabulário
Expressões como "dar um cheiro", "bala na agulha", "nego pisa na canela", "café no bule" e "colher de chá" são comuns em suas falas, assim como locuções latinas, como "sine qua non", "pari passu" e "sui generis", e um vocabulário específico no qual busca uma sintonia com os presentes, como "bagrinho", "cascudo", "cavoucar", "desgramado", "véio", "véia", "jumbão", "léguas", "matutando", "taco" e "urucubaca".
Lula, por exemplo, repete que "dor de dente é coisa de pobre" e somente são contra a transposição das águas do rio São Francisco aqueles que abrem a geladeira e têm "água francesa Perrier".
Para Célia Ladeira, 60, professora da Faculdade de Comunicação da UnB (Universidade de Brasília) e especialista na análise de discursos, Lula adquiriu um vocabulário próprio ao longo dos anos e o utiliza de forma empírica em suas falas como presidente.
"Não há falsidade em seu jeito de se expressar. De tanto ouvir ou de ler o que foi escrito por seus conselheiros, ele adquiriu um vocabulário próprio, se colocando no mesmo nível social das pessoas."
Inês Signorini, 55, professora de lingüística aplicada da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), afirma que Lula se convenceu de que seu modo de falar é adequado e, ao longo dos anos, foi aprimorando seu estilo, sem vestir uma máscara.
"A língua dele está em processo, agregando palavras", diz a professora, que afirma enxergar uma evolução nas falas de Lula, numa comparação com tempos de sindicalismo e de candidato petista nos anos 80 e 90. "Hoje as frases fluem mais, e ele erra menos gramática. O trunfo dele é essa linguagem complexa", declara.
Lula tem o costume de brincar com o público quando adota termos novos. Foi assim, em julho passado, em um evento sobre biodiesel no Planalto, ao falar sobre o trabalho de "transesterificação". "Eu passei três meses para aprender a falar essa palavra sem gaguejar", disse.
Uma homenagem, Jesus, o garçom

Posso dizer que conheci Jesus e que ele sempre foi muito bacana (não sei se está vivo ainda). Era garçom do La Mole, da Dias Ferreira, no Leblon, nos tempos em que só existia um La Mole. Serviu minha mulher grávida e serviu minha filha quando ainda era pequenina. Uma vez participei de uma homenagem a ele feita por um grupo de amigos do Grajaú. Nos últimos tempos no restaurante trabalhava com o paletó branco coberto de medalhas. Uma doce figura.
Felicidades, Jesus. Esteja onde estiver. Se alguém souber dele, me avise por favor.
Cadê a diretoria do Botafogo? Dormindo como sempre?
Meus amigos
Acabo de ver no jornal Hoje, da TV Globo, a homenagem da Mangueira ao compositor Braguinha. Antes, no Globo Esporte, mostraram Braguinha falando com carinho do seu time, o Botafogo.
Alô Montenegro e Bebeto: cadê a homenagem ao Braguinha?
Acabo de ver no jornal Hoje, da TV Globo, a homenagem da Mangueira ao compositor Braguinha. Antes, no Globo Esporte, mostraram Braguinha falando com carinho do seu time, o Botafogo.
Alô Montenegro e Bebeto: cadê a homenagem ao Braguinha?
Com vocês, Mister Jameeeeeees Brown
Meu mais novo e querido amigo Vicente, do Jornal de Debates, de Brasília, acaba de me dar (dar no bom sentido, claro) o endereço do James Brown cantando Sexy Machine.
Pra quem gosta de Tango (Entrando na do Román)
Meus Amigos
Adoro tangos. Acabo de ver no site do Marcelo Coelho. Repasso a dica.
http://www.todotango.com/spanish/main.html
Adoro tangos. Acabo de ver no site do Marcelo Coelho. Repasso a dica.
http://www.todotango.com/spanish/main.html
Uma homenagem, Ledice Araújo
Acabei de ler no Globo que a repórter Ledice Araújo foi embora. Grande pessoa, do bem, simpática, educada, querida por todos. Pena que O Globo não permite que a gente copie fotos e textos do site.
Mas quem conheceu a Ledice sabe do que estou falando.
Valeu, amiga! Vá cantando com Braguinha e mister James Brown e veja como está o abstaecimento no céu.
Grande honesta repórter!
Mas quem conheceu a Ledice sabe do que estou falando.
Valeu, amiga! Vá cantando com Braguinha e mister James Brown e veja como está o abstaecimento no céu.
Grande honesta repórter!
Crônica (Dia da Banana), publicada no Jornal de Debates
E antes que eu me esqueça: tenha um feliz Dia da Banana
Paulo Cezar Guimarães
É dia pra tudo. Os tradicionais dia das mães, dos pais, dos namorados e até das sogras. Tem até Dia da Banana! E tome presente e comemoração. Mas até o Natal estão questionando?
Uma vez, um amigo meu que tem uma pequena empresa que produz jornais para grandes e médias empresas estava com um jornal pronto para imprimir. Ligou para a gráfica com o objetivo de combinar com o dono a forma de entrega dos fotolitos. Precisava do trabalho "pramanhã", como é de costume, e já estava no chamado "pente-fino".
- Amanhã não dá, amigo, pois é Dia do Gráfico - comunicou o dono da gráfica.
- Mas que 171 é esse, Jayme? – ele se espantou.
Era verdade. Dia 7 de fevereiro é o Dia do Gráfico. Pensando nisso, resolveu dar uma pesquisada e descobriu que realmente existe dia para tudo. Dá para acreditar que tem até Dia da Banana? É 22 de setembro.
Dia do Revendedor Lotérico? Tem: 26 de maio – anote, talvez seja um bom dia para se jogar na Megasena.
Em janeiro, que começa homenageando os Reis Magos, no dia 6, tem o Dia dos Aposentados, 24, e o Dia Nacional dos Quadrinhos, 30. Em fevereiro, além do Dia do Gráfico, tem o Dia do Agente Fiscal, 2. Gastaria linhas e linhas, e cansaria os leitores se fosse enumerar a quantidade de dias destinados a homenagens – justas ou não.
Mas não posso deixar de registrar, para meu orgulho, que o dia do meu nascimento, 14 de março, é o Dia da Poesia. Que lindo! E que minha mulher nasceu no Dia do Diagramador e do Revisor, 28 de março. Diagramador e revisor são raças em extinção; esposa também. Ops!
E tome Dia da Empregada Doméstica, do Engraxate, do Silêncio, do Automóvel, do Gari, do Massagista, do Tenista, do Mel, do Panificador, do Motociclista, do Garçon, do Frevo, do Radialista, do Relações Públicas, do Tradutor, da Normalista, do Inventor...
Dia 18 de julho, pasmem!, é o Dia Nacional do Trovador. Já imaginaram se algum político resolvesse apresentar um projeto para tornar esse dia feriado nacional e todo mundo fosse obrigado a ouvir o nosso "trovador" Oswaldo Montenegro cantando “Bandolins”, “Agonia” e “O Condor” durante todo o dia em todas as estações de rádio e tv? O pessoal da Casseta e Planeta, que detesta o Oswaldo, iria pedir asilo a alguma embaixada, em companhia de muita gente; menos a minha, pois sou fã e amigo do Oswaldão, mas juro que nesse dia iria ao cinema.
Certa vez, cansado de ouvir sugestões para fazer matérias em jornais de empresas sobre Dia dos Namorados, das Mães, da Mulher e da Secretária, o que sempre achei lugar-comum,
acabei descobrindo que 28 de abril é o Dia da Sogra, que, aliás, é o mesmo dia destinado ao Cartão Postal e à Educação. Como se alguém, algum dia, fosse lembrar de mandar um para a alcunhada "jararaca" ou então ligá-la à Educação. E é sempre bom lembrar que "todo dia é Dia de Índio".
Mas pera lá, pera lá, minha gente: Natal é Natal, pô! Católico comemora, judeu comemora e até o Romário que não consegue comemorar mais gols, comemora. Tudo bem que, particularmente, acho um dia triste. Passei oito anos de minha vida no Globo cobrindo a Missa do Galo. Mas tinha folga no Ano Novo. Viva o Natal! Tudo bem que a gente tem que assinar livro de ouro dos entregadores de jornais e revistas, dos porteiros, dos guardadores de automóveis, dos carteiros, dos frentistas, do jornaleiro da esquina, dos garis... de quem mais mesmo?
Começo a duvidar se é Viva o Natal ou Odeio Natal (como no livro recém-lançado). Tudo bem também que a grana está curta e a gente não vai poder dar aquele presente que a filha da gente tanto merece porque o dinheiro do 13º foi todo gasto pra pagar as dívidas. E é Natal e não pode faltar o presente.
Pensando bem, taí uma boa desculpa: esse tal de Natal é um comércio mesmo! E estamos conversados.
Paulo Cezar Guimarães
É dia pra tudo. Os tradicionais dia das mães, dos pais, dos namorados e até das sogras. Tem até Dia da Banana! E tome presente e comemoração. Mas até o Natal estão questionando?
Uma vez, um amigo meu que tem uma pequena empresa que produz jornais para grandes e médias empresas estava com um jornal pronto para imprimir. Ligou para a gráfica com o objetivo de combinar com o dono a forma de entrega dos fotolitos. Precisava do trabalho "pramanhã", como é de costume, e já estava no chamado "pente-fino".
- Amanhã não dá, amigo, pois é Dia do Gráfico - comunicou o dono da gráfica.
- Mas que 171 é esse, Jayme? – ele se espantou.
Era verdade. Dia 7 de fevereiro é o Dia do Gráfico. Pensando nisso, resolveu dar uma pesquisada e descobriu que realmente existe dia para tudo. Dá para acreditar que tem até Dia da Banana? É 22 de setembro.
Dia do Revendedor Lotérico? Tem: 26 de maio – anote, talvez seja um bom dia para se jogar na Megasena.
Em janeiro, que começa homenageando os Reis Magos, no dia 6, tem o Dia dos Aposentados, 24, e o Dia Nacional dos Quadrinhos, 30. Em fevereiro, além do Dia do Gráfico, tem o Dia do Agente Fiscal, 2. Gastaria linhas e linhas, e cansaria os leitores se fosse enumerar a quantidade de dias destinados a homenagens – justas ou não.
Mas não posso deixar de registrar, para meu orgulho, que o dia do meu nascimento, 14 de março, é o Dia da Poesia. Que lindo! E que minha mulher nasceu no Dia do Diagramador e do Revisor, 28 de março. Diagramador e revisor são raças em extinção; esposa também. Ops!
E tome Dia da Empregada Doméstica, do Engraxate, do Silêncio, do Automóvel, do Gari, do Massagista, do Tenista, do Mel, do Panificador, do Motociclista, do Garçon, do Frevo, do Radialista, do Relações Públicas, do Tradutor, da Normalista, do Inventor...
Dia 18 de julho, pasmem!, é o Dia Nacional do Trovador. Já imaginaram se algum político resolvesse apresentar um projeto para tornar esse dia feriado nacional e todo mundo fosse obrigado a ouvir o nosso "trovador" Oswaldo Montenegro cantando “Bandolins”, “Agonia” e “O Condor” durante todo o dia em todas as estações de rádio e tv? O pessoal da Casseta e Planeta, que detesta o Oswaldo, iria pedir asilo a alguma embaixada, em companhia de muita gente; menos a minha, pois sou fã e amigo do Oswaldão, mas juro que nesse dia iria ao cinema.
Certa vez, cansado de ouvir sugestões para fazer matérias em jornais de empresas sobre Dia dos Namorados, das Mães, da Mulher e da Secretária, o que sempre achei lugar-comum,
acabei descobrindo que 28 de abril é o Dia da Sogra, que, aliás, é o mesmo dia destinado ao Cartão Postal e à Educação. Como se alguém, algum dia, fosse lembrar de mandar um para a alcunhada "jararaca" ou então ligá-la à Educação. E é sempre bom lembrar que "todo dia é Dia de Índio".
Mas pera lá, pera lá, minha gente: Natal é Natal, pô! Católico comemora, judeu comemora e até o Romário que não consegue comemorar mais gols, comemora. Tudo bem que, particularmente, acho um dia triste. Passei oito anos de minha vida no Globo cobrindo a Missa do Galo. Mas tinha folga no Ano Novo. Viva o Natal! Tudo bem que a gente tem que assinar livro de ouro dos entregadores de jornais e revistas, dos porteiros, dos guardadores de automóveis, dos carteiros, dos frentistas, do jornaleiro da esquina, dos garis... de quem mais mesmo?
Começo a duvidar se é Viva o Natal ou Odeio Natal (como no livro recém-lançado). Tudo bem também que a grana está curta e a gente não vai poder dar aquele presente que a filha da gente tanto merece porque o dinheiro do 13º foi todo gasto pra pagar as dívidas. E é Natal e não pode faltar o presente.
Pensando bem, taí uma boa desculpa: esse tal de Natal é um comércio mesmo! E estamos conversados.
Good bye, Seyx Machine

Cantor James Brown morre aos 73 anos
James Brown se mantinha ativo, fazendo apresentações
O cantor James Brown morreu nesta segunda-feira em Atlanta, no Estado americano da Geórgia, aos 73 anos de idade. Brown foi hospitalizado domingo com pneumonia, de acordo com seu agente, Frank Copsidas, mas a causa da morte ainda não foi divulgada.
Considerado o maior nome da música soul, Brown tem entre seus maiores sucessos I Got You (I Feel Good), Sex Machine e This Is a Man's World.
Ele ainda se mantinha ativo, fazendo apresentações.
Também figurou nas páginas policiais em várias ocasiões. Em 1998, foi condenado a dois anos e meio de prisão por agressão, mas acabou anistiado pelo Estado americano da Carolina do Sul.
Quem viveu, viveu. Quem viu o filme "Good morning, Vietnã" deve lembrar.
E foi junto com o genial Braguinha, de 99 anos. Os dois vão cantar na lua lindos versos de amor.
O peru despertador
Bom dia
Os botafoguenses lembram. Fomos vítimas durante auela pequena má-fase de 21 anos sem ganhar títulos, do deboche dos adversários. Um deles: "É todo dia, é todo ano, botafoguense já virou corinthiano".
Passou.
Mas o que está custando a passar é a mania de um vizinho não identificado que bota o despertador em alto volume pra tocar todo dia às 7h45... e não acorda... O treco fica lá horas e horas no "tu tu tu tu tu tu...".
De uns dias pra cá, um outro vizinho incomodado com aquele som insuportável tem gritado da janela:
"Acorda, porra!".
Hoje fez de novo. Pelo menos relaxa, né?
Mas já foi pior. Teve um que passou durante anos criando um peru, o bicho. Era o dia inteiro aquele grito " ah glu glu glu glu, ah glu glu glu". E não moro na roça. Moro numa rua que tem até Mc Donalds (aquela lanchonete que vende sanduíche com gosto de isopor), Domino´s (aquela pizzaria que cobra mais de 3 reais pra entregar pizza com queijo preto), Blockbosta (que só aluga dvd do Scwarzneger)e Supermercados Guanabara (depois mando a conta da divulgação pra todos).
Vou tentar dormir mais um pouquinho. Pois, como diria Simone:
"Então é Natal!".
Os botafoguenses lembram. Fomos vítimas durante auela pequena má-fase de 21 anos sem ganhar títulos, do deboche dos adversários. Um deles: "É todo dia, é todo ano, botafoguense já virou corinthiano".
Passou.
Mas o que está custando a passar é a mania de um vizinho não identificado que bota o despertador em alto volume pra tocar todo dia às 7h45... e não acorda... O treco fica lá horas e horas no "tu tu tu tu tu tu...".
De uns dias pra cá, um outro vizinho incomodado com aquele som insuportável tem gritado da janela:
"Acorda, porra!".
Hoje fez de novo. Pelo menos relaxa, né?
Mas já foi pior. Teve um que passou durante anos criando um peru, o bicho. Era o dia inteiro aquele grito " ah glu glu glu glu, ah glu glu glu". E não moro na roça. Moro numa rua que tem até Mc Donalds (aquela lanchonete que vende sanduíche com gosto de isopor), Domino´s (aquela pizzaria que cobra mais de 3 reais pra entregar pizza com queijo preto), Blockbosta (que só aluga dvd do Scwarzneger)e Supermercados Guanabara (depois mando a conta da divulgação pra todos).
Vou tentar dormir mais um pouquinho. Pois, como diria Simone:
"Então é Natal!".
domingo, 24 de dezembro de 2006
Humor na Crise dos Aeroportos 4 (Djamel, Argélia)
Humor na Crise dos Aeroportos
Furando a Grande Imprensa (TCC: "O dia em que o Brasil foi invadido")
Meus amigos. Divulguei aqui no dia 18. Nota sobre o TCC das Faculdades Barros Melo, em Pernambuco. Hoje, saiu matéria na revista do Globo sobre o assunto. Quem me deu o furo foi o meu amigo PV.
Te cuida O Globo!
Alguém em Lake Worth gosta de mim

Meus amigos
Tô todo bobo. Quem me conhece, sabe. Fico feliz com o carinho das pessoas e triste quando elas zangam comigo (boiolice, se pensou, é o cacete; sou pisciano e filho único, pô!).
Muito obrigado pela presença de vocês - alunos, ex-alunos, amigos, professores, coleguinhas e pessoas que não me conhecem. Em três semanas de blog, até ontem, segundo o google analytics, 934 exibições de página e 471 visitas. Não sei se é um bom número, mas estou muito feliz. O mapinha mostra acessos até na Austrália e em Rhyad (tem sheik de olho em mim). De Washington também (será que o Bush aprendeu a usar o computador?). Tem gente da África do Sul, da Alemanha. Muitos dos EUA, incusive de um lugar chamado Pensacola.
Mas bacana mesmo é que alguém de Lake Worth, na Flórida, veio, viu e, pelo jeito, gostou. Foram 5 vezes. Meu amigo César Bigode, que mora na Flória e está no Rio, me disse, agora há pouco, que é uma bela cidade de veraneio. Dei uma navegada no google e destaquei a foto acima.
Muito obrigado ao povo de Lake Worth(rs; parece papo de político, sô!). Voltem sempre. Se for amigo em viagem, dê sinal.
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